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Parede de chapisco: como pintar?

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| Área Externa

 

Entenda como pintar uma parede de chapisco usando dois métodos diferentes e confira dicas para organizar o serviços antes, durante e depois da pintura.

 

Acabamento em chapisco não é sinônimo de parede mal acabada. Por isso é importante aprender como pintar parede de chapisco da melhor forma, levando em consideração alguns detalhes, tanto para agilizar o serviço, quanto para fazê-lo da forma correta. 

O chapisco é uma argamassa feita geralmente de cimento e areia e é aplicado direto na alvenaria, formando uma camada irregular sobre a parede.

Sua função é dar mais aderência ao reboco, mas ele também funciona como acabamento final para paredes em áreas externas, como muros. Costuma-se também aplicar um impermeabilizante na argamassa do chapisco, a fim de evitar infiltrações, uma vez que os muros ficam expostos no ambiente. A maioria das pessoas prefere pintar o chapisco, para dar um acabamento mais bonito e harmonioso.

Apesar da superfície irregular do chapisco ser mais trabalhosa de pintar, a tinta adere sem dificuldades. Assim, confira agora nossas dicas para realizar a pintura de superfícies de chapisco.

Boa leitura!

 

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Parede chapiscada (Foto: Deposit Photos / Reprodução).

 

Guia de como pintar parede de chapisco

 

1. Forre o chão próximo à parede

Pintar paredes sempre gera uma bagunça. Assim, como em qualquer outro processo de pintura, forre o chão próximo à parede de chapisco com uma lona preta ou folhas de jornal. Além de proteger o piso dos respingos de tinta, você ganha uma superfície para trabalhar e poder apoiar os outros materiais.

 

2. Escolha uma tinta para parede externa

Para prolongar a vida útil da pintura e manter a cor viva e bem acabada por mais tempo, use uma tinta própria para parede externa. Caso seja um muro, as cores escuras são mais recomendadas, como alguns tons de cinza. Mas você também deve considerar o ambiente como um todo, para escolher a cor que melhor harmonize com o conjunto da obra.

 

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Muro de chapisco pintado de cinza (Foto: Chácara Justo / Reprodução).

 

Sugestão de matéria: Confira em nosso blog Quais os Principais Tipos de Tinta para Parede e aprenda Como Escolher a Cor para Parede de Cada Cômodo

 

3. Faça a diluição da tinta

Para render a aplicação, o recomendado é diluir a tinta, ao pintar a parede de chapisco. As tintas à base de água são diluídas em água e as tintas a óleo são diluídas em aguarrás.

Dependendo do método de pintura escolhido para fazer a pintura, a proporção de diluente necessária varia. Para pintura com trincha ou broxa, a proporção do diluidor varia entre 10 e 20%. Para pintura com pistola compressora, a tinta precisa estar mais diluída, para passar pelo canal da ferramenta. Então a proporção de diluentes é entre 20 e 30%

Atenção: É muito importante que você confira as orientações na embalagem da tinta escolhida, para poder fazer a diluição de maneira correta!

 

4. Escolha o método de pintura

As duas formas mais eficientes de fazer a pintura de chapisco são utilizando:

– Trincha ou broxa;

– Pistola com compressor.

Atenção: Pintar a parede chapiscada apenas com um rolo não traz bons resultados, porque a tinta não adere nas reentrâncias da parede e o acabamento não fica uniforme.

 

Confira em nossa loja: Acessórios para Pintura

 

5. Aplique a tinta 

O processo de pintar a parede de chapisco com trincha ou broxa vai exigir força no braço, mas o resultado é uma pintura homogênea com apenas uma demão. Escolha uma trincha ou uma broxa grande, para ter mais eficiência no preenchimento de toda a parede. Use uma bandeja de pintura para manusear a tinta com maior facilidade. 

Apesar de não recomendarmos o uso exclusivo do rolo para a pintura, uma boa dica é utilizar ele como um auxiliar para a aplicação com a broxa, evitando que a tinta escorra pela parede. O processo é simples: primeiro você espalha a tinta utilizando-se da broxa e, antes que ela seque, você passa o rolo na área pintada, fazendo com que o excesso de tinta se espalhe ou seja absorvido pelo rolo.

Já no caso da pistola compressora, além da também ficar uniforme, a pintura por meio dela é mais rápida. No entanto, são necessárias geralmente duas demãos. Além disso, vale dizer que o preço de uma pistola compressora é mais elevado que o de uma trincha ou da broxa.

 

6. Aguarde a secagem

Depois de aplicar a tinta em toda a superfície da parede, é só aguardar o tempo de secagem necessário para conferir o resultado da pintura.

 

Dicas para pintar parede chapiscada

– Como se trata de uma pintura externa, escolha um dia de tempo firme e ensolarado para fazer a pintura do muro. Assim, você evita a chuva e outras intempéries que podem prejudicar o resultado;

– Se você usar a pistola compressora, mantenha a mesma distância (de 20 a 25 cm) da parede durante a pintura, para garantir um acabamento homogêneo na aplicação da tinta;

– Use luvas de proteção para manipular a tinta e fazer a diluição sem sujar as mãos. É importante especialmente se for utilizada tinta à base de óleo, que é diluída com aguarrás e pode sensibilizar a pele;

– Coloque também um colete de proteção, ou uma roupa velha, para evitar que os respingos manchem as roupas;

– Para evitar que partículas invisíveis entupam o bico da pistola compressora, é recomendado filtrar a tinta com um filtro adequado, seguindo as orientações do manual de instrução do objeto;

– Coloque o bico da pistola compressora na posição vertical para ter mais agilidade na aplicação da tinta durante a pintura da parede;

– Limpe todos os acessórios ao final do trabalho. A tinta à base de água é mais fácil de ser removida dos acessórios. A tinta a óleo pode ser removida com aguarrás;

– Deixe os pincéis secarem ao ar livre antes de serem guardados, para evitar o surgimento de mofo.

 

Gostou das dicas?

Se você tem uma parede chapiscada em casa e quer dar um acabamento diferente para ela, siga o passo a passo e as dicas acima para acertar na pintura!

Confira no site da Telhanorte as opções de Tintas e Corantes e também de Acessórios para Pintura para ter produtos de qualidade no acabamento da sua casa!

 

Edição por: Vinicius Marques e Murilo Bonício

Rodapé: confira os modelos e aprenda como embutir

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| Ambientes Internos

 

Conheça os principais tipos de rodapé e para que servem. Confira como instalar o rodapé embutido e quais as vantagens e desvantagens

 

Há quem opte por não usar o rodapé na construção ou reforma da casa. A escolha é realmente sua, mas, para quem gosta, o rodapé oferece suavidade no arremate do piso com a parede. Além de proporcionar um acabamento de qualidade e ser esteticamente bonito, sua principal função é a de proteção da base da parede contra impactos e produtos que possam danificá-la, como vassouras, rodos, aspirador de pó, cadeiras, móveis, água e produtos de limpeza.

Hoje em dia, há uma enorme variedade de modelos de rodapé no mercado, dos mais discretos aos mais sofisticados, com diferentes tipos de materiais, formatos, tamanhos, texturas, cores. 

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Rodapé de 10cm Moderna 2,4 metros branco Santa Luzia (Foto: Acervo / Telhanorte).

 

Além disso, dependendo do material que será usado, o rodapé tem outra função importante: ele é usado para embutir, proteger e esconder fiação e cabos – fazendo com que o ambiente se torne mais clean.

As três principais formas de instalação são:

Rodapé Convencional ou Sobreposto: é o tipo de rodapé mais comum e utilizado – e de menor custo também. É colocado de forma sobreposta à parede, marcando um certo relevo em sua base.

