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Saiba como escolher torneira para a pia da cozinha

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| Cozinha

 

Precisando de uma torneira nova para a cozinha mas está em dúvida de qual modelo comprar? Confira opções funcionais e modernas

 

Na cozinha, a torneira é um dos elementos principais a compor o ambiente. No momento da escolha de uma torneira nova para a pia, você deve levar em conta diversos fatores. O design, a funcionalidade, diferenciais e tamanho da torneira podem ser decisivos na hora da compra. Confira os principais aspectos a serem considerados na hora de escolher a torneira ideal para a pia da cozinha.

 

Confira no site da Telhanorte: Torneiras para Cozinha

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Torneira de mesa para cozinha articulada VTP362CWC Esteves (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

O que considerar na hora de comprar uma torneira?

A praticidade de uso é um fator muito importante no momento de decisão do modelo de torneira para a cozinha. Para isso é preciso considerar o espaço disponível para a instalação, o tamanho da cuba na qual a água escorrerá, além da frequência e intensidade que a torneira será utilizada.

 

1. Espaço disponível

Para ambientes pequenos, com espaço reduzido na bancada, é recomendado escolher uma torneira menor e mais simples. Outro fator importante a considerar no momento da compra é o investimento disponível. A depender da obra, uma torneira de valor mais econômico pode ser o ideal para você.

 

Torneira para Cozinha de Mesa bica alta Gali Docol

 

Já para bancadas e cubas maiores (ou mesmo cubas duplas), o indicado são torneiras mais sofisticadas, com maior alcance de jato, bica maleável e articulada. Há uma grande variedade de produtos com diferentes funcionalidades, a depender do que você procura para a cozinha e do investimento reservado para a torneira.

 

Torneira para cozinha de mesa DOC Chrome bica alta black Docol

 

2. Tipo de instalação

Além do tamanho da torneira, o modo de instalação também pode acabar influenciando na dinâmica do espaço. Para bancadas estreitas, o recomendado é que as torneiras sejam instaladas na parede. Quando a pia é mais ampla, podem ser instaladas diretamente na superfície da bancada.

 

Torneira para cozinha Realce Jr cromada Forusi e Torneira para cozinha bica móvel Link cromada Deca

 

3. Design

Um terceiro critério de escolha importante é considerar a decoração do ambiente. Os elementos da cozinha devem estar em harmonia com o estilo predominante, seja ele industrial, moderno, minimalista, rústico, vintage, entre outros. Assim, a cor, o material e o design da torneira devem ser escolhidos de acordo com o seu gosto e a proposta da cozinha.

 

Torneira de mesa para cozinha Flex black Lorenzetti e Torneira para cozinha com filtro Twin cromada Deca

 

4. Funcionalidades

Além das características anteriores, há alguns outros componentes que podem complementar a torneira da pia. A torneira elétrica multitemperatura Hydra, por exemplo, possui uma bica móvel e um arejador articulável. Além disso, possui um sistema multitemperatura, que permite um determinado número de opções para encontrar a temperatura certa da água. O mesmo vale para a torneira elétrica de bica reta Clima Frio Fame, que permite a escolha de três temperaturas: água quente, morna e fria.

 

 

Outra opção que você encontra no mercado são as torneiras com filtro de água já acoplados. Na Telhanorte, você encontra modelos como a torneira com filtro Esteves ou também a torneira com filtro Belle Epoque Forusi, que possui acabamento cromado e não é indicada para instalações com baixa pressão.

 

 

5. Misturadores monocomando ou bicomando

Os misturadores são torneiras capazes de misturar a água quente com a fria. Enquanto os bicomandos apresentam dois registros (um para a água fria e outro para a quente), o controle de temperatura nos monocomandos é feito por meio de um único registro. Para saber mais sobre os misturadores, leia nossa matéria O que é torneira misturador monocomando e como escolher uma?

 

Misturador para cozinha cromado Deca e Misturador monocomando bica alta Alterna

 

Gostou das dicas?

Na Telhanorte, você encontra diversos modelos e um setor inteiro de torneiras para cozinha e misturadores para cozinha. Acesse agora e não perca a oportunidade de deixar a sua casa ainda mais bonita! Na nossa loja virtual, você também encontra tudo o que precisa para sua cozinha e lavanderiabanheiroárea externa, além dos melhores materiais de construção e itens para as obras em geral.

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O que é torneira misturador monocomando e como escolher uma?

 

Por Vinicius Marques | Edição Stéphanie Durante

Reforma em UTI é inaugurada com apoio da Telhanorte

| Inspiração

 

Telhanorte e Leroy Merlin entregam juntas a reforma da UTI Pediátrica da Santa Casa de São Paulo

 

Na manhã de 25 de fevereiro, foi inaugurada a nova UTI Pediátrica do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. A área foi totalmente revitalizada, com estrutura e equipamentos de última geração e novos leitos.

As duas maiores redes de varejo da construção do Brasil, Leroy Merlin e Telhanorte, firmaram uma parceria em 2020 e apoiaram a reforma de 80 leitos. Na prática, as empresas doaram o material necessário para a revitalização dos cômodos e espaços dos leitos da entidade, que atende pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). Entre os milhares de produtos doados, estavam desde materiais básicos, como cimento e argamassas até itens de acabamento, como louças, tintas, entre outros.

 

 

“A inauguração da UTI é fundamental, dado o fato de estarmos atravessando uma nova e forte onda de casos de COVID-19. A Telhanorte Tumelero entende que o papel de grandes companhias nesse momento é de unir forças e buscar soluções que possam beneficiar a população, colocando a empatia e equilíbrio em primeiro lugar”, afirma Juliano Ohta, Diretor Geral da Telhanorte-Tumelero.

“Como empresa sabemos da responsabilidade social que temos e participar de ações como essas nos enchem de orgulho. A parceria entre Leroy Merlin e Telhanorte só foi possível, pois as duas companhias reconhecem que podem fazer mais pelo outro e que neste momento de pandemia precisavam acelerar a disponibilização dos leitos. Ver a concretização disso é emocionante”, destaca Ignacio Sánchez, Diretor-Geral Leroy Merlin Brasil.

 

 

Confira mais sobre a inauguração com apoio da Telhanorte no vídeo publicado pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

 

Como fazer planejamento de obra? 5 dicas fundamentais

Como fazer planejamento de obra

| Construção

 

Quer aprender o passo a passo de como fazer o planejamento de obra e evitar dores de cabeça? Veja dicas para comprar materiais, economizar e controlar prazos

 

Quando se pensa em construir, logo diversos problemas em potencial surgem. Afinal, o processo tende a ser longo e diversas variáveis podem aparecer durante a construção. Na hora de planejar a obra, existem diversos pontos que precisam ser levantados, anotados e catalogados de forma que você tenha na manga algumas soluções para problemas que possam surgir.

Para evitá-los, uma dica é se organizar e aprender como fazer um planejamento de obra. Neste artigo, traremos algumas dicas interessantes para te auxiliar nesse processo. O planejamento da obra tende a organizar tudo, desde a escolha de onde comprar o material e em que ordem comprar, passando por outras questões como: a escolha dos profissionais, como lidar com prazos e como fazer planilhas de planejamento de obra. Tudo isso precisa ser pensado antes de qualquer tijolo ser cimentado.

Outro ponto para ter em mente ao fazer o planejamento de obra é que ele deve ser um aliado e não um entrave! 

Muitas vezes coisas não previstas podem acontecer e mudanças podem e precisam ocorrer no plano inicial. Por isso, é necessário estabelecer margens de segurança e ser um pouco maleável para não acabar atrasando o serviço em vez de otimizá-lo.

 

Como fazer planejamento de obra?

Cada obra tem seu nível de complexidade, orçamento e prazos diferentes e tudo isso precisa ser levado em conta na hora de fazer um planejamento. Você nunca deve fazer o planejamento da obra pautado apenas no cenário ideal, onde tudo dá certo de primeira, em todas as etapas. Esse precisa ser apenas um dos cenários do plano, no caso, o mais otimista deles.

