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Aprenda em 7 passos como projetar iluminação residencial

como projetar iluminacao residencial

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Fundamental para a experiência que você tem com o seu lar, uma boa iluminação gera conforto, segurança e praticidade. Saiba como criar um projeto luminotécnico!

 

Por mais que algumas pessoas a vejam, de forma equivocada, como um mero detalhe, a iluminação é uma características que mais agrega valor a uma casa. Ela é vital para que você consiga realizar todo tipo de atividade — como ler, estudar, cozinhar, comer etc.

Mas, mesmo reconhecendo que a luz traz todos esses benefícios, como projetar uma iluminação residencial que atenda ao seus objetivos da melhor forma?

Por ser uma dúvida bastante frequente, no texto de hoje, vamos falar justamente sobre como projetar iluminação residencial.

Quer saber mais? Siga com a gente!

 

Como projetar iluminação residencial? Aprenda em 7 passos

Uma casa com iluminação bem projetada pode conferir, sem dúvidas, um conforto único para quem reside nela. Mas isso, ao mesmo tempo, requer alguns cuidados especiais já no momento do projeto de construção ou de reforma.

É por isso que vamos apresentar, a seguir, os 7 passos de como projetar iluminação residencial. Confira!

 

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(Foto: Unplash / Divulgação).

 

1. Pense na iluminação desde o começo

Como adiantamos, é necessário que você pense na iluminação desde o início da reforma ou construção. Isso não só facilita a execução como ajuda a evitar gastos excessivos. Como os diferentes tipos de cômodo requerem vários tipos de iluminação, é importante levar a discussão à frente desde o começo.

Além disso, é vital que, durante esse momento, você também pense no objetivo que pretende cumprir dentro de cada cômodo da sua casa. Estudar as dimensões de cada cômodo, e ter isso em mente com clareza, afeta diretamente no tipo de iluminação a ser escolhido.

 

2. Conheça os tipos de iluminação

Por falar em tipos de iluminação, você deve ter em mente que há 3 principais:

 

Direta

Como o próprio nome já diz, é aquela que incide diretamente sobre algum ponto específico. Como quando um abajur ilumina parte da sua cama.

 

Indireta

A indireta, por sua vez, é aquela bastante comum em forros de gesso. Amplamente utilizada em ambientes mais intimistas, este tipo de luz reflete na superfície e se distribui pelo ambiente.

 

Difusa

Por fim, a luz difusa é o tipo de iluminação que distribui uniformemente a luz pelo ambiente. Opção equilibrada, ela é muito utilizada em banheiros, quartos e salas.

 

3. Escolha um tipo de lâmpada

Há 4 principais tipos de lâmpadas:

 

Incandescente

São as lâmpadas mais antigas. Apresentam um baixo custo unitário, mas também maior consumo de energia e vida útil não muito longa. A comercialização das lâmpadas incandescentes está proibida no Brasil desde 2016.

 

Halógena

São as lâmpadas incandescentes que sofreram a adição de gases halógenos, o que aumenta sua vida útil. Para gerar uma forte iluminação aos ambientes, as lâmpadas halógenas também consomem mais energia. Sua utilização mais frequente é em destaques de decorações, jardins e afins.

 

Fluorescente

Tendo o amplo período de vida útil como destaque, as lâmpadas fluorescentes podem levar até um minuto para ligar. Por isso, sua instalação deve ser priorizada em ambientes que precisam de iluminação por um longo período de tempo. Suas versões amarelas são recomendadas para quartos e salas, enquanto as brancas para ambientes como banheiros e cozinhas.

 

LED

Em função da economia de luz e de alguns outros fatores, a procura pelas lâmpadas de LED só tem aumentado. Além de ser esteticamente agradável, ela chega a ser até 80% mais econômica se comparado às lâmpadas incandescentes e halógenas. Muito por conta disso, grande parte dos arquitetos tem preferido esse tipo de lâmpada em seus projetos. Além, claro, dos refletores em led, que são ótimas alternativas para a área externa da sua casa.

 

4. Observe as especificações das luminárias

Cada luminária conta como características próprias. Dessa forma, ainda que não haja uma regra a ser seguida de forma rígida, você deve se atentar a essas especificações. Confira se elas atendem ao tamanho do cômodo, à altura do pé direito e aos seus objetivos, em geral.