Rodapé Invertido: é conhecido por esse nome justamente pelo fato de sua instalação ser ao contrário daquela de um rodapé convencional. Ou seja, ao invés das peças ficarem em relevo para fora da parede, o rodapé é instalado dentro de uma cava feita na base, demarcando um recuo interno da parede. Esta instalação faz com que a parede pareça estar “flutuando”, sem tocar o chão.

Rodapé Embutido: é colocado de forma que o rodapé fique no mesmo nível da parede, sem nenhum relevo ou recuo considerável. Suas peças acompanham o alinhamento da parede. Logo abaixo veremos como é feita a sua instalação.

 

Confira em nossa loja virtual: Rodapés

 

 

Como instalar um rodapé embutido?

Esse tipo de rodapé necessita um pouco mais de cuidado do que o rodapé convencional na hora da instalação. Por ser alinhado à parede, o profissional responsável pela instalação deverá deixar a parte debaixo da parede sem reboco, encaixar o rodapé nesse espaço e só então finalizar o acabamento.  Dessa forma, não ficará visível nenhuma borda do rodapé.

Vale lembrar o quanto é importante escolher materiais de qualidade e profissionais qualificados para desenvolver todo o trabalho de construção ou reforma da casa, escritório ou estabelecimento comercial. 

O processo para colocar o rodapé embutido pode seguir as seguintes etapas: 

1. Defina o piso que será colocado, de acordo com o projeto estabelecido; 

2. Defina qual a altura do rodapé que você deseja colocar;

3. Meça toda a extensão, para verificar a metragem de rodapé que será necessária;

4. Definido esses três passos anteriores, compre o rodapé da sua escolha

5. Caso seja possível, solicite o corte do rodapé em uma marmoraria (no caso de rodapés de mármore, cerâmica ou porcelanato), pois assim o corte ficará mais preciso, evitando o desperdício de peças.

 

Depois de comprar o seu rodapé e definir o que será feito, recomendamos que o profissional escolhido siga os passos abaixo:

1. Prepare a parede normalmente, rebocando-a;

2. Deixe um espaço no final da parede sem reboco, perto do piso, para que você possa encaixar o rodapé, de forma a ficar embutido na parede;

3. Faça uma impermeabilização do alicerce da parede e do lado externo do rodapé;

4. Utilize uma massa de cimento, ou argamassa, ou até mesmo colas especiais com alto poder de fixação;

5. Preencha toda a estrutura do rodapé, a fim de evitar quebras posteriores;

6. Use espaçadores como base entre o chão e a parte inferior do rodapé para criar espaços que deverão ser preenchidos com o rejunte;

7. Termine o reboco da parede, não se esquecendo de proteger o rodapé já colocado;

8. Aplique então o rejunte, unindo e finalizando todas as peças;

9. Aguarde a completa secagem (cura);

10. Depois do rodapé estar instalado e a parede rebocada e preparada, já pode seguir para a pintura!

 

No caso de uma obra finalizada, com as paredes prontas, para embutir um novo modelo, o profissional deverá criar um espaço na parede para o rodapéSerá preciso “descascá-la”, tirando todo o reboco exatamente no local em que será embutido o rodapé. O restante do processo é o mesmo, já descrito acima. 

 

Vantagens no uso do rodapé embutido

Entre as vantagens de usar o rodapé embutido, podemos citar: 

1. Permite uma melhor ocupação dos espaços, uma vez que os móveis podem ser bem encostados na parede;

2. Protege a parede dos impactos na hora da limpeza;

3. Protege contra umidades;

4. A depender do modelo, pode impedir o acúmulo de poeira, uma vez que suas bordas estão embutidas na parede, facilitando assim a limpeza;

5. Disfarça possíveis imperfeições;

6. Proporciona uma sensação de continuidade entre parede e acabamento;

7. Pode ser usado também como elemento decorativo, ajudando a emoldurar o ambiente;

8. Transmite a sensação de modernidade e amplitude do ambiente.

 

Desvantagens no uso do rodapé embutido

1. É preciso bastante cuidado com os móveis rentes à parede, para que a mesma não sofra nenhum desgaste e seja danificada;

2. Por ser um processo mais trabalhoso, a instalação do rodapé embutido acaba por gerar um gasto maior com a mão de obra;

3. Por exigir uma maior preparação na instalação do rodapé embutido, o tempo gasto na instalação também aumenta. 

 

Gostou das dicas?

Esperamos que tenhamos conseguido esclarecer suas dúvidas sobre os diferentes modos de instalação do rodapé e sobre como colocar o rodapé embutido. Na loja virtual da Telhanorte, você encontra um setor de acabamentos para piso com rodapés e soleiras de porta, além dos departamentos de pisos e revestimentos, tintas e muito mais. 

 

Edição por: Vinicius Marques e Murilo Bonício

Acessibilidade: conheça a norma NBR 9050 e como ela pode influenciar sua obra

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| Reforma

Você já ouviu falar sobre a norma de acessibilidade da ABNT? Entenda mais sobre como ela funciona

 

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) foi reconhecida pela sociedade brasileira como o Foro Nacional de Normalização em setembro de 1940. Ela é uma entidade privada e sem fins lucrativos responsável por elaborar, editar e revisar as Normas Brasileiras (ABNT NBR), feitas por seus Comitês Brasileiros, Organismos de Normalização Setorial e Comissões de Estudo Especiais.

Já a ABNT NBR 9050 é uma norma reguladora que estabelece critérios e parâmetros técnicos de acessibilidade a obras, reformas, instalações e demais construções de espaços físicos nos meios urbanos e rurais. Para sua elaboração, foram consideradas diversas condições de mobilidade e percepção sensorial, com ou sem a necessidade de aparelhos específicos como cadeira de rodas, bengalas, aparelhos auditivos, entre outros. Desta maneira, para um espaço ser considerado acessível, tem de atender aos critérios dispostos nesta norma.

Confira agora um breve guia indicando o que você encontra em cada parte da norma e como utilizar seu conteúdo. Também separamos uma parte do nosso texto para explicar como a fiscalização desta norma é feita e como ela pode contribuir para a obra!

 

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Saiba como navegar pela ABNT NBR 9050 (Ilustração: Freepik)

Como navegar pela ABNT NBR 9050?

A ABNT NBR 9050 teve seu início em 1985, passando por revisões nos anos de 1994, 2004 e 2015. Em 2020, apenas sua primeira emenda foi revisada, mantendo assim o restante do documento conforme a versão de 2015.

Caso você precise consultar algum parâmetro de acessibilidade, é simples. Primeiro tenha certeza de que você está visualizando a versão mais atualizada da norma. Clique aqui para acessá-la. Logo no começo do documento, na página iii, você encontra o Sumário, com a relação de todas as seções e subseções, onde você pode escolher sobre qual tema você quer ler.

Confira agora a lista completa de todas as seções, onde indicamos as respectivas páginas e uma breve explicação do que você encontra em cada uma delas:

 

Prefácio e 1. Escopo (págs xiii – 1)

Aqui é onde a norma é apresentada. Nessas duas primeiras partes, você encontra informações gerais sobre esta versão do documento como: quem organizou, objetivos da norma, etc.

 

2. Referências Normativas e 3. Termos, Definições e Abreviaturas (págs 1 – 6)

Em Referências Normativas, são listadas todas as outras normas da ABNT necessárias para a aplicação da 9050. Logo em seguida, há um glossário com a definição adotada pelo Comitê para cada termo e abreviação utilizados no documento. São apresentadas as definições de diversos termos básicos como “acessível”, “calçada”, e “uso público”.