A partir disso, projete os cenários menos otimistas e até aqueles em que tudo dá errado! Pensar previamente num cenário catastrófico torna mais fácil, na prática, de perceber os possíveis erros se aproximando e, assim, mudar o curso da obra a tempo! O clima é talvez um dos maiores inimigos de uma obra real e funcional, já que sua imprevisão pode implicar em desperdício de matérias-primas, gastos extras com mão de obra e eventuais multas. É possível que você estabeleça um planejamento bem amarrado e as chuvas sejam intensas no período ou vários funcionários adoeçam e isso comprometa seus prazos. Nesses aspectos, seu planejamento precisa ser maleável e ter um plano de ação para cada caso que sai do previsto!

 

5 dica de como fazer planejamento de obra

1. Estude a viabilidade da obra

O primeiro passo a se fazer quando se pensa em planejar a obra é conhecer bem o local e estudar a viabilidade de uma obra ali – avaliando, por exemplo, quais tipos de construção o local suporta. Isso é fundamental para definir se é possível e viável, física e financeiramente falando, fazer o que você tem em mente. A partir desse estudo será possível estipular o seu gasto e comparar para ver se ele cabe no orçamento.

Caso você seja a empresa responsável pela construção, será necessário levar em consideração o fluxo de caixa do seu negócio para calcular as entradas e saídas da obra. Quanto mais você puder saber sobre a obra em si, mais preciso será o cálculo do custo total e real dela. Por isso, procure todos os documentos, materiais descritivos e tudo mais que você encontrar a cerca do terreno.

Algumas informações que podem ser úteis para a planilha de planejamento de obra são:

Custo de Projeto (Arquiteto, estruturas, instalações);

Equipamentos e ferramentas que precisam ser adquiridos;

Custo médio de cada etapa da obra (fundação, alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas e acabamentos);

Custo de mão de obra;

Custo de regulamentação e documentação.

 

Leia também: Lista de ferramentas para construção: 17 itens do kit básico

 

2. Criação do projeto arquitetônico

Outro ponto fundamental e que servirá, muitas vezes, como o guia da obra, é o projeto arquitetônico, que, assim como o planejamento, também precisará ter uma versatilidade para possíveis imprevistos.

Após fazer o levantamento médio dos custos, avaliando ser viável realizar a obra, você precisa contratar um arquiteto para realizar um projeto em cima das condições disponíveis no terreno e, claro, dos seus gostos pessoais. Além disso tudo, é preciso que o projeto respeite às leis para evitar multas e possíveis custos a mais. Algumas normas são regionais, mas no geral você precisa se preocupar com:

Estaqueamento de água;

Desempenho térmico;

Acústica e iluminação;

Saúde e Meio Ambiente;

Higiene e Saneamento Básico;

Qualidade do ar;

Funcionalidade e acessibilidade;

Conforto e Ergonomia.

 

Alguns pontos são obrigatórios apenas para construções feitas por empresa ou para revenda, por isso, consulte como se aplicam as normas no caso do seu terreno.

 

Leia também: Como construir uma casa sustentável: do tijolo à elétrica!

 

3. Legalização da Obra

Por falar em normas, não se pode deixar de lado a burocracia, quando se pensa em como fazer planejamento de obra. Após aprovar o projeto, é preciso se atentar a todas as taxas e licenças que precisam ser pagas antes e durante as obras, para que não haja multas. A execução da obra só pode ser iniciada após aprovação do projeto pela prefeitura e, por isso, é interessante escolher arquitetos experientes e acostumados com as normas e diretrizes regionais.

Esse processo, que começa antes de se iniciar a obra, continua durante o avanço de cada etapa, até o final dela. No caso de construções comerciais, é necessária uma vistoria prévia do corpo de bombeiros, por isso, fique atento!

 

4. Defina um orçamento para cada etapa

Você só poderá definir o custo total da obra após a conclusão. Não é possível prever e projetar algo tão complexo de maneira exata, por isso, a dica aqui é que se estabeleça um orçamento e um prazo estimados para cada etapa da obra. Desta forma, será possível fazer um cálculo aproximado do quanto será gasto, antes do final da construção! Além disso, fica mais fácil administrar a verba. Caso uma etapa gaste mais ou menos do que o previsto, você poderá enxugar ou expandir os recursos de outra!

Organize uma planilha de planejamento de obra para manter os valores controlados. Uma ferramenta interessante para isso é o SINAPI, o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção CivilPor meio dele é possível levantar custos e preços da obra com dados atualizados pela CAIXA!

 

5. Execute e acompanhe

Por fim, tão importante quanto planejar é garantir a boa execução do planejamento e acompanhar o andamento da obra de perto. Pode ser um processo cansativo, mas estar atento ao dia a dia do canteiro de obras vai te poupar muito tempo e dinheiro. Sempre tente entender como as coisas se desenvolvem, para compreender os problemas e buscar soluções rápidas quando (e se) eles surgirem.

 

Aprendeu como fazer o planejamento de obra?

Começar uma obra pode ser complicado se você não tiver os materiais e ferramentas certas, não é mesmo? Por isso a Telhanorte possui um vasto catálogo que pode te auxiliar neste processo. Em nossa loja virtual, você encontra tudo o que precisa para sua cozinha e lavanderia, banheiro, área externa, além dos melhores materiais de construção e itens para obras em geral. 

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Edição por Murilo Bonício | Vinicius Marques

Telha de fibrocimento: tudo o que você precisa saber

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| Área Externa

 

Confira algumas vantagens e desvantagens da telha de fibrocimento, o modelo mais vendido no Brasil! Saiba analisar se o uso desse material condiz com suas necessidades.

 

Pode ser que você já tenha ouvido falar da famosa telha de fibrocimento a partir de seus outros nomes: Brasilit ou Eternit. Antigamente, essas telhas eram associadas ao amianto (material que fazia parte da composição das telhas), mas desde novembro de 2017, com a proibição do composto, surgiram novas alternativas e modelos de fibrocimento à base de outros materiais.

Se você vai começar uma obra, – seja para construir ou reformar – vale a pena dar uma olhada nas características dessa telha, considerada a número 1 em compras no país!

Veja mais a seguir.

 

Telhado de fibrocimento: como surgiu?

Depois da proibição do amianto em mais de 50 países – no Brasil, o uso para a fabricação produtos a base do composto foi proibido em 2017 – por seu alto risco à saúde, o fibrocimento virou a principal opção para quem quer gastar pouco.

A aspiração ou ingestão da fibra de amianto, como no caso de trabalhadores da indústria do ramo ou de mineradoras, que estão expostos a concentrações mais altas em um período longo de tempo, pode desenvolver asbestose (as fibras de amianto se adentram no pulmão e não saem mais, causando algumas feridas).

Contudo, mesmo que caixas d’água e telhados antigos ainda tenham em sua composição fibras de amianto, muitas casas ainda não foram reformadas! A seguir falaremos sobre a substituição adequada desses materiais. Continue a leitura e aprenda.

 

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(Foto: Telhas e Cia / Reprodução).

 

Meu telhado é a base de amianto, o que devo fazer?

Se esse é o seu caso, saiba que você não deve remover o material sozinho e sem os devidos cuidados!

O mais recomendável e seguro é solicitar o auxílio de profissionais que saibam fazer a retirada e o descarte adequado, uma  vez que o amianto não é reciclável por se tratar de um material altamente resistente a efeitos corrosivos, tempo e temperatura.

Busque uma composição de fibrocimento alternativa. Na fabricação de telhas, o amianto crisotila já foi completamente substituído por misturas de celulose e fibras sintéticas, como o PVA e o PP (polipropileno).

 

Quais as vantagens da telha de fibrocimento sem amianto?

Além de mais barato dos que as outras opções no mercado (cerâmica, concreto, galvanizadas, etc.), o material também é mais resistente e leve, o que significa um gasto menor com reforço de estrutura.