A iluminação feita com spots de LED, por exemplo, é ideal para lançar uma luz mais direcionada em algum ponto que você tem a intenção de destacar. Por outro lado, esse tipo de iluminação não é indicado para ambientes em que é necessária uma luz difusa. Você deve sempre estar atento a essas especificações!

 

5. Escolha uma cor de iluminação

Uma dúvida frequente é qual tonalidade de luz usar. As mais frequentes são branca ou amarela.

No momento dessa definição, é preciso que você tenha em mente quais sensações quer ter nos espaços da sua casa. Em geral, é importante saber que é mais comum optar por lâmpadas com temperatura de cor quente em áreas íntimas e sociais, como quartos e salas, enquanto lâmpadas com temperaturas frias são mais usadas na cozinha e em áreas de trabalho.

Evite sempre usar tonalidades de luz diferentes em ambientes integrados.

 

6. Respeite cada cômodo

Principalmente na hora da instalação, é importante respeitar as dimensões de cada cômodo e o que eles pedem. Quando for pendurar lustres, por exemplo, é importante ter cuidado com as alturas. O recomendado, por exemplo, é que a altura da lâmpada fique entre 75 cm e 80 cm da mesa de jantar.

Se opção for medir direto do piso, o ideal é que o lustre fique numa altura entre 1,60 m e 1,70 m.

 

7. Não deixe de improvisar

Se, ainda depois da conclusão do seu projeto de iluminação residencial, você não chegou ao resultado esperado, não se acanhe em improvisar. Há diversas alternativas para agregar à sua construção ou reforma e aumentar ainda mais a sua satisfação.

Um exemplo são as fitas de LED. Bastante charmosas, elas podem ser instaladas atrás da cabeceira ou até mesmo no forro, agregando à iluminação da sua casa. Além disso, elas são muito comuns para decorar os banheiros, já que dão a impressão de que o espelho flutua sobre a parede. O visual fica mais leve e deixa o local com uma iluminação adequada.

 

Este material foi útil para que você entendesse como projetar iluminação residencial?

Continue acompanhando os conteúdos do nosso blog para ter ainda mais segurança no que vai decidir para a sua casa!

E lembre-se: independentemente da sua opção, a Telhanorte está aqui para ajudar! Fazemos entregas em todo o Brasil e parcelamento em até 8x!

 

Edição por: Murilo Bonício

Iluminação direta, indireta e difusa: saiba tudo!

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Iluminação direta, indireta e difusa. Qual seria a melhor para a sua casa? Em meio a tantas opções, é normal ficar na dúvida! Leia mais e acerte sempre.

 

Para isso, trouxemos neste post as diferenças e particularidades de cada tipo de iluminação, bem como suas indicações. Desta forma, ficará mais fácil para você decidir qual a mais indicada para cada ambiente de sua casa.

Aqui, você também vai perceber que além de compor a decoração, a iluminação certa é essencial para garantir a funcionalidade dos ambientes. Com isso, além de deixar a sua casa mais bonita, suas necessidades serão plenamente atendidas.

 

Sugestão de leitura: Iluminação para ambientes: tipos e modelos para os cômodos da casa!

 

Quer saber qual opção mais indicada? Continue a leitura!

 

Quais as diferenças entre a iluminação direta, indireta e difusa?

Um bom projeto de iluminação é fundamental não apenas para promover bom fornecimento de luz aos ambientes, mas também para que a funcionalidade e necessidade de cada espaço sejam atendidas.

Pensando dessa forma, é importante que você conheça as diferenças e características da iluminação direta, indireta e difusa.

Essas três possibilidades são responsáveis por complementar a decoração, criar a atmosfera certa para cada cômodo e garantir o conforto visual. No entanto, para a aplicação correta, é necessário compreender o objetivo de cada uma.

 

Luz direta

 

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Spots de iluminação direta (Foto: Ikea/Reprodução).

 

A luz direta é um tipo de iluminação direcionada, ou seja, seu objetivo é iluminar um ponto específico. Por esse motivo, é considerada uma luz dura, visto que incide diretamente sobre algo.

Por essa característica, pode ser utilizada para:

O efeito da luz direta pode ser obtido com a utilização de spots, abajures e luminárias de mesa, pendentes, entre outros. No entanto, é fundamental escolher a lâmpada certa. Nesse caso, a mais indicada é a de luz branca de LED. Além de não emitir raios infravermelhos e ultravioletas, esse tipo de lâmpada não aquece o ambiente, não atrai insetos e não modifica a cor dos objetos.