 

4. Parâmetros Antropométricos (págs 6 – 30)

Nesta seção, a norma estabelece todas as dimensões utilizadas como referência para a elaboração dos seus parâmetros. Assim, são determinadas grandezas referenciais, como as de uma pessoa em pé ou sentada, alturas padrões para diversos objetos – como telefones, tomadas e interruptores – e mesmo parâmetros auditivos e visuais. Essas medidas são feitas levando em consideração diversas variáveis como: o uso de cadeira de rodas e bengala.

Você também encontra nesta seção todas as medidas que possibilitem a circulação do cadeirante, dimensões de assentos necessárias para pessoas obesas, entre outras.

 

5. Informação e Sinalização (págs. 30 – 53)

Aqui se concentram todos os critérios necessários para o uso de placas, sinalizadores e peças informativas, de maneira que seus conteúdos sejam acessíveis a todas as pessoas. Altura ideal para placas, uso do braille e avisos sonoros são alguns dos parâmetros encontrados aqui.

 

6. Acessos e Circulação (págs. 53 – 83)

Nesta seção você encontra as medidas adequadas para uma circulação acessível, quer seja em vias públicas, como ruas, estacionamentos e calçadas, ou espaços internos e privados, como corredores, cômodos, escadarias e elevadores.

 

7. Sanitários, banheiros e vestiários (págs. 83 – 113)

Este é um capítulo reservado exclusivamente a todos os critérios de acessibilidade referentes a banheiros e vestiários, uma vez que há uma variedade muito extensa de medidas e condições necessárias para a plena adequação desses espaços.

 

8. Mobiliário Urbano e 9. Mobiliário (págs. 113 – 121)

Aqui são apresentadas as medidas indicadas e os desenhos universais (concepções de produtos de modo a não precisar de adaptações) de objetos como semáforos, telefones públicos e assentos (no caso do Mobiliário Urbano) e de mesas de trabalho, balcões e caixas eletrônicos (em Mobiliário).

 

10. Equipamentos Urbanos (págs. 121 – 138)

Nesta última seção, há mais desenhos universais e parâmetros para objetos e espaços diversos de acesso público, como cinemas, arquibancadas, restaurantes, exposições, hotéis, hospitais, praças, escolas, bibliotecas, lojas e praias públicas.

 

Anexos Informativos (págs. 138 – 147)

No final da norma, há a colocação de quatro anexos informativos, com o objetivo de explicar e apresentar de maneira mais detalhada os seguintes temas: desenhos universais e seus princípios; fatores relevantes de projeto; detalhamento de barras de apoio e sanitário para uso de pessoa ostomizada.

 

Dessa maneira, se você procura por medidas simples para obras em sua residência familiar, você precisa considerar parâmetros como: largura de portas, corredores e cômodos, altura de armários, janelas, mesas, maçanetas e interruptores e banheiros acessíveis. Assim, sugerimos que você consulte as seguintes seções: 4. Parâmetros Antropométricos, 7. Sanitários, Banheiros e Vestiários e os anexos informativos C e D (Detalhamento de Barras de Apoio e Sanitário para Uso de Pessoa Ostomizada).

 

Caso a sua obra seja voltada para o uso coletivo e público, como lojas, restaurantes e escolas, você precisará considerar, além de todos os parâmetros indicados acima: altura de caixas eletrônicos, balcões e produtos em estantes, distância considerável entre assentos, bancadas e mesas e sinalizações adequadas, como peças em braille, placas, recursos auditivos e táteis. Indicamos que você leia, além dos itens já citados, as seções 5. Informação e Sinalização, 6. Acessos e Circulação, 9. Mobiliário e 10. Equipamentos Urbanos.

 

Fiscalização e obrigatoriedade

Em dezembro de 2004, o Governo promulgou o decreto n 5296, que, entre outros objetivos, determina obrigatória a adoção das referências de acessibilidade da ABNT para todo projeto arquitetônico voltado para o uso público e coletivo

 

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Vestiário acessível (Foto: Reprodução/Getty Images/iStockphotos)

 

Dessa maneira, é obrigação de todo estabelecimento público ou privado, ao realizar a construção ou reforma de seus espaços, atender aos parâmetros apresentados por essa norma. Devem também obedecer a esse decreto os espaços de uso comum de edificações privadas multifamiliar (como condomínios residenciais, pensões e etc.)

No caso das áreas internas de residências unifamiliares, a adoção desses parâmetros não é obrigatória. Ainda assim, a norma serve como referência e padrão para a instalação de objetos como tomadas, maçanetas e interruptores, além de ser necessária caso haja algum membro da família que necessite de cômodos acessíveis.

O principal responsável por fiscalizar a acessibilidade dos projetos arquitetônicos é o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), por meio do controle da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de cada projeto. Há também outros setores municipais e órgãos públicos que podem realizar essa fiscalização, por isso é essencial que toda obra obtenha o Certificado de Acessibilidade, concedido pela Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA).

 

Agora que você já sabe como consultar a ABNT NBR 9050, é só sentar com seu arquiteto, planejar e calcular cada etapa da obra, comprar os materiais necessários em nossa loja virtual ou lojas físicas e #BoraFazer! 

Ainda não sabe por onde começar? Recomendamos então que você consulte os serviços do nosso Arquiteto de Bolso. Qualquer dúvida, é só nos chamar!

 

Por Vinicius Marques | Edição Stéphanie Durante

Pintura externa: preparação e durabilidade da tinta

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| Área Externa

 

Aprenda 6 dicas de pintura externa para deixar a casa maravilhosa. Saiba qual tipo de tinta é o ideal e quanto tempo ela dura do lado de fora da casa.

 

Quer dar uma renovada na sua casa sem gastar muito dinheiro? Já pensou em mudar a cor das paredes do lado de fora? Seguindo algumas dicas de pintura externa, você pode dar uma cara nova para o seu lar e ainda ganhar garantir maior longevidade da tinta.

Porém antes de pegar o pincel, um rolo e um galão de tinta e começar o trabalho, é preciso estudar alguns pontos e fazer o planejamento adequado. A pintura é indispensável tanto para proteger a construção quanto para atribuir a estética desejada à casa. Por isso, cada detalhe — da preparação a técnica de pintura — contribui para obter o melhor resultado.

Está no clima de reforma ou finalizando sua obra e quer saber como acertar? Continue lendo e aprenda 6 dicas de pintura externa que vão deixar sua casa maravilhosa.

Boa leitura!

 

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Pincel e galão de tinta sobre um fundo amarelo (Foto: Shutterstock / Divulgação).

 

6 dicas de pintura externa de casas

A primeira coisa que todo mundo pensa quando vai pintar a casa é na cor de tinta que deseja usar. É natural, mas existem algumas dicas de pintura externa que devem ser prioridade e consideradas antes de comprar seus materiais. Então, segure um pouco a empolgação e confira o que você deve fazer:

 

1. Faça uma avaliação do estado das paredes

Essas é uma das etapas mais importantes, pois a condição atual das paredes é determinante para obter o resultado perfeito.

Faça uma ronda em volta da casa e veja se existem:

 

Se você identificar alguma dessas condições, é necessário resolver esses problemas primeiro antes de pintar. Caso contrário, você vai perder seu investimento em pouco tempo. Então faça a avaliação das paredes com atenção para saber as ações imprescindíveis para conduzir a pintura.

Para isso, um procedimento comum é lixar as paredes para remover a camada de tinta antiga. As lixas mais grossas fazem o nivelamento da superfície onde a tinta descascou. Já as mais finas devem ser usadas onde a tinta não foi danificada para preservar o acabamento. Também pode ser necessário fazer a correção com massa acrílica em alguns pontos para lixar depois. Problemas como mofo na parede e infiltrações podem dar mais trabalho, pois podem vir de problemas estruturais da construção.