Ao mesmo tempo, suas dimensões são maiores e, dessa forma, faz-se necessário menos telhas para cobrir uma casa. Sua instalação se torna mais prática, assim como sua limpeza e manutenção – essa telha possui poucas reentrâncias.

Outras vantagens da telha de fibrocimento sem amianto são:

– Proporcionam um excelente isolamento térmico;

– Podem ser pintadas com tinta acrílica: seguindo as recomendações, elas podem ser pintadas mais de uma vez, sem perderem a qualidade;

– São resistentes a atmosferas agressivas e à corrosão por efeito do tempo;

– Têm um alto desempenho acústico;

– Podem ser instaladas em cobertura de pouca inclinação;

– Baixo custo.

 

Entre as desvantagens, pode-se citar:

– Demandam maior cuidado na fixação e acabamento: para evitar problemas com ventanias e chuvas fortes;

– Absorvem calor com mais facilidade e podem deixar o ambiente mais quente. Contudo, vale notar que alguns fabricantes dizem que sua capacidade de adequação térmica é a mesma das telhas cerâmicas e que, seguindo as instruções de montagem corretamente, não é preciso ter laje ou forro que isole o calor absorvido.

– Há quem diga que sua aparência não é tão esteticamente agradável. No entanto, o mercado já dispõe de diversos modelos e versões que podem complementar diversos estilos arquitetônicos e decorações. Confira abaixo alguns dos modelos mais conhecidos.

 

Tipos de telha de fibrocimento

Existem diversos modelos de telhas de fibrocimento, que variam em tamanho e espessura, e podem se integrar muito bem a projetos residenciais, comerciais e industriais. Escolha aquele que melhor se adeque ao seu projeto, seja em termos estruturais ou estéticos.

 

1. Telha de fibrocimento ondulada

Contendo CRFS (Cimento reforçado com fibra sintética), as telhas de fibrocimento onduladas são resistentes e duráveis, já que contém cimento reforçado com fibra sintética (CRFS) em sua composição. Além disso, ela oferece maior rapidez em sua montagem e fixação, pois exigem uma estrutura simplificada de apoio.

Ela é versátil e pode ser aplicada em praticamente todos os tipos de coberturas, sendo mais indicada para a cobertura de galpões de porte médio e pequeno. Em telhados embutidos, nos quais as telhas exercem um papel essencialmente funcional, as telhas onduladas são excelentes alternativas!

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Telha ondulada de fibrocimento 153x110cm 5mm Residencial cinza Brasilit (Foto: Acervo Telhanorte).

 

2. Telha de fibrocimento tropical

Essas telhas são uma vertente da telha ondulada, da marca Eternit. Dessa forma, possuem alta resistência estrutural. Ao mesmo tempo, são leves e práticas para o manuseio, o que torna seu apoio extremamente econômico. São altamente recomendadas para coberturas comerciais e depósitos e edificações rurais de pequeno porte. Associadas a um ótimo custo-benefício.

 

3. Telha de fibrocimento estrutural Kalheta

Com linhas suaves e design arrojado, a telha estrutural Kalheta, da Brasilit, tem grande versatilidade e pode ser usada tanto em projetos residências quanto nos industriais. O produto sempre adicionará muito estilo ao projeto e é uma ótima aposta para os amantes do estilo industrial.

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Telha kalheta de fibrocimento 600×47,2cm 8mm Normal cinza Brasilit (Foto: Acervo Telhanorte).

 

4. Telha de fibrocimento colonial

A versão colonial, também da Brasilit, se destaca pela capacidade de aliar estética, praticidade e economia em um único produto. Ela consegue cobrir vãos maiores no telhado e tem encaixes perfeitos, evitando vazamentos e a entrada de resíduos pelo telhado. Seu processo de instalação demanda menos madeiramento na estrutura, gerando uma economia de até 25%. Como o próprio nome já indica, seu uso é perfeito para o estilo colonial, no qual os telhados têm cobertura exposta e telhas configuradas em meia água, duas águas, três águas, etc.

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Telha colonial de fibrocimento 81,6×61,8cm 6mm cinza Brasilit (Acervo Telhanorte).

 

Limpeza e manutenção das telhas de fibrocimento

Os cuidados com a limpeza das telhas de fibrocimento irão prolongar a vida útil delas e do madeiramento utilizado na estrutura do telhado – especialmente em caso de surgimento de limo, que deixa a telha frágil e instável.

Para a limpeza das telhas, use cerca de 2 litros de água sanitária para cada 10 litros de água e nunca faça uso de escovas ou palhas de aço!

Telhas de fibrocimento costumam ser mais duráveis, mas, como qualquer outro tipo de material – especialmente os de uso externo – podem vir a se deteriorar com o tempo. Saiba o que fazer em cada caso:

 

Furos e trincas

Ainda não existe no mercado um produto capaz de recuperar o fibrocimento fisicamente danificado. Diante disso, este problema deve ser resolvido com a troca das telhas.

Ao realizar a instalação, certifique-se que o vão livre esteja correto e que não haja aperto excessivo da fixação ou falta corte de canto. Geralmente, essas são as causas mais comuns de furos e trincos nas telhas de fibrocimento.

Cada tipo de telha exige um procedimento de instalação e fixação diferente, então sempre consulte o catálogo do fabricante!

 

Umidade ou gotejamento

Quanto a umidificação da telha ou gotejamento, o ideal é fazer uso de tintas impermeabilizantes de base acrílica. Desta forma, evitará a absorção de água e aumentará a vida útil da telha. Priorize as cores claras para diminuir a absorção de calor e lembre-se de pintar a face externa e interna.

 

E aí, gostou de aprender mais sobre as telhas de fibrocimento? Não é a toa que essa telha é a mais vendida e usada nas construções brasileiras, certo?

Agora, se você quer adquirir uma telha de fibrocimento, saiba que a Telhanorte tem um site recheado de opções! Acesse nossa seção de Telhas e confira o que há de melhor disponível no mercado!

Cheque também outros materiais de construção e itens de decoração. Dessa forma, você garante que sua casa fique maravilhosa por fora e por dentro!

Você já sabe, né? A Telhanorte faz tudo para te ajudar!

 

Escrito por Murilo Bonício

Parede de chapisco: como pintar?

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| Área Externa

 

Entenda como pintar uma parede de chapisco usando dois métodos diferentes e confira dicas para organizar o serviços antes, durante e depois da pintura.

 

Acabamento em chapisco não é sinônimo de parede mal acabada. Por isso é importante aprender como pintar parede de chapisco da melhor forma, levando em consideração alguns detalhes, tanto para agilizar o serviço, quanto para fazê-lo da forma correta. 

O chapisco é uma argamassa feita geralmente de cimento e areia e é aplicado direto na alvenaria, formando uma camada irregular sobre a parede.

Sua função é dar mais aderência ao reboco, mas ele também funciona como acabamento final para paredes em áreas externas, como muros. Costuma-se também aplicar um impermeabilizante na argamassa do chapisco, a fim de evitar infiltrações, uma vez que os muros ficam expostos no ambiente. A maioria das pessoas prefere pintar o chapisco, para dar um acabamento mais bonito e harmonioso.

Apesar da superfície irregular do chapisco ser mais trabalhosa de pintar, a tinta adere sem dificuldades. Assim, confira agora nossas dicas para realizar a pintura de superfícies de chapisco.

Boa leitura!

 

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Parede chapiscada (Foto: Deposit Photos / Reprodução)

 

Guia de como pintar parede de chapisco

 

1. Forre o chão próximo à parede

Pintar paredes sempre gera uma bagunça. Assim, como em qualquer outro processo de pintura, forre o chão próximo à parede de chapisco com uma lona preta ou folhas de jornal. Além de proteger o piso dos respingos de tinta, você ganha uma superfície para trabalhar e poder apoiar os outros materiais.