Além disso, a luz direta possui dois subtipos: a difusa e a dirigida.

A luz direta difusa é aquela que distribui o fluxo luminoso por igual. Ou seja, a luz é emitida igualmente por todos os lados do objeto. Por essa característica, é muito utilizada para dar destaque a estruturas e formas.

Já a luz direta dirigida tem como principal característica o direcionamento do facho de luz para frente. Com isso, também ilumina uniformemente, mas em um plano horizontal.

A única ressalva de se utilizar a luz direta são superfícies brilhosas ou que emitem reflexos, tais como espelhos, vidros, mármore e porcelanato.

 

Luz indireta

 

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Lustre em sala de estar (Foto: Pinterest/Reprodução).

 

A luz indireta é utilizada para iluminar todo um ambiente de maneira uniforme. Para chegar a esse resultado, o facho de luz é refletido sobre uma superfície e depois ampliado para todo o espaço.

Nesse caso, a luz pode vir através da instalação de arandelas e spots em pontos como:

Como já mencionado, saber a diferença entre a iluminação direta, indireta e difusa inclui conhecer qual tipo de lâmpada utilizar em cada opção.

No caso da indireta, a indicação são as fluorescentes amarelas ou fitas de LED amareladas. Como é uma iluminação mais suave, essa tonalidade de lâmpada ajuda a criar um ambiente mais aconchegante.

Considerando que a luz indireta reflete sobre algo antes de se espalhar pelo ambiente, as cores utilizadas nas paredes e tetos também podem influenciar no resultado. Por isso, as mais claras tendem a potencializar esse tipo de iluminação.

 

Luz difusa

 

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Plafon na sala de estar (Foto: A Elétrica/Reprodução).

 

A luz difusa ilumina o ambiente de forma direta, porém suave. Sua principal característica é evitar contrastes e sombras nos objetos.

Esse tipo de iluminação recebe esse nome pois as lâmpadas utilizadas contam com uma espécie de filtro, denominado difusor. Podendo ser de acrílico ou vidro, seu aspecto leitoso retém até 20% da emissão de luz sem comprometer ou diminuir a capacidade de luminosidade.

Entre as vantagens da luz difusa está a possibilidade de utilizá-la em diferentes ambientes. Além disso, ela é bastante versátil, já que enfeita o ambiente, complementando ainda mais na decoração do espaço.

Para conseguir todos esses resultados, você pode utilizar plafons, arandelas ou luminárias de vidro branco leitoso. O uso de luzes de tonalidade amarelada também é uma opção, proporcionando um ar de conforto ao ambiente.

 

Mas em quais ambientes cada tipo de luz se adequa melhor?

Agora que ficou mais clara a diferença da iluminação direta, indireta e difusa, é provável que você esteja pensando em quais locais pode utilizar cada uma delas.

Para começar, é importante deixar claro que um mesmo cômodo pode receber vários tipos de iluminação. Ou seja, não é preciso escolher somente um e se limitar a ele.

Essa mistura pode ser feita para complementar a luminosidade ou para trazer ao ambiente o efeito visual que você deseja.

Na hora de decidir qual a melhor opção entre esses três tipos de iluminação, considere não apenas o aspecto visual, mas também a funcionalidade do cômodo. O principal é otimizar a luz do ambiente, trazendo conforto e sensação de bem-estar.

Sabendo disso, veja algumas sugestões de quando usar a iluminação direta, indireta e difusa:

 

Luz direta

 

Luz indireta

 

Luz difusa

 

Viu como é possível usar diferentes tipos de iluminação em um mesmo ambiente?

Para comprar lustres e pendentes, abajures, lâmpadas, spots, fitas de LED, plafons e tudo o que precisa para compor o projeto de iluminação da sua casa, visite uma das lojas da Telhanorte.

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Edição por: João Victor Quintino e Murilo Bonício

Quantidade de lâmpadas por m²: saiba calcular

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Saber calcular a quantidade ideal de lâmpadas é necessário para que seu ambiente fique iluminado da forma correta! Leia a matéria e descubra como realizar o cálculo.