Caso você não tenha tanta expertise, contrate um pintor profissional.

 

2. Meça a área que será pintada

Entre as dicas de pintura externa não poderia faltar aquela que ajude a economizar.

Dependendo do tipo que você utilizar, o custo pode ser mais alto. Logo, ter a infelicidade de comprar e ficar com material sobrando seria péssimo, não é mesmo? Então, para evitar que isso ocorra e acertar na quantidade de tinta, meça a área externa da casa para fazer a projeção de quantos galões será preciso comprar.

É importante levar em consideração a extensão em metro quadrado e o número de demãos para chegar no acabamento desejado. Tintas claras geralmente necessitam de mais demãos do que as tintas escuras que cobrem melhor com menos tinta. A base de cor atual da parede também interfere na necessidade de cobertura.

Essa etapa e a anterior são fundamentais para conseguir atingir sua meta: o exterior da casa deslumbrantemente pintado!

 

3. Acompanhe a previsão do tempo antes de começar

Essa é outra das dicas de pintura extremamente valiosa.

Para ter um acabamento perfeito é melhor pintar a parte de fora da casa em dias mais quentes e sem previsão de chuva. No calor, a tinta seca mais rápido e os ajustes podem ser feitos com agilidade, caso necessário.

Dias de chuva não só inviabilizam a obra, como também podem estragar o efeito da cobertura com a ação da água e do vento. E isso, claro, vai significar mais dinheiro gasto no projeto.

Então cheque a previsão do tempo para programar a pintura em uma semana com previsão de sol e clima firme.

 

Atenção: no Brasil, o verão tende a ser mais chuvoso que no inverno. Dependendo da região, o inverno é mais seco, o que é vantajoso para a pintura externa.

 

4. Cubra as áreas que não serão pintadas

Outra orientação dos profissionais é cobrir os pontos que não irão receber tinta. Os batentes das janelas, as portas, os rodapés e as maçanetas são áreas que você pode encapar para proteger dos respingos de tinta.

Tudo que estiver próximo de onde os pintores vão trabalhar deve ser coberto para facilitar o trabalho durante e depois da pintura. Sacos plásticos para objetos maiores e fita crepe para as áreas de detalhe são ideais e fáceis de remover depois.

 

5. Tipo de tinta para pintura externa

As recomendações para pintar o exterior da casa separadas acima vão preparar toda a área para receber a nova cor, mas além da tonalidade ideal, a tinta preciso ser adequada para pintura externa.

A área de fora da casa sofre com a ação direta do sol, chuva e outras intempéries como mofos, infiltrações, etc. Com a modernização do mercado, existem opções que resistem melhor a esses ataques do tempo e otimizam a pintura. Alguns exemplos de tipo de tinta para parede externa são:

Tinta epóxi: tanto as fabricadas à base de solvente quanto de água são indicadas para áreas externas e são altamente resistentes a ação do sol e da chuva.

Tinta esmalte: pode ser aplicada em pinturas externas de casas com acabamento em azulejo ou madeira.

Tinta verniz (stain): é ideal para pintura de madeira. O tipo stain penetra mais profundamente nas fibras protegendo a madeira da umidade.

 

Atenção: não use tinta látex ou PVA na pintura externa. Elas não tem boa resistência ao sol e podem desbotar e descascar com facilidade. Também são menos resistentes à água, na limpeza ou na chuva.

 

6. Quanto tempo dura uma pintura externa?

Em relação ao tempo que leva para ser necessária uma nova pintura externa, não há uma resposta padrão.

Os fatores que mencionamos acima, como a exposição ao sol e a chuva, e também a maneira que a tinta foi aplicada e a umidade do local, influenciam na durabilidade da cor e na fixação. As cores mais claras tendem a durar mais que as escuras, que vão desbotando e perdendo brilho com o tempo.

Para garantir que a pintura externa da sua casa tenha longevidade, siga as primeiras dicas de preparação da superfície. Além disso, para manter a tinta bonita por muitos anos, use uma seladora de parede. Esse produto prepara a superfície para receber a tinta, melhorando a fixação.

 

Sugestão de leitura: Agora que você já conhece melhor os tipos, acesse a matéria Cores para parede externa da casa: 7 tendências para se inspirar!

 

Gostou das dicas?

Com essas dicas de pintura externa sua casa vai ter o acabamento ideal e ficar como você sempre sonhou!

Aproveite e conheça a seção de Tintas no site Telhanorte que também conta com uma categoria de acessórios de pintura para você comprar tudo que precisa.

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Cumeeira: o que é e para que serve

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| Materiais de Construção

 

Entenda a funcionalidade das cumeeiras de telhado e encontre o modelo ideal para o seu tipo de telha

 

Elemento essencial da construção, juntamente das telhas, calhas e rufos, a cumeeira é responsável por fazer a cobertura dos encontros de águas do telhado. As águas são as superfícies, normalmente inclinadas, de um telhado e possuem a principal função de fazer com que a água da chuva escoa. Pode-se ter telhas com uma, duas, três ou até quatro águas, além de ser possível sobrepor águas de telhas, de acordo com o projeto da obra.

 

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Telhado de zinco com duas águas (Foto: RS Architektura / Reprodução)

 

Nessa junção das águas, as peças da telha não são ligadas umas às outras e se forma uma fresta entre elas. Para evitar vários tipos de infiltrações e vazamentos e até a entrada de animais, é preciso que esse vão seja selado pela cumeeira. A cumeeira também impede a entrada dos raios solares, contribuindo para o conforto térmico da residência. O seu uso só pode ser dispensado, caso o projeto do telhado não formar vãos nos encontros de superfícies, como no caso dos modelos embutidos.

 

Sugestão de matéria:  Conheça 8 Tipos de Telha, Tipos de Infiltração, Principais Tipos de Forro para Teto, Tipos de Manta Impermeabilizante e aprenda Como Tirar o Mofo da Parede

 

Além da proteção da casa, a cumeeira ainda exerce um papel importante para reforçar a estrutura do telhado. Como a cobertura é formada por materiais que não podem ser expostos a sol e chuva, a cumeeira impede o desgaste e garante a durabilidade não só da parte superior, mas de toda a casa.

 

Modelos de cumeeira

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O formato dessa cumeeira pode se adaptar à maioria dos tipos de telha, conseguindo inclusive transpor ondulações.

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Cumeeira lisa (Foto: Terreal Italia s.r.l. / Reprodução)

 

Cumeeira lisa dentada

Esse modelo também tem a superfície lisa e deve ser usado em topos. O diferencial são seus dentes, que se encaixam nos espaços inferiores de cada telha.

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Cumeeira lisa dentada (Foto: Thermi Telhas / Reprodução)

 

Cumeeira shed

É normalmente utilizado em fábricas e galpões, mas também vem conquistando espaço em projetos residenciais. Ideal para os telhados em forma de serra, a cumeeira shed também pode ser usada em alpendres.

Este tipo de cumeeira também possui um modelo dentado, para oferecer um encaixe reforçado.

 

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Cumeeira shed (Foto: FixLar / Reprodução)

 

Cumeeira perfil

Também colocada no topo da construção, a cumeeira perfil é para os casos em que se deseja deixar o acabamento da cumeeira bem discreto. Seu formato e ondulações se ajustam perfeitamente ao modelo do telhado, não se destacando assim do demais conjunto da telha.

 

Cumeeira universal

A cumeeira universal é ideal para os casos em que não é possível determinar o ângulo exato do telhado. Esse modelo tem a vantagem de se ajustar a inclinações de 10 a 30 graus.