 

2. Escolha uma tinta para parede externa

Para prolongar a vida útil da pintura e manter a cor viva e bem acabada por mais tempo, use uma tinta própria para parede externa. Caso seja um muro, as cores escuras são mais recomendadas, como alguns tons de cinza. Mas você também deve considerar o ambiente como um todo, para escolher a cor que melhor harmonize com o conjunto da obra.

 

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Muro de chapisco pintado de cinza (Foto: Chácara Justo / Reprodução)

 

Sugestão de matéria: Confira em nosso blog Quais os Principais Tipos de Tinta para Parede e aprenda Como Escolher a Cor para Parede de Cada Cômodo

 

3. Faça a diluição da tinta

Para render a aplicação, o recomendado é diluir a tinta, ao pintar a parede de chapisco. As tintas à base de água são diluídas em água e as tintas a óleo são diluídas em aguarrás.

Dependendo do método de pintura escolhido para fazer a pintura, a proporção de diluente necessária varia. Para pintura com trincha ou broxa, a proporção do diluidor varia entre 10 e 20%. Para pintura com pistola compressora, a tinta precisa estar mais diluída, para passar pelo canal da ferramenta. Então a proporção de diluentes é entre 20 e 30%

Atenção: É muito importante que você confira as orientações na embalagem da tinta escolhida, para poder fazer a diluição de maneira correta!

 

4. Escolha o método de pintura

As duas formas mais eficientes de fazer a pintura de chapisco são utilizando:

– Trincha ou broxa;

– Pistola com compressor.

Atenção: Pintar a parede chapiscada apenas com um rolo não traz bons resultados, porque a tinta não adere nas reentrâncias da parede e o acabamento não fica uniforme.

 

Confira em nossa loja: Acessórios para Pintura

 

5. Aplique a tinta 

O processo de pintar a parede de chapisco com trincha ou broxa vai exigir força no braço, mas o resultado é uma pintura homogênea com apenas uma demão. Escolha uma trincha ou uma broxa grande, para ter mais eficiência no preenchimento de toda a parede. Use uma bandeja de pintura para manusear a tinta com maior facilidade. 

Apesar de não recomendarmos o uso exclusivo do rolo para a pintura, uma boa dica é utilizar ele como um auxiliar para a aplicação com a broxa, evitando que a tinta escorra pela parede. O processo é simples: primeiro você espalha a tinta utilizando-se da broxa e, antes que ela seque, você passa o rolo na área pintada, fazendo com que o excesso de tinta se espalhe ou seja absorvido pelo rolo.

Já no caso da pistola compressora, além da também ficar uniforme, a pintura por meio dela é mais rápida. No entanto, são necessárias geralmente duas demãos. Além disso, vale dizer que o preço de uma pistola compressora é mais elevado que o de uma trincha ou da broxa.

 

6. Aguarde a secagem

Depois de aplicar a tinta em toda a superfície da parede, é só aguardar o tempo de secagem necessário para conferir o resultado da pintura.

 

Dicas para pintar parede chapiscada

– Como se trata de uma pintura externa, escolha um dia de tempo firme e ensolarado para fazer a pintura do muro. Assim, você evita a chuva e outras intempéries que podem prejudicar o resultado;

– Se você usar a pistola compressora, mantenha a mesma distância (de 20 a 25 cm) da parede durante a pintura, para garantir um acabamento homogêneo na aplicação da tinta;

– Use luvas de proteção para manipular a tinta e fazer a diluição sem sujar as mãos. É importante especialmente se for utilizada tinta à base de óleo, que é diluída com aguarrás e pode sensibilizar a pele;

– Coloque também um colete de proteção, ou uma roupa velha, para evitar que os respingos manchem as roupas;

– Para evitar que partículas invisíveis entupam o bico da pistola compressora, é recomendado filtrar a tinta com um filtro adequado, seguindo as orientações do manual de instrução do objeto;

– Coloque o bico da pistola compressora na posição vertical para ter mais agilidade na aplicação da tinta durante a pintura da parede;

– Limpe todos os acessórios ao final do trabalho. A tinta à base de água é mais fácil de ser removida dos acessórios. A tinta a óleo pode ser removida com aguarrás;

– Deixe os pincéis secarem ao ar livre antes de serem guardados, para evitar o surgimento de mofo.

 

Gostou das dicas?

Se você tem uma parede chapiscada em casa e quer dar um acabamento diferente para ela, siga o passo a passo e as dicas acima para acertar na pintura!

Confira no site da Telhanorte as opções de Tintas e Corantes e também de Acessórios para Pintura para ter produtos de qualidade no acabamento da sua casa!

 

Edição por: Vinicius Marques e Murilo Bonício

Rodapé: confira os modelos e aprenda como embutir

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| Ambientes Internos

 

Conheça os principais tipos de rodapé e para que servem. Confira como instalar o rodapé embutido e quais as vantagens e desvantagens

 

Há quem opte por não usar o rodapé na construção ou reforma da casa. A escolha é realmente sua, mas, para quem gosta, o rodapé oferece suavidade no arremate do piso com a parede. Além de proporcionar um acabamento de qualidade e ser esteticamente bonito, sua principal função é a de proteção da base da parede contra impactos e produtos que possam danificá-la, como vassouras, rodos, aspirador de pó, cadeiras, móveis, água e produtos de limpeza.

Hoje em dia, há uma enorme variedade de modelos de rodapé no mercado, dos mais discretos aos mais sofisticados, com diferentes tipos de materiais, formatos, tamanhos, texturas, cores. 

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Rodapé de 10cm Moderna 2,4 metros branco Santa Luzia (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Além disso, dependendo do material que será usado, o rodapé tem outra função importante: ele é usado para embutir, proteger e esconder fiação e cabos – fazendo com que o ambiente se torne mais clean.

As três principais formas de instalação são:

Rodapé Convencional ou Sobreposto: é o tipo de rodapé mais comum e utilizado – e de menor custo também. É colocado de forma sobreposta à parede, marcando um certo relevo em sua base.

Rodapé Invertido: é conhecido por esse nome justamente pelo fato de sua instalação ser ao contrário daquela de um rodapé convencional. Ou seja, ao invés das peças ficarem em relevo para fora da parede, o rodapé é instalado dentro de uma cava feita na base, demarcando um recuo interno da parede. Esta instalação faz com que a parede pareça estar “flutuando”, sem tocar o chão.

Rodapé Embutido: é colocado de forma que o rodapé fique no mesmo nível da parede, sem nenhum relevo ou recuo considerável. Suas peças acompanham o alinhamento da parede. Logo abaixo veremos como é feita a sua instalação.

 

Confira em nossa loja virtual: Rodapés

 

 

Como instalar um rodapé embutido?

Esse tipo de rodapé necessita um pouco mais de cuidado do que o rodapé convencional na hora da instalação. Por ser alinhado à parede, o profissional responsável pela instalação deverá deixar a parte debaixo da parede sem reboco, encaixar o rodapé nesse espaço e só então finalizar o acabamento.  Dessa forma, não ficará visível nenhuma borda do rodapé.

Vale lembrar o quanto é importante escolher materiais de qualidade e profissionais qualificados para desenvolver todo o trabalho de construção ou reforma da casa, escritório ou estabelecimento comercial. 

O processo para colocar o rodapé embutido pode seguir as seguintes etapas: 

1. Defina o piso que será colocado, de acordo com o projeto estabelecido; 

2. Defina qual a altura do rodapé que você deseja colocar;

3. Meça toda a extensão, para verificar a metragem de rodapé que será necessária;

4. Definido esses três passos anteriores, compre o rodapé da sua escolha

5. Caso seja possível, solicite o corte do rodapé em uma marmoraria (no caso de rodapés de mármore, cerâmica ou porcelanato), pois assim o corte ficará mais preciso, evitando o desperdício de peças.