 

É muito comum que seu engenheiro ou arquiteto sejam os responsáveis por definir quantas lâmpadas serão necessárias para o ambiente que você está construindo ou reformando. Entretanto, também é interessante que você saiba como calcular quantidade de lâmpadas por m².

A seguir, vamos abordar quais os níveis de iluminação você precisará em diferentes ambientes de sua casa e para diferentes atividades, além de apresentar a fórmula para o cálculo da quantidade de lâmpadas necessárias por ambiente.

 

Unidades de iluminação

Antes de falarmos de fato sobre como calcular quantidade de lâmpadas por m² da sua casa, é necessário entender a diferença entre lúmen e lux.

 

Lúmen (lm)

De maneira simples, lúmen (também entendido como fluxo luminoso) é a quantidade de luz emitida por uma fonte. Por exemplo, uma vela libera cerca de 14 lúmens, ao mesmo tempo que o Sol emite em torno de 100.000!

 

Lux (lx)

Lux é uma maneira de medir a intensidade de luz que existe em uma determinada área de superfície – esta que é medida em m². É interessante saber também que 1 lux equivale a 1 lúmen por m².

 

Como calcular quantidade de lâmpadas por m²?

Para facilitar o entendimento, separamos o processo de como fazer o cálculo para a iluminação de cada ambiente em 3 etapas. Separe uma calculadora: ela será essencial para facilitar os cálculos!

 

Etapa 1: Descubra quantos lux você precisa

A tabela de iluminação abaixo informa quantos lux você precisa em cada cômodo.

 

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Tabela indicando a quantidade correta de lux para cada ambiente por m² (Tabela: Arquivo Telhanorte).

 

Os valores indicados acima visam garantir a segurança e conforto de cada ambiente e podem variar de acordo com diversos fatores, como a incidência de iluminação solar.

 

Etapa 2 – Calcule a quantidade de lúmens do ambiente

Imaginemos uma cozinha de 4m x 3m. Devemos multiplicar esses dois números para obter uma área de 12 m².

Para aprender como calcular quantidade de lâmpadas por m², precisamos descobrir a quantidade de lumens necessários. Para isso, multiplicamos o requisito de lux do passo 1 pela área do local. Isso nos dá:

 

12 x 300 = 3600 lúmens

 

Etapa 3 – Calcule quantas lâmpadas você precisa

O número de lúmens que uma lâmpada atinge é geralmente rotulado na embalagem. No exemplo abaixo, o valor em lúmens é de 560 lm.

 

exemplo-lampada-560-lumens

Exemplo de uma lâmpada com 560 lúmens vendida pela Telhanorte (Foto: Acervo Telhanorte).

 

Vamos supor que usaremos a lâmpada acima para iluminar a cozinha. Para calcular quantidade de lâmpadas por m², precisamos dividir o número de lúmens necessários para iluminar a cozinha pelo número de lúmens oferecidos pela lâmpada:

 

3600/560 = 6,42 ≈ 7 lâmpadas

 

Isso significa que, com o modelo acima, precisaremos de 7 lâmpadas para iluminar a cozinha de maneira satisfatória!

 

A importância de saber como calcular a quantidade de lâmpadas por ambiente

O planejamento e a finalização da parte elétrica é um dos momentos mais delicados de uma obra ou reforma. Ela exige atenção redobrada para que não falte nada no resultado final.

Um erro no cálculo da quantidade de lâmpadas por m² pode ser muito prejudicial para a usabilidade do ambiente, impedindo que os moradores utilizem o espaço de uma maneira confortável. Cômodos usados para a realização de atividades mais complexas como cozinhar, costurar e ler, não podem correr o risco de ficarem com pouca iluminação.

Ressaltando, é importante que você esteja atento neste cálculo e acompanhe de perto a instalação desses pontos de luz. Ao contrário, você corre o risco de ter ambientes escuros ou com luz em excesso. A única maneira de resolver o problema é refazer tudo de novo!

Contar com o apoio de um profissional durante todo o processo é fundamental. Por isso, indicamos nosso Arquiteto de Bolso! Com ele, você:

 

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Você também pode comprar todas as lâmpadas do seu projeto dentro do setor de Iluminação. Nele, você encontra LED, lâmpadas de filamento e mistas, fluorescente, halógenas e outras.

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Edição por: João Victor Quintino e Murilo Bonício