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Cumeeira universal (Foto: Eternit / Reprodução)

 

Cumeeiras de materiais diferentes

Cumeeira de cerâmica

A cumeeira de cerâmica é uma das mais tradicionais para residências. Vale dizer que o ideal é sempre instalar cumeeiras do mesmo material e modelo das demais peças do telhado, para garantir a totalidade de suas funções e oferecer um visual harmônico.

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Telha cumeeira de cerâmica 41x21cm 10mm vermelha resinada Barrobello (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Cumeeira de fibrocimento

A cumeeira para telha de fibrocimento geralmente são utilizada apenas em telhados do mesmo material. Esses modelos não são esmaltados e, por isso, têm menos opções de cores.

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Telha cumeeira de fibrocimento 110x42cm 6mm Universal cinza Brasilit (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Cumeeira metálica

A cumeeira metálica garante uma proteção extra contra danos físicos e químicos ao telhado. Dentro deste grupo, você tem opções como cumeeira de zinco, cumeeira de aço galvanizado e até cumeeira de alumínio.

 

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Cumeeira metálica (Foto: FixLar / Reprodução)

 

Cumeeira de PVC

A cumeeira de PVC é uma das mais usadas devido à diversidade de cores e modelos, assim como pela durabilidade e leveza. Por outro lado, esse tipo de cumeeira não combina com todos os projetos arquitetônicos.

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Cumeeira de PVC (Foto: Precon / Reprodução)

 

Cumeeira de fibra vegetal

Os materiais ecologicamente corretos também podem ser usados nas cumeeiras. O modelo de fibra vegetal, por exemplo, gera menos impacto ao meio ambiente.

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Telha cumeeira de fibra vegetal 200x45cm 3mm marrom Onduline (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Outros materiais

Também há disponíveis no mercado outros materiais como barro e polipropileno. Além disso, é possível encontrar cumeeira transparente ou translúcida para aplicar em telhados de vidro ou policarbonato.

 

Encontre sua cumeeira na Telhanorte

Na seção de Telhas do site da Telhanorte, você encontra várias opções de cumeeiras para concluir a construção do seu telhado. Visite nossa loja virtual para encontrar os melhores produtos com ótimos preços. E não se esqueça que a Telhanorte realiza entregas em todo o Brasil. Você só vai ter o trabalho de escolher sua cumeeira, colocá-la no carrinho virtual e efetuar o pagamento — que pode ser feito em até 8 vezes sem juros.

 

Edição por Vinicius Marques e Stéphanie Durante

Forros: conheça os principais modelos

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| Ambientes Internos

 

Entenda quais as funcionalidades do forro para o teto e descubra mais sobre os forros de gesso, PVC, cimento e madeira

 

Além de ter a importante função estética de abrigar fiações, vigas e dutos elétricos, o forro também tem como missão fornecer conforto térmico e acústico para o ambiente. Por isso, é importante que você faça a escolha com cuidado. É preciso conhecer as características, pontos positivos e negativos de cada uma das opções.

O conforto térmico é, como o próprio nome diz, a sensação de conforto provocada pela temperatura de um determinado ambiente. Em locais com bom conforto térmico, pode-se passar longas horas ali sem sentir sensações extremas de frio ou calor.

Já o conforto acústico existe quando o ambiente permite boa compreensão da fala ou dos sons ali criados, ao mesmo tempo em que isola com sucesso os sons externos indesejáveis ao ambiente, proporcionando uma sensação de bem-estar.

 

Sugestão de matéria:  Conheça 8 Tipos de Telha, Tipos de Infiltração, Tipos de Manta Impermeabilizante e aprenda Como Tirar o Mofo da Parede

 

Escolhendo de forma correta o melhor tipo de forro, é possível alcançar os níveis de conforto térmico e acústico perfeitos para cada ambiente, além de incrementar o design do espaço com revestimentos repletos de estilo.

A seguir, falaremos sobre as particularidades dos principais forros existentes no mercado. Acompanhe e escolha o seu!

 

1. Gesso

Extremamente popular e atemporal, o acabamento em gesso pode conferir estilo e requinte ao ambiente, especialmente se falarmos em projetos com rebaixamento.

O tipo de forro em gesso é conhecido de duas diferentes formas: tradicional, cujo acabamento é feito por meio de placas de gesso encaixadas lado a lado e presas com uma estrutura de arame, e drywall, opção de instalação rápida e fácil, na qual as placas de gesso acartonado são dispostas sobre uma estrutura de metal. As placas de gesso tradicionais são mais sensíveis e podem apresentar trincas e rachaduras com relativa facilidade, enquanto que a peça de drywall, além de mais resistente, é mais fina, leve e gera menos sujeira durante a obra.

Entre as principais vantagens do gesso estão a possibilidade de criação de projetos de iluminação embutida, seu ótimo isolamento acústico e térmico e a facilidade de limpeza e manutenção.

É importante dizer que instalar forros de gesso no teto de banheiros costuma trazer diversas dúvidas, pelo fato do gesso ser relativamente sensível à umidade. No entanto, utiliza-se bastante o gesso acartonado nesses casos, não havendo grandes problemas. Já para as paredes e outras áreas do banheiro, que estarão em maior contato com a água, recomenda-se o uso do gesso verde, por conta de sua maior resistência

 

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Forro de gesso em cozinha (Foto: CMR Home Network / Reprodução)ShutterWorx

 

2. PVC

Junto do gesso, o PVC é outro queridinho entre os tipos de forro. Extremamente versátil, ele é recomendado para diversos tipos de projeto. Sua higienização é simples, podendo ser feita apenas com água e detergente neutro e sua durabilidade é alta, sendo o material imune a ataques de cupins e resistente à umidade, tornando-o um material recomendado para áreas como banheiros e áreas de serviço.

Outro ponto positivo do PVC é a facilidade de instalação, apesar de ainda ser necessária a contratação de um profissional. as placas são encaixadas umas às outras e dispensam qualquer tipo de acabamento, como pintura ou verniz. Com inúmeros estilos e aparências (inclusive algumas que disfarçam sua aparência de plástico, como a que simula madeira), o PVC pode ser o forro ideal para ambientes simples ou sofisticados. É também uma opção muitas vezes mais econômica que as demais, apesar do preço variar bastante entre os diversos modelos.

Entre os pontos negativos, estão o baixo poder de isolamento acústico e térmico de boa parte de seus modelos (o que torna necessário aliá-lo a uma manta de lã mineral entre o forro e o telhado) e a baixa resistência a temperaturas elevadas (não sendo, portanto, o revestimento ideal para a cozinha, ou área de churrasqueira). Vale destacar, no entanto, que peças de PVC de maior qualidade poderão apresentar melhor resistência ao calor que as demais.

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Forro PVC liso 400x20X0,9cm 5 peças puntinato TWB (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

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Forro PVC duplodez 400x20X0,8cm 5 peças puntinato TWB (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

3. Cimento/concreto

Enquanto para alguns, o forro de cimento é uma opção descartável pela sua aparência, para outros, a escolha pode representar um ganho em estilo. Grande aliado do estilo de decoração industrial, o forro em concreto não exige pintura como acabamento, o que torna os custos de instalação mais baixos e acessíveis.

Outra vantagem do cimento ou concreto como forro é sua alta resistência à umidade, sendo um material bastante impermeável.

O grande ponto negativo do forro em concreto é sua grande capacidade de absorver luz, o que tende a tornar os ambientes mais escuros. Nada que não possa ser contornado com um bom projeto de iluminação e algumas luminárias e arandelas bem posicionadas pelo cômodo!