 

Depois de comprar o seu rodapé e definir o que será feito, recomendamos que o profissional escolhido siga os passos abaixo:

1. Prepare a parede normalmente, rebocando-a;

2. Deixe um espaço no final da parede sem reboco, perto do piso, para que você possa encaixar o rodapé, de forma a ficar embutido na parede;

3. Faça uma impermeabilização do alicerce da parede e do lado externo do rodapé;

4. Utilize uma massa de cimento, ou argamassa, ou até mesmo colas especiais com alto poder de fixação;

5. Preencha toda a estrutura do rodapé, a fim de evitar quebras posteriores;

6. Use espaçadores como base entre o chão e a parte inferior do rodapé para criar espaços que deverão ser preenchidos com o rejunte;

7. Termine o reboco da parede, não se esquecendo de proteger o rodapé já colocado;

8. Aplique então o rejunte, unindo e finalizando todas as peças;

9. Aguarde a completa secagem (cura);

10. Depois do rodapé estar instalado e a parede rebocada e preparada, já pode seguir para a pintura!

 

No caso de uma obra finalizada, com as paredes prontas, para embutir um novo modelo, o profissional deverá criar um espaço na parede para o rodapéSerá preciso “descascá-la”, tirando todo o reboco exatamente no local em que será embutido o rodapé. O restante do processo é o mesmo, já descrito acima. 

 

Vantagens no uso do rodapé embutido

Entre as vantagens de usar o rodapé embutido, podemos citar: 

1. Permite uma melhor ocupação dos espaços, uma vez que os móveis podem ser bem encostados na parede;

2. Protege a parede dos impactos na hora da limpeza;

3. Protege contra umidades;

4. A depender do modelo, pode impedir o acúmulo de poeira, uma vez que suas bordas estão embutidas na parede, facilitando assim a limpeza;

5. Disfarça possíveis imperfeições;

6. Proporciona uma sensação de continuidade entre parede e acabamento;

7. Pode ser usado também como elemento decorativo, ajudando a emoldurar o ambiente;

8. Transmite a sensação de modernidade e amplitude do ambiente.

 

Desvantagens no uso do rodapé embutido

1. É preciso bastante cuidado com os móveis rentes à parede, para que a mesma não sofra nenhum desgaste e seja danificada;

2. Por ser um processo mais trabalhoso, a instalação do rodapé embutido acaba por gerar um gasto maior com a mão de obra;

3. Por exigir uma maior preparação na instalação do rodapé embutido, o tempo gasto na instalação também aumenta. 

 

Gostou das dicas?

Esperamos que tenhamos conseguido esclarecer suas dúvidas sobre os diferentes modos de instalação do rodapé e sobre como colocar o rodapé embutido. Na loja virtual da Telhanorte, você encontra um setor de acabamentos para piso com rodapés e soleiras de porta, além dos departamentos de pisos e revestimentos, tintas e muito mais. 

 

Edição por Vinicius Marques e Murilo Bonício

Pisos de madeira: inspire-se com os principais modelos

Tipos de pisos de madeira

| Dicas

 

Leia mais sobre os principais tipos de pisos de madeira, suas aplicações e modelos. Confira ainda recomendações para a decoração e imagens para se inspirar!

 

Em qualquer construção ou reforma, a escolha dos tipos de pisos de madeira que vão ser usados é muito importante. E, vamos combinar, o piso de madeira sempre foi e sempre será um dos mais desejados, independente do estilo que você deseja para sua casa. Além de ser um material nobre, a madeira combina com diversos estilos de decoração, proporcionando a sensação de aconchego.

 

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Banheiro moderno com plantas e madeira (Foto: HAO Design / Hey!Cheese / Reprodução)

 

Considerado um piso quente por sua temperatura não variar muito, é a combinação da beleza, elegância e sofisticação. Dependendo do tratamento que o piso de madeira recebe, pode ser mais brilhante ou mais opaco. Há diversos tipos de pisos de madeira no mercado. Vamos falar um pouco sobre eles. 

 

7 tipos de pisos de madeira

1. Taco de madeira

Esse estilo de piso é feito de peças de madeira maciça de diversos tamanhos e que formam desenhos, a depender do modo que são colocados. Diferentemente do parquet, que explicaremos logo abaixo, os tacos são vendidos e instalados peça por peça. Ficou um tempo fora de uso, mas está voltando com força, principalmente para quem adora o estilo vintage. Sua manutenção é feita com pano úmido, quase seco, ou produtos específicos para esse tipo de piso.

 

Sugestão de matéria: Veja dicas de modelos e acabamentos de pisos cerâmicos!

 

Importante: Independentemente do piso, é sempre indispensável consultar as orientações de limpeza e manutenção indicadas especificamente para o produto adquirido.

 

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O acabamento do piso pode ser escolhido de acordo com a decoração do ambiente (Foto: Apoena Amaral / Reprodução)

 

2. Parquet de madeira

A principal diferença do Parquet é que ele, ao contrário do taco, é formado por mais de uma peça de madeira, fixadas juntas, formando uma placa. Essas placas, de acordo com a instalação, podem formar diferentes desenhos e, assim como a maioria dos tacos, não possuem encaixes. Sua limpeza é feita com pano úmido, quase seco.

 

 

3. Assoalho

São réguas de madeira maciça de tamanhos e espessura variáveis. Possuem encaixe nas duas ou nas quatro laterais (assoalho TG4) de cada peça. Podem ser colocadas de forma longitudinal como também diagonal. Algumas peças de assoalho são apenas fixadas no contrapiso, mas há outros modelos que precisam ser pregados em barrotes de madeira maciça dura, embutidos diretamente no concreto.

Para este tipo de piso de madeira existem algumas formas de limpá-lo:

 

Tipos de pisos de madeira

O assoalho pode ter um acabamento mais fosco (Foto Casa Cor SP 2016 – Cinema em Casa / Bruno Gap / Reprodução)

 

4. Piso de madeira de demolição

Proveniente da demolição de antigas construções, como casarões e galpões, esse material é muito procurado e valorizado por sua excelente qualidade e durabilidade. Tratam-se de madeiras nobres e são muito procuradas em obras sustentáveis, que utilizam materiais reutilizados.

A madeira de demolição passa por um processo de recuperação e higienização, para que possa ser utilizada novamente.  É elemento essencial em um estilo rústico e moderno. Para a limpeza, use um pano úmido!

 

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A madeira de demolição é um elemento chave em ambientes rústicos (Foto: Chestnut Floors / Reprodução)

 

5. Pisos estruturados

Esse modelo é feito a partir de uma estrutura composta por lâminas (fibras) de madeira, que são cruzadas e revestidas por uma capa de madeira nobre. Esse cruzamento de lâminas evita o efeito de contração e expansão da madeira. É conhecido também como “piso pronto”, uma vez que já vem preparado de fábrica, com diversas camadas de verniz. Após a instalação, o piso já está pronto para o uso e sua manutenção requer apenas um pano úmido, dispensando cera ou verniz. São mais estáveis, versáteis e sustentáveis. 

 

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O piso estruturado possui instalação simples (Nice & New Carpets & Flooring / Reprodução)

 

6. Pisos Laminados

Também conhecido como “piso flutuante”, o piso laminado é fácil de instalar, limpar, além de ser econômico. As peças laminadas são feitas de painéis de fibra de madeira (lâminas) finos, instalados sobre uma manta termoacústica de polietileno, que protege o piso e evita ruídos, com encaixes nas laterais. Já vem com acabamento, portanto dispensam o uso do verniz (sinteco) ou cera. 

 

Tipos de pisos de madeira

Os pisos laminados também apresentam cores e acabamentos diferentes (Foto: Mohawk / Reprodução)

 

Os pisos laminados já vêm de fábrica preparados com compostos que evitam riscos no piso e também evitam a umidadeUm fator importante a ser observado na hora da compra do piso laminado é a resistência à abrasividade do mesmo. Há pisos de baixa, média e de alta resistência. Portanto, quanto maior a resistência, menor será o risco de corrosão e acidentes. Na limpeza, necessitam apenas de um pano levemente umedecido. O uso de cera geralmente é contraindicado.

 

7. Deck de madeira

Os pisos de madeira também podem ser usados como pisos para áreas externas, como em decks e áreas gourmet. Para isso, a madeira recebe uma preparação especial, para que não se danifique. Sua manutenção deve ser periódica. 

 

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Os decks são ideais para ambientes externos modernos e aconchegantes (Foto: JR Assoalhos / Reprodução)

 

Regras básicas para a manutenção de todos os tipos de pisos de madeira

Lembre-se de que há diferentes cuidados para cada tipo de piso. Em relação aos pisos de madeira, as principais dicas são:

– Use uma vassoura de cerdas macias ou opte pelo aspirador de pó.

– Jamais jogue água diretamente no piso de madeira.

– Não use álcool ou nenhum alvejante, para evitar manchas.

– Utilize um pano levemente umedecido para a limpeza e passe um pano seco a seguir.

– Quando for usar algum produto, escolha o específico para o seu tipo de piso. Leia as instruções do fabricante e siga corretamente

 

Sugestão de matéria: Aprenda como tirar risco do piso laminado e confira dicas para prolongar a durabilidade do piso vinílico!

 

Em muitos modelos, é importante também evitar a incidência direta de sol. Por mais que esses pisos estejam devidamente preparados, eles podem manchar (descolorir) e apresentarem rachaduras devido à ação do calor (dilatação). Outro fator que se deve ter atenção é quanto à umidade. Deve-se evitar qualquer contato do piso de madeira com a água (a menos que ele seja devidamente impermeabilizado), com risco de haver algum tipo de deformação ou mancha. 

 

Gostou de conhecer sobre os tipos de pisos de madeira?

Agora que você sabe quais são os principais tipos de pisos de madeira, pode fazer sua compra com a certeza de que vai acertar no modelo que escolher! Na loja virtual da Telhanorte, você encontra um departamento completo de Pisos com pisos vinílicos, pisos laminados e decks para áreas externas, além de opções como pisos cerâmicos e piso de pedras naturais!

Confira e aproveite para completar seu pedido com outros itens para assentamento como Acabamentos para piso, Argamassa e Rejunte. Comprando online, você tem mais comodidade, paga com segurança e recebe tudo em casa! Aproveite as ofertas e viva a sua casa do jeito que você sempre quis!

 

Piso cerâmico amadeirado: confira dicas!

 

Edição de Vinicius Marques e Camila Alexandrino

Porcelanato amadeirado: 11 ambientes para te inspirar

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| Ambientes Internos

 

Inspire-se vendo ambientes com porcelanato amadeirado como salas, cozinhas, quartos, banheiros e áreas externas.

 

Os ambientes com porcelanato amadeirado são queridinhos dos projetos de decoração. Afinal, como não amar uma opção de revestimento que elimina o lado trabalhoso de lidar com a madeira?

Usar a madeira natural exige cuidados na preparação das réguas, na aplicação no piso e na manutenção. Sem os cuidados desde o início, a madeira pode apodrecer, se encher de cupim, fungos e até se desfazer, tornando-se perigosa.

Por isso, o porcelanato é a opção ideal, pois seu acabamento que imita madeira é realista e, ainda, tem características reforçadas.

 

Sugestão de matéria: Procurando mais dicas para se inspirar? Veja Como usar a madeira na decoração

 

Confira algumas dicas de porcelanato amadeirado que separamos abaixo:

 

Dicas na hora de comprar porcelanato amadeirado

 

Considere as cores da parede e dos móveis

Tem alguma prioridade em relação à cor das paredes? Ou um móvel com design diferente que gostaria muito de incluir na decoração? Esses detalhes vão ajudar a combinar o porcelanato amadeirado para que ele seja de um tom e textura que formem o conjunto ideal. 

 

Pense no local de utilização

O porcelanato amadeirado pode ser usado em diversos ambientes. Diferente da madeira natural, o porcelanato é resistente e durável, sendo útil tanto em áreas internas quanto externas da casa. Em espaço como varandas e ao redor da piscina, vale a pena investir na versão antiderrapante que ajuda a evitar acidentes. 

 

Quanto mais próximas as réguas melhor

Para obter um ambiente mais realista como resultado, faça a instalação das réguas de porcelanato o mais próximo possível.  Assim, o acabamento fica mais uniforme, parecendo que o chão não tem emendas e dando a impressão mais real de ser madeira natural. Contudo, não deixe de verificar as indicações dos fabricantes quanto a distância mínima necessária!

 

Vantagens do porcelanato madeirado

As principais vantagens dos ambientes com porcelanato amadeirado são:

Durabilidade do piso: diferente de um piso de madeira natural que, sem os devidos cuidados, se deteriora, o porcelanato gera poucos problemas com umidade, infestação de cupim, marcas de riscos ou rachaduras.

Beleza: os fabricantes de porcelanato conseguem imitar com eficiência as cores e texturas da madeira, permitindo escolher uma opção que mais combine com a sua decoração e que, muitas vezes, não seria possível encontrar nas versões naturais.

Facilidade de limpeza: o porcelanato exige uma manutenção mínima. O recomendado é limpá-lo apenas com água e detergente neutro.

 

Inspirações de ambientes com porcelanato amadeirado

Já decidiu que vai usar madeira na decoração e o porcelanato amadeirado, mas não quer errar na combinação do restante dos móveis? Continue lendo e confira algumas inspirações de porcelanato amadeirado na sala, cozinha, quarto, área externa, entre outros:

 

Ambientes com porcelanato amadeirado como o banheiro ficam lindos, principalmente, quando existe bastante luz natural incidindo no espaço.

Nas fotos abaixo, o acabamento de madeira sobe também para as paredes, criando uma continuidade entre piso e parede. Para contrastar, as plantas com folhas verdes grandes e a cuba branca traz bons resultados!

 

 

Por outro lado, os ambientes com porcelanato amadeirado podem ter apenas um detalhe revestido com esse acabamento. Nesse banheiro, pôde-se criar um painel na parede atrás da pia, servindo de base para o espelho.

 

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Banheiro minimalista e clean (Foto: Italstroy / Reprodução)

 

Nos ambientes com porcelanato amadeirado como sala de jantar e cozinha integradas, a decoração pode ganhar um diferencial com uma cor vibrante. A pintura azul dos móveis, paredes e bancadas contrasta com o chão, chamando a atenção na medida certa. Repare que os demais elementos têm cores neutras para equilibrar.

 

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O porcelanato amadeirado pode cair bem com paredes coloridas (Foto: Quattrino Arquitetura / Reprodução)

 

Outra inspiração de ambientes com porcelanato amadeirado são as áreas externas com piscina.

Como é um espaço que fica constantemente molhado, o porcelanato é eficiente e seguro. Além de ser um acabamento estético que tem tudo a ver com as áreas ao ar livre, é um piso seguro, pois existe a versão de porcelanato antiderrapante. Dessa forma, mesmo com a superfície molhada, a movimentação é mais segura.

 

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O porcelanato amadeirado, ao contrário da madeira, absorve pouco nível de água (Foto: Villagres / Reprodução)

 

Uma característica marcante de ambientes com porcelanato amadeirado é a sensação de aconchego e conforto. Por isso, áreas de lazer da casa, como um espaço para leitura, ficam perfeitas com o porcelanato amadeirado.

Contrastando com o piso, os móveis brancos ganham pontos de cor com livros e quadros decorativos

 

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Ambiente de leitura e descanso (Foto: Ashe + Leandro / Reprodução)

 

Sugestão de matéria: Descubra 4 tipos de porcelanato para a área externa da sua casa, saiba como escolher um modelo de porcelanato amadeirado e aprenda como instalar o porcelanato no piso

 

 

Outro tipo de ambiente no qual o porcelanato amadeirado que têm um efeito certeiro é a cozinha. A madeira tradicional não teria a mesma utilidade, já o porcelanato, é fácil de limpar. 