 

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Forro de concreto aparente (Foto: Homify / Reprodução)

 

4. Modular

Queridinho dos espaços corporativos, o forro modular é formado por uma grelha metálica fechada com diversas placas encaixadas sobre sua superfície. Por ser um revestimento sem rejunte ou cola, permite fácil acesso à parte interna do forro, possibilitando a manutenção de equipamentos eletrônicos e demais estruturas.

Apesar de ser uma estrutura facilmente reconhecível (você com certeza já viu escritórios ou repartições com tetos “quadriculados”), sua composição pode ser variada: as placas podem ser feitas de materiais como isopor, PVC, gesso, lã de vidro, metálicos, e por aí vai.

 

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Forro modular (Foto: Mc Steel / Reprodução)

 

5. Madeira/Lambri

O uso da madeira como forro pode ser feita de diversas formas, como em lambri (no qual tábuas são fixadas internamente nas vigas), de forma aparente, fixadas sobre estruturas externas, entre outros.

Dentre as principais vantagens desse tipo de forro estão a estética do acabamento, que contribui para a sensação de aconchego e harmonia ao ambiente e a possibilidade de uso do material em ambientes internos e externos (lembrando que, nos externos, o recomendado é inserir, nas tábuas, um impermeabilizante para evitar a absorção de água).

 

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Forro de madeira Lambri (Foto: Allmad / Reprodução)

 

Agora que você já sabe quais os tipos de forro para o teto, certamente conseguirá escolher o melhor para compor o seu ambiente. Confira ainda na loja virtual da Telhanorte parafusos e tintas especiais para serem utilizados na instalação e acabamento do forro.

 

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Parafuso p/ Forro de Gesso e Drywall Phillips Bicromatizado c/ Bucha 4x50mm/10mm Placa de 13 a 23mm Fixtil (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

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Parafuso phillips 4,0x50mm para aglomerado com bucha para forro de gesso e drywall PBG/01 Fixtil (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

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Tinta acrílica Gesso e Drywall branca 3,6L Suvinil (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Edição por Vinicius Marques e Stéphanie Durante

Por onde começar uma reforma residencial?

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| Construção

 

Está pensando em fazer uma reforma em sua casa, mas está em dúvida do que é necessário para isso? Confira nosso passo a passo e evite surpresas desagradáveis

 

Não sabe por onde começar uma reforma residencial? Ainda que muitas pessoas sintam receio só de ouvir a palavra obra, é importante saber que é totalmente possível passar por essa etapa de uma forma tranquila. A melhor parte de tudo é saber que, no final, você vai ter o lar que sempre sonhou! Mas como chegar a essa realização sem grandes dores de cabeça no meio do caminho? Basta seguir estes 5 passos!

 

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Reforma residencial (Foto: French Bat / Reprodução)

 

Afinal, por onde começar uma reforma residencial?

1. Defina quais são os seus objetivos

O primeiro passo para saber por onde começar uma reforma residencial consiste em definir quais os objetivos da obra. Quando se trata de um problema hidráulico ou estrutural, fica mais fácil determinar o que vai ser consertado e quais partes do imóvel receberão as modificações.

Ainda assim, há quem aproveite o momento para mudar outras partes da casa, o que não deixa de ser uma boa alternativa. No caso de reforma por questões estéticas, é muito importante ter claro na mente qual o motivo da obra. Por exemplo: ampliar o espaço, trocar o revestimento, valorizar para venda etc. Ter os objetivos bem claros ajuda na hora de comprar os materiais, bem como a cumprir o cronograma de entrega da obra.

 

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Reforma residencial (Foto: Development / Reprodução)

 

2. Liste tudo o que precisa ser feito

O próximo passo é colocar no papel tudo o que é preciso para a realização da reforma. O piso será trocado? Precisa de tintas novas? Será necessário mexer na parte elétrica ou hidráulica? Alguma parede será derrubada? Listar as etapas ajuda a definir as prioridades e também a controlar o orçamento. É interessante também contar com a opinião de um profissional, especialmente se for uma reforma grande ou se forem necessários ajustes que não podem ser feitos sem mão de obra especializada.

 

3. Peça as autorizações antes de iniciar

Muitas vezes, é necessária uma autorização para iniciar a reforma, e isso pode acontecer independentemente do tamanho da obra, principalmente se for uma casa ou apartamento alugado. Assim, entre em contato com o proprietário, ou com a empresa administradora, para verificar se esse tipo de modificação é permitida.

Além disso há ainda outras autorizações que podem ser necessárias, como:

 

Para pinturas externas de casas que fiquem dentro de condomínios, é preciso verificar junto à associação de moradores se o serviço pode ser realizado. Principalmente se você pretende mudar a cor, pois muitos seguem um padrão estético.

Modificações na planta do imóvel, retirada de árvores e rebaixamento de calçadas são serviços que precisam ser comunicados à prefeitura. Além disso, só podem ser iniciados mediante autorização. Caso inicie sem a documentação necessária, você pode receber uma multa e ainda ter a obra embargada.

 

Uma reforma de um apartamento antigo ou novo precisa de liberação e autorização do condomínio. O primeiro motivo é que algumas alterações podem modificar a fachada do prédio, como troca de janelas, instalação de toldo ou vidros na varanda. O segundo diz respeito à parte estrutural. Se a ideia é ampliar espaços, por exemplo, é fundamental ter certeza de quais paredes podem ser derrubadas. Essa informação garante a sua segurança e dos demais moradores.

O outro motivo é para comunicar a presença e circulação de pessoas estranhas à rotina do prédio, como a equipe de reforma que vai trabalhar na sua obra.

 

4. Contrate mão de obra especializada

A não ser que seja apenas uma pintura de parede, ou algum serviço mais simples que você tenha conhecimento, o trabalho de um profissional é fundamental para que tudo fique perfeito. Na hora de escolher a equipe, peça indicações de amigos e parentes, ou faça uma pesquisa minuciosa, verificando a idoneidade da empresa que está contratando e reputação no mercado.

Dependendo do tamanho da reforma, vale até elaborar um contrato definindo data de início, de término e valores acordados. Quanto aos prazos, devem ser definidos entre você e a equipe. Isso garante o atendimento das suas necessidades e a disponibilidade dos profissionais, sem comprometer a qualidade dos serviços.

 

5. Compre os materiais para iniciar a obra

Chegamos ao último passo, que consiste em comprar o material de construção. Considerando que você já tem tudo planejado e conta com o apoio de profissionais, fica mais fácil saber quais itens precisam ser adquiridos. Aqui, a ideia é escolher produtos de qualidade. Isso vai evitar retrabalho e garantir o visual que você tanto deseja. Além disso, o planejamento ajuda a comprar somente os itens necessários nas quantidades certas, evitando perda financeira e de materiais.

 

Qual o lugar mais indicado para comprar os materiais da obra?

Agora que você sabe por onde começar uma reforma residencial, resta descobrir quais os lugares mais indicados para comprar todo o material que precisa. Tanto as lojas físicas quanto a loja virtual da Telhanorte, contam com ofertas incríveis de diferentes produtos para a obra. São itens para a área externa, interna, reforma, construção e até decoração.

Comprando pelo site, você ainda tem a vantagem de poder adquirir tudo on-line, pelo WhatsApp ou televendas, sem precisar sair de casa!

 

Edição: Álvaro Oliveira | Vinicius Marques

Descarte de entulho de obra: como fazer?

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| Dicas

 

Confira 5 dicas para fazer o descarte de entulho da maneira certa, preservando o meio ambiente e evitando problemas legais

 

Pensando em construir ou reformar? Entre tantos detalhes que envolvem esses processos, o descarte de entulho de obra é um dos pontos que não pode ser negligenciado. Além de contribuir com o meio ambiente, descartar corretamente os resíduos da obra impede que você tenha problemas legais.

Mas se você, assim como a maioria das pessoas, tem dúvidas de qual seria a destinação correta dessas sobras, continue a leitura, que vamos esclarecer todas elas.

 

Como fazer o descarte de entulho de obra corretamente?

O primeiro passo para fazer o descarte de entulho de obra da maneira certa é entender quais materiais são considerados entulho, também chamados de resíduos da construção civil. A resolução 307/2002 do Conama, Conselho Nacional do Meio Ambiente, além de estabelecer todos os procedimentos de gestão da construção civil, orienta que é considerado entulho qualquer material residual de reforma, construção, escavação ou demolição. Na lista, entram materiais como blocos e tijolos, tubulações, madeiras, compensados, fiações elétricas, gesso, plástico, vidro, entre outros.

 

1. Identifique e separe os materiais

Para fazer o descarte correto dos resíduos da sua obra, você deve começar fazendo a separação dos materiais. Isso é fundamental para a destinação certa, pois, alguns são recicláveis e reutilizáveis, outros não.

Assim, o descarte de entulho de obra é dividido por classes:

 

2. Informe-se sobre a legislação local

É importante fazer o descarte de entulho de obra da maneira certa para preservar o meio ambiente, mas também para que você não tenha problemas legais. A lei federal 12.305/2010 que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), menciona a responsabilidade sobre o gerenciamento dos resíduos de obras e demais prosseguimentos. Além dela, cada município precisa definir suas diretrizes sobre o descarte correto dos entulhos, incluindo o licenciamento dos locais que receberão esses materiais, a reutilização, a reciclagem e o incentivo à redução.

Por isso, é importante que você verifique junto à prefeitura quais as regras para se desfazer dessas sobras. Lembrando ainda que a pessoa responsável pela obra ou reforma também é a encarregada em dar a destinação correta.

 

3. Contrate um serviço de caçamba

A melhor maneira de recolher todo o resíduo da sua obra é centralizar em uma caçamba. A contratação desse serviço é fácil e possível de ser encontrado em diferentes regiões. Trata-se de alugar temporariamente uma caçamba, também conhecida como caixa estacionária, que fica posicionada o mais próximo possível do local da reforma ou construção, geralmente bem na frente.

Mesmo com várias ofertas desse serviço, é fundamental que você verifique se a empresa que pretende contratar está legalizada e licenciada junto à prefeitura. Esse cuidado garante que os resíduos tenham a destinação certa e que não afetem negativamente a natureza.

Contratar uma empresa clandestina coloca a perder todo o trabalho anterior de separação do material e de preocupação com o meio ambiente.

 

4. Atente-se às regras do uso da caçamba

É preciso também atentar-se às regras do uso de caçamba para a coleta de sobras de materiais de construção. Ainda que possa variar dependendo da região, de modo geral, a primeira orientação fica por conta da capacidade de armazenamento, que não deve ser ultrapassada. Caso isso ocorra, há duas opções: ligar para a empresa locadora da caixa estacionária e pedir que retirem os resíduos acumulados, ou contratar duas caçambas.

Neste ponto, chegamos a uma segunda regra, que é referente ao lugar onde esse item ficará estacionado. É preciso respeitar as leis de trânsito e não comprometer a circulação no local. Para evitar esse tipo de transtorno, alguns municípios autorizam a permanência dessas caixas por apenas três dias.

Para finalizar, é fundamental que somente resíduos de construção civil sejam descartados nesses recipientes. O descarte de lixo domiciliar, por exemplo, contamina os materiais e compromete a reciclagem e a reutilização.

 

5. Leve os itens recicláveis para as estações de coleta

Outra opção é recolher os materiais recicláveis e levá-los até as estações de coleta da sua cidade. A nossa dica é que, antes de comparecer a uma estação, verifique quais tipos de materiais são aceitos e qual o volume máximo que pode ser descartado. Fazer o descarte de entulho de obra dessa forma dá ainda mais certeza de que os itens reciclados serão realmente aproveitados.

 

Como evitar desperdícios na sua obra?

Mas além de saber como descartar entulho de obra, que tal dicas de como evitar desperdício e, por consequência, economizar dinheiro?

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Caçamba (Foto: G1 / Reprodução)

 

Quer saber onde conseguir materiais de construção? É muito simples! Visite uma de nossas lojas físicas, ou acesse a loja virtual da Telhanorte. Nela, você ainda tem a vantagem de comprar on-line, pelo televendas ou pelo WhatsApp.

 

Edição: Álvaro Oliveira | Vinicius Marques

Como escolher a melhor furadeira

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| Ferramentas

Seja você um profissional do setor de construção e obras, ou um curioso que usa ferramentas como hobby, escolher qual furadeira comprar é uma questão que merece atenção. Afinal, uma compra ruim pode significar um investimento financeiro perdido, atraso na entrega dos projetos e estresse durante a execução do trabalho.

Pensando nisso, criamos um guia com tudo o que você precisa saber antes de escolher o tipo de furadeira ideal.

 

Dez aspectos para considerar antes da sua compra

 

1. Tipo de material e projeto

O primeiro fator a ser observado é o tipo de material que será perfurado pelo equipamento. Os mais comuns são:

No mercado você encontra modelos de furadeira diferentes para cada um desses materiais. Ao escolher com cuidado qual furadeira comprar, considerando no que você irá trabalhar, você alcança uma melhor performance de trabalho, produzindo mais em menos tempo – e ainda com segurança!

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(Foto: Casa das Furadeiras / Reprodução)

 

2. Modelo

De maneira geral existem 3 modelos diferentes de furadeira:

A principal diferenciação entre eles está na capacidade de desempenho de cada um e em suas potências.

Se você utiliza sua furadeira apenas no final de semana, para pequenos reparos e reformas, não precisará de um equipamento com a mesma capacidade de um profissional que lida com a furadeira todos os dias, durante muitas horas.

É por isso que é importante estar atento às especificações dos produtos e garantir que você não escolha uma furadeira que está além ou aquém de suas necessidades.

 

3. Potência

Como dissemos acima, é preciso considerar qual será o uso da furadeira, antes de comprar um modelo. A potência vai variar de acordo com a utilização do equipamento.

Você pode usar a medida de potência também para ter uma ideia mais aproximada do que você deseja:

 

4. Furadeira com ou sem impacto

Assim como a potência, o impacto também é um dos elementos fundamentais que diferenciam as furadeiras.

Existem modelos de furadeiras com ou sem o sistema de impacto. De maneira geral, as furadeiras com sistema de impacto possuem maior potência, maior rotação e, consequentemente, possibilitam maior produtividade, poupando o esforço físico e realizando o trabalho em menor tempo.  Se você pretende perfurar o concreto ou cimento, indicamos a furadeira com sistema de impacto. Confira abaixo qual comprar para lidar com cada material:

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Furadeira impacto hammer c/ maleta 10mm 3/8″ – 500w – 110v (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

5. Tamanho do Mandril

O mandril é o local que recebe a broca, por isso, é preciso verificar se as brocas necessárias para sua reforma são compatíveis com o mandril:

Existem furadeiras com e sem mandril. No primeiro caso, elas exigem a chave para apertar as castanhas do mandril. Já quando não há um mandril, o encaixe da broca na furadeira pode ser feito manualmente.

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Mandril e chave de aperto (Foto: Tudo Sobre Furadeira / Reprodução)

 

6. Velocidade

Um outro aspecto a ser considerado antes de comprar uma furadeira é a respeito das velocidades que ela apresenta. O ideal é investir em um equipamento que possua mais de uma única opção de velocidade.