No exemplo abaixo, o tom da madeira contrasta com a paleta dos móveis que mescla tons claros e escuros. 

 

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O porcelanato amadeirado também pode ser mais discreto na decoração do ambiente (Foto: Ajansyapim / Reprodução)

 

Os quartos são ambientes excelentes para receber esse tipo de piso. Isso, porque a madeira dá uma sensação mais aconchegante, como o ambiente pede. Contudo, como o porcelanato é um piso frio, mesmo imitando um material de toque mais quente, os tapetes são ótimas opções para completar a decoração. 

 

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Quarto com abajures diferentes em cada lado da cama. Projeto do ARQ_IN Arquitetura (Foto: Julia Ribeiro / Reprodução)

 

Outra ideia para o quarto é contrastar o acabamento rústico da madeira com as cores das paredes e com peças de design mais moderno. 

 

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Espalhe vasos de diferentes tamanhos pelo quarto e deixe a natureza mais perto de você (Foto: Revista Evoke / Reprodução)

 

Os ambientes com porcelanato amadeirado geralmente possuem acabamento fosco. Por isso, as luminárias pendentes com acabamento metálico são diferenciais no ambiente, mesmo de dia.

Como nessa sala de jantar, os tons dos móveis, do chão e das peças de iluminação são similares, as plantas são opções para fazer um contraste harmonioso. 

 

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Sala de jantar ampla e agradável (Foto: Revestindo a Casa / Reprodução)

 

Por fim, as varandas gourmets também são excelentes ambientes com porcelanato amadeirado, pois valorizam o piso e tornam o ambiente versátil e agradável de estar. 

 

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Que tal montar um jardim vertical na varanda? (Foto: Reprodução/Casa e Jardim)

 

Gostou das dicas de ambientes com porcelanato amadeirado?

Se você quer criar ambientes com porcelanato amadeirado, pode se inspirar nas dicas acima para montar a decoração ideal para sua casa!

Aproveite e confira as ofertas da categoria Porcelanatos no site da Telhanorte! Comprando online, você faz o pedido com segurança e recebe no conforto de casa.

 

Porcelanato amadeirado: como escolher um modelo

 

Edição: Vinicius Marques e Murilo Bonício 

Como usar tinta esmalte: 5 dicas para não errar

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| Tintas

 

Confira nossas dicas para não errar na hora de pintar as superfícies da casa com tinta esmalte

 

A tinta esmalte é muito utilizada em superfícies de madeira e metal, não sendo tão recomendada para paredes de alvenaria. Ela é resistente, facilita a limpeza da superfície e pode ser utilizada em áreas externas como grades e portões, além de superfícies internas como portas, janelas, batentes e rodapés

 

Sugestão de matéria: Confira em nosso blog os principais tipos e acabamentos da tinta esmalte, além dos principais tipos de tinta

 

Confira em nosso site: Tinta Esmalte

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Esmalte sintético acetinado 3,6 litros branco Suvinil (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Como usar tinta esmalte

1. Escolha os acessórios para a pintura

Primeiro, você precisa separar os utensílios adequados para a pintura. Um dos pinceis recomendados para a tinta esmalte é o de cerdas pretas. Além do esmalte, esse pincel também é indicado para a aplicação de verniz e stainVocê também pode optar por um rolo para pintura. Nesse caso, opte por um rolo de espuma poliéster, e não por rolos de lã, que são indicados para tintas acrílicas

 

Confira em nosso site: Acessórios para Pintura

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Rolo para pintura 9cm espuma 406/09 Atlas (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

2. Defina qual tinta esmalte você usará

Existem alguns tipos de tinta esmalte, entre eles o esmalte sintético e o esmalte base de água.  Para aprender mais sobre os tipos de esmalte que você pode utilizar em casa, leia a matéria: Tipos e Acabamentos da Tinta Esmalte.

 

Confira em nosso site: Pintura para Madeira e Metal

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Esmalte sintético acetinado Coralit Ultraresistência branco 900ml Coral (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

3. Prepare a superfície a ser pintada

Assim como em qualquer outra pintura, é preciso deixar a superfície limpa e preparada. Caso contrário, o acabamento pode ficar prejudicado, apresentando imperfeições.

Deixe a superfície secar e retire qualquer resquício de umidade, gordura ou póUse uma lixa bem fina (opte por uma em torno do n° 240).

 

Sugestão de matéria: Não conhece os tipos de lixa? Então acesse nosso artigo sobre os principais tipos de lixas e fique por dentro das melhores opções. 

 

4. Aplique a tinta

A aplicação vai variar de acordo com o tipo de tinta escolhida e com as indicações de cada fornecedor. O primeiro passo é ler as instruções na embalagem do produtoGeralmente, as tintas esmalte sintético precisam de solvente. Algo em torno de 30% de solvente. Já as tintas à base de água não precisam ser diluídas, tornando o trabalho mais simples. 

Aplique na superfície com o pincel ou rolo, sempre mantendo o mesmo sentido e direção.

 

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O esmalte acetinado dá um ótimo acabamento para a madeira (Foto: Polychimie / Reprodução)

 

5. Aguarde o tempo de secagem da tinta esmalte

Antes de passar a segunda mão, caso haja necessidade, espere as tintas secarem. O esmalte à base de água tende a secar por volta de 30 minutos ao toque, enquanto que o esmalte sintético à base de solvente leva em torno de 45 minutos entre uma demão e outra.

 

Como remover tinta esmalte?

Quer reformar um móvel ou uma outra superfície que já está pintada com tinta esmalte ou verniz? Para isso, pode ser necessário retirar a tinta antiga antes de passar uma nova demão. Você pode utilizar lixas e fazer a retirada da tinta em um processo manual. Uma outra opção é a remoção da tinta em um processo químico, por meio de produtos chamados removedores

Eles podem ser usados em metal ou madeira e não danificam a superfície, retirando a tinta sem agredir a superfície. É obrigatório o uso de máscaras, luvas e óculos de proteçãoAlém disso, é importante estar em um local ventiladoEm nenhuma hipótese use esse tipo de produto em locais fechados. 

Leia com atenção as instruções do fabricante antes de começar o processo de remoção da tinta antiga. Tenha o cuidado de limpar a peça depois do uso dos removedores para a aplicação da nova cobertura de tinta. 

 

Como limpar pincéis e rolos? 

Uma das etapas que grande parte das pessoas pulam após a pintura é a limpeza dos materiais. Entretanto, não limpar pincéis, rolos e demais materiais usados no processo de pintura pode inutilizá-los. Esses itens não são descartáveis e podem te ajudar a economizar em uma outra reforma. Por isso, tome cuidado e limpe-os imediatamente após o uso. Em tintas a base de água basta usar água corrente e sabão. Já no caso de tintas à base de solvente, você vai precisar tirar o excesso de tinta do pincel com estopa ou jornal e depois lavar com um solvente como aguarrás.

 

Onde comprar tintas esmalte de qualidade e com menor preço?

Na loja virtual da Telhanorte, você encontra um departamento completo de Tintas e uma sessão especial com Tinta Esmalte para atender às suas necessidades com a qualidade e o preço que você procura. Além dos melhores preços de tintas, aproveite também nossa sessão com Acessórios para Pintura como pincéis, rolos para pintura, lixas para pintura, bandejas e caçambas, e muito mais. 

Agora que você já sabe como usar tinta esmalte, aproveite nossas promoções e faça seu pedido sem sair de casa! Receba tudo no endereço indicado e parcele suas compras em 10 vezes sem juros no cartão de crédito da Telhanorte.

 

Pintura externa: preparação e durabilidade da tinta

 

Edição de Vinicius Marques e João Victor Quintino

Acessibilidade: conheça a norma NBR 9050 e como ela pode influenciar sua obra

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| Reforma

Você já ouviu falar sobre a norma de acessibilidade da ABNT? Entenda mais sobre como ela funciona

 

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) foi reconhecida pela sociedade brasileira como o Foro Nacional de Normalização em setembro de 1940. Ela é uma entidade privada e sem fins lucrativos responsável por elaborar, editar e revisar as Normas Brasileiras (ABNT NBR), feitas por seus Comitês Brasileiros, Organismos de Normalização Setorial e Comissões de Estudo Especiais.

Já a ABNT NBR 9050 é uma norma reguladora que estabelece critérios e parâmetros técnicos de acessibilidade a obras, reformas, instalações e demais construções de espaços físicos nos meios urbanos e rurais. Para sua elaboração, foram consideradas diversas condições de mobilidade e percepção sensorial, com ou sem a necessidade de aparelhos específicos como cadeira de rodas, bengalas, aparelhos auditivos, entre outros. Desta maneira, para um espaço ser considerado acessível, tem de atender aos critérios dispostos nesta norma.

Confira agora um breve guia indicando o que você encontra em cada parte da norma e como utilizar seu conteúdo. Também separamos uma parte do nosso texto para explicar como a fiscalização desta norma é feita e como ela pode contribuir para a obra!

 

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Saiba como navegar pela ABNT NBR 9050 (Ilustração: Freepik)

Como navegar pela ABNT NBR 9050?

A ABNT NBR 9050 teve seu início em 1985, passando por revisões nos anos de 1994, 2004 e 2015. Em 2020, apenas sua primeira emenda foi revisada, mantendo assim o restante do documento conforme a versão de 2015.

Caso você precise consultar algum parâmetro de acessibilidade, é simples. Primeiro tenha certeza de que você está visualizando a versão mais atualizada da norma. Clique aqui para acessá-la. Logo no começo do documento, na página iii, você encontra o Sumário, com a relação de todas as seções e subseções, onde você pode escolher sobre qual tema você quer ler.

Confira agora a lista completa de todas as seções, onde indicamos as respectivas páginas e uma breve explicação do que você encontra em cada uma delas:

 

Prefácio e 1. Escopo (págs xiii – 1)

Aqui é onde a norma é apresentada. Nessas duas primeiras partes, você encontra informações gerais sobre esta versão do documento como: quem organizou, objetivos da norma, etc.

 

2. Referências Normativas e 3. Termos, Definições e Abreviaturas (págs 1 – 6)

Em Referências Normativas, são listadas todas as outras normas da ABNT necessárias para a aplicação da 9050. Logo em seguida, há um glossário com a definição adotada pelo Comitê para cada termo e abreviação utilizados no documento. São apresentadas as definições de diversos termos básicos como “acessível”, “calçada”, e “uso público”.

 

4. Parâmetros Antropométricos (págs 6 – 30)

Nesta seção, a norma estabelece todas as dimensões utilizadas como referência para a elaboração dos seus parâmetros. Assim, são determinadas grandezas referenciais, como as de uma pessoa em pé ou sentada, alturas padrões para diversos objetos – como telefones, tomadas e interruptores – e mesmo parâmetros auditivos e visuais. Essas medidas são feitas levando em consideração diversas variáveis como: o uso de cadeira de rodas e bengala.

Você também encontra nesta seção todas as medidas que possibilitem a circulação do cadeirante, dimensões de assentos necessárias para pessoas obesas, entre outras.

 

5. Informação e Sinalização (págs. 30 – 53)

Aqui se concentram todos os critérios necessários para o uso de placas, sinalizadores e peças informativas, de maneira que seus conteúdos sejam acessíveis a todas as pessoas. Altura ideal para placas, uso do braille e avisos sonoros são alguns dos parâmetros encontrados aqui.

 

6. Acessos e Circulação (págs. 53 – 83)

Nesta seção você encontra as medidas adequadas para uma circulação acessível, quer seja em vias públicas, como ruas, estacionamentos e calçadas, ou espaços internos e privados, como corredores, cômodos, escadarias e elevadores.

 

7. Sanitários, banheiros e vestiários (págs. 83 – 113)

Este é um capítulo reservado exclusivamente a todos os critérios de acessibilidade referentes a banheiros e vestiários, uma vez que há uma variedade muito extensa de medidas e condições necessárias para a plena adequação desses espaços.

 

8. Mobiliário Urbano e 9. Mobiliário (págs. 113 – 121)

Aqui são apresentadas as medidas indicadas e os desenhos universais (concepções de produtos de modo a não precisar de adaptações) de objetos como semáforos, telefones públicos e assentos (no caso do Mobiliário Urbano) e de mesas de trabalho, balcões e caixas eletrônicos (em Mobiliário).

 

10. Equipamentos Urbanos (págs. 121 – 138)

Nesta última seção, há mais desenhos universais e parâmetros para objetos e espaços diversos de acesso público, como cinemas, arquibancadas, restaurantes, exposições, hotéis, hospitais, praças, escolas, bibliotecas, lojas e praias públicas.

 

Anexos Informativos (págs. 138 – 147)

No final da norma, há a colocação de quatro anexos informativos, com o objetivo de explicar e apresentar de maneira mais detalhada os seguintes temas: desenhos universais e seus princípios; fatores relevantes de projeto; detalhamento de barras de apoio e sanitário para uso de pessoa ostomizada.

 

Dessa maneira, se você procura por medidas simples para obras em sua residência familiar, você precisa considerar parâmetros como: largura de portas, corredores e cômodos, altura de armários, janelas, mesas, maçanetas e interruptores e banheiros acessíveis. Assim, sugerimos que você consulte as seguintes seções: 4. Parâmetros Antropométricos, 7. Sanitários, Banheiros e Vestiários e os anexos informativos C e D (Detalhamento de Barras de Apoio e Sanitário para Uso de Pessoa Ostomizada).

 

Caso a sua obra seja voltada para o uso coletivo e público, como lojas, restaurantes e escolas, você precisará considerar, além de todos os parâmetros indicados acima: altura de caixas eletrônicos, balcões e produtos em estantes, distância considerável entre assentos, bancadas e mesas e sinalizações adequadas, como peças em braille, placas, recursos auditivos e táteis. Indicamos que você leia, além dos itens já citados, as seções 5. Informação e Sinalização, 6. Acessos e Circulação, 9. Mobiliário e 10. Equipamentos Urbanos.

 

Fiscalização e obrigatoriedade

Em dezembro de 2004, o Governo promulgou o decreto n 5296, que, entre outros objetivos, determina obrigatória a adoção das referências de acessibilidade da ABNT para todo projeto arquitetônico voltado para o uso público e coletivo

 

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Vestiário acessível (Foto: Reprodução/Getty Images/iStockphotos)

 

Dessa maneira, é obrigação de todo estabelecimento público ou privado, ao realizar a construção ou reforma de seus espaços, atender aos parâmetros apresentados por essa norma. Devem também obedecer a esse decreto os espaços de uso comum de edificações privadas multifamiliar (como condomínios residenciais, pensões e etc.)

No caso das áreas internas de residências unifamiliares, a adoção desses parâmetros não é obrigatória. Ainda assim, a norma serve como referência e padrão para a instalação de objetos como tomadas, maçanetas e interruptores, além de ser necessária caso haja algum membro da família que necessite de cômodos acessíveis.

O principal responsável por fiscalizar a acessibilidade dos projetos arquitetônicos é o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), por meio do controle da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de cada projeto. Há também outros setores municipais e órgãos públicos que podem realizar essa fiscalização, por isso é essencial que toda obra obtenha o Certificado de Acessibilidade, concedido pela Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA).

 

Agora que você já sabe como consultar a ABNT NBR 9050, é só sentar com seu arquiteto, planejar e calcular cada etapa da obra, comprar os materiais necessários em nossa loja virtual ou lojas físicas e #BoraFazer! 

Ainda não sabe por onde começar? Recomendamos então que você consulte os serviços do nosso Arquiteto de Bolso. Qualquer dúvida, é só nos chamar!

 

Por Vinicius Marques | Edição Stéphanie Durante