O controle de velocidade geralmente é feito pelo gatilho do aparelho. Mas existem também as furadeiras que possuem, ao invés do gatilho, um interruptor eletrônico. Assim, busque aquela furadeira que oferecerá um uso mais prático, seguro e suave para você.

 

7. Giro reversível

Os equipamentos que possibilitam o controle de velocidade, oferece também a opção de giro reversível. Com ele você pode inverter o sentido de rotação da broca. Isso serve para que o operador use a furadeira como parafusadeira, apertando e desapertando parafusos. Também é uma forma mais fácil de tirar a broca do material que está sendo manipulado, caso ela fique presa.

8. Acionamento contínuo

Essa funcionalidade serve para que a furadeira trabalhe parcialmente sozinha, sem que você precise manter algum botão ou gatilho pressionado, acionando apenas um botão-trava. Essa função permite que a furadeira seja fixada em um suporte horizontal ou vertical, para que se possa, por exemplo, lixar peças de madeira ou outros materiais, com o devido acessório acoplado ao mandril.

 

9. Furadeira com e sem fio

Por último, mas não menos importante, existem no mercado modelos de furadeiras sem fio que podem ser bastante úteis em algumas situações, principalmente em obras e construções. Observe se esse é um recurso importante para você. Caso realmente seja de sua preferência, busque por modelos que não tenham fio.

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Furadeira e parafusadeira a bateria 10,8V bivolt 10mm Novipro (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

10. Não esqueça dos acessórios complementares

Caso você deseje dar mais dinamismo para o uso da sua furadeira, você pode ampliar a versatilidade do equipamento, usando acessórios que permitirão, além de furar:

Para furar, você deve buscar pelas brocas ideais para cada situação. Lembre-se também de conferir o calibre de seu mandril!

Entre os acessórios para lixar, você vai encontrar modelos de discos de borracha que receberão os discos de lixa. E para polimento, o disco de borracha será adaptado a uma boina de polimento. Também é possível optar por uma roda de polimento. Além desses acessórios, também podem ser usados:

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Maleta e acessórios para furadeira Makita (Foto: Makita / Reprodução)

 

É importante também selecionar alguns EPIs, ou seja, itens de segurança, para realizar um trabalho sem riscos. Entre os principais equipamentos estão: luvas, óculos e protetores auriculares.

Esses e outros modelos de furadeiras e acessórios, você encontra na loja virtual da Telhanorte. Montamos um departamento inteiro com ferramentas para construção, obra e reforma. Confira! E qualquer dúvida, busque pelo ícone de ajuda em nosso site.

 

Edição por Vinicius Marques e Stéphanie Durante

Onde colocar a caixa d’água

| Hidráulica

 

Confira qual o melhor lugar para colocar a caixa d’água e algumas dicas para economizar água

 

Alguns detalhes técnicos de uma obra são difíceis de saber de cabeça, a menos que você seja especialista no assunto. É o caso de onde colocar a caixa d’água, uma dúvida recorrente de muitas pessoas que estão construindo sua primeira casa. Para te ajudar, confira, a seguir, no nosso guia de perguntas e respostas sobre obra, onde colocar a caixa d’água para ter pressão o suficiente e algumas dicas para um consumo de água mais consciente.

 

Onde colocar a caixa d’água?

No Brasil, as caixas d’água são instaladas nas lajes das casas, com o objetivo de potencializar a pressão da água. Quanto mais alto a caixa d’água estiver instalada, mais pressão hidráulica você terá. É importante que, antes de definir onde sua caixa será instalada, você tenha o projeto da casa bem detalhado. Nele, você e o seu arquiteto poderão garantir que a estrutura da casa aguentará o peso da caixa d’água.

Para se ter uma ideia, 1000 litros de água equivalem a 1 tonelada. Dessa forma, se a sua casa tiver duas caixas d’água, é preciso um planejamento adequado desde o início. Caso você obtenha uma caixa d’água reserva depois que a obra estiver concluída, estude o seu projeto com um arquiteto antes de fazer a nova instalação. Pode ser necessário fazer um reforço na estrutura antes para evitar acidentes graves.

De forma geral, uma laje maciça de 10 centímetros de espessura suporta, a grosso modo, 250 quilogramas-força Kgf/m2.

Portanto, não há uma definição do ponto onde colocar a caixa d’água exatamente. Tudo vai depender da planta da sua casa, a sua preferência pela pressão da água e outras variáveis analisadas de acordo com a sua construção.

 

Como instalar uma caixa d’água com pressão?

Para instalar uma caixa d’água com pressão, é importante não criar um caminho com muitas mudanças de direção dos canos. Além de gastar mais encanamento, a água tem um caminho maior a percorrer e, durante o trajeto, vai perdendo sua força.

A melhor forma de conseguir a pressão adequada é medindo a altura da coluna d’água. A coluna d’água é a diferença entre o nível da água na caixa e um ponto específico. Os pontos que pedem mais cuidado na hora de medir a coluna d’água são o chuveiro e a válvula de descarga da bacia sanitária.

 

Qual a altura mínima entre o chuveiro e a caixa d’água?

Para funcionar com a pressão adequada, a altura mínima entre o chuveiro e a caixa d’água precisa ter, pelo menos, 1m a 1,5m de altura de coluna d’água. Ou seja, é necessário ter de 1m a 1,5m de altura entre a saída da caixa d’água e a chegada no chuveiro.

 

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Esquema da altura da caixa d’água em relação ao chuveiro. (Foto: Faz Fácil / Reprodução)

 

É importante destacar que os fabricantes de chuveiro fazem suas recomendações específicas nas embalagens dos produtos. Por isso, vale checar para seguir a margem correta. Fazendo a instalação do sistema hidráulico corretamente, considerando a distância adequada para cada saída de água, você consegue dar mais pressão na água do chuveiro e a todas as outras saídas de água da casa.

 

Pressão vs. consumo de água

Agora que você sabe onde colocar a caixa d’água e como obter um pressão adequada, é preciso destacar um ponto importante: o consumo de água.

Geralmente, quem mora em apartamento consome, diariamente, 50 litros a mais em relação a quem mora em casa. A diferença média de consumo é gerada justamente por causa da pressão da água que é maior em apartamentos. Por isso, fazer uma instalação com um pressão muito grande em casas pode aumentar significativamente o gasto de água.

Tenha consciência ambiental e lembre-se que a falta de água já atinge muitas locais, inclusive em grandes cidades do país. Aprenda a seguir algumas formas fáceis de economizar água em casa, adquirindo alguns hábitos.

 

Maneiras de economizar água em casa

 

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Ensaboe as mãos com a torneira desligada (Foto: eCycle / Reprodução)

 

Mesmo que você não esteja vivendo em uma região atingida pelo racionamento, repensar seu consumo de água também resulta em uma conta mais baixa. Dessa forma, você economiza no bolso e contribui com o meio ambiente! Não se preocupe, caso você não puder fazer tudo da lista abaixo. Basta escolher algumas ações para começar e, depois que se tornar um hábito, inserir outras medidas no dia a dia para economizar ainda mais água!

 

 

Gostou das dicas?

Na Telhanorte, você encontra um departamento completo com os melhores materiais para montar um sistema hidráulico de qualidade para a casa. São tubos e conexões, reservatórios, registros, bombas hidráulicas e muito mais.

Acesse a loja virtual da Telhanorte, selecione os produtos para a construção ou reforma e receba tudo em casa. Você também pode visitar uma de nossas lojas físicas e comprar por telefone ou WhatsApp.

 

Edição de João Victor Quintino e Stéphanie Oleiro