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Um banheiro acessível: normas e dicas para acertar

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| Banheiro

 

Este artigo é perfeito para você que quer aprender as medidas ideais para o seu banheiro, de acordo com a ABNT 9050

 

Nos dias de hoje poupar gastos por m² é uma ambição de muitos construtores e, por isso, surge a necessidade de tornar os espaços cada vez mais enxutos. No entanto, é preciso se atentar nas medidas mínimas para que o local seja adequado e acessível. Afinal, ninguém se sentirá bem ao conviver em um ambiente apertado, com móveis fora de alcance ou assentos baixos demais, não é mesmo?

Nesta matéria iremos tratar da altura ideal da bancada, além de outras medidas de acessibilidade para o banheiro. Contudo, saiba que muitas das dicas aqui abordadas podem servir para os demais espaços da casa, como a cozinha e a lavanderia, por exemplo.

 

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Bancada para banheiro no estilo flutuante (Foto: Decoyba /Reprodução)

 

Você provavelmente já passou por alguma situação no seu dia a dia na qual teve que se curvar demais para lavar as mãos ou se esticar demais para alcançar algum móvel. E a sensação não foi nada agradável, certo? Isso acontece quando não se leva em conta, no planejamento, as medidas mínimas para o conforto do indivíduo e as regras da Ergonomia.

 

Ergonomia e o bem-estar geral

Apesar do nome estranho, é muito provável que você já tenha ouvido essa palavra ao longo de sua vida – ou então, sobre o conceito a que ela se refere. Afinal, trata-se de uma noção que impacta, consideravelmente, a saúde física e mental das pessoas.

Ergonomia – termo este que se originou da junção das palavras gregas ergon (trabalho) e nomos (normas) – é uma área do conhecimento que visa aumentar ao máximo o bem-estar humano e, consequentemente, seu desempenho nas tarefas cotidianas.

Ela se propõe a adequar os recursos às necessidades do homem e, para isso, leva em conta fatores físicos, cognitivos e sociais que possam ser identificados como um risco para a pessoa.

 

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Um banheiro acessível: normas e dicas para acertar (Foto: Poplasen / Fotolia / Reprodução)

 

“Mas como exatamente essa tal de Ergonomia funciona?”, você pode estar se perguntando. Bom, é exatamente aí que entra a parte das leis e normas. As leis da ergonomia devem ser aplicadas por todos para que obtenhamos o máximo de conforto e prazer no nosso dia a dia.

Durante seus momentos de lazer, ou simplesmente nas atividades básicas do dia – escovar os dentes, lavar a louça, dirigir, comer, etc. – você pode optar por não agir ergonomicamente, porém, o prejuízo será único e exclusivamente seu.

Existem muitos movimentos que executamos no dia a dia que, se feitos com a postura errada, podem causar danos. Entre as consequências podemos listar mal-estar, dores ou mesmo lesões. Por isso, o recomendado é seguir as especificações.

No ambiente de trabalho, por sua vez, torna-se um direito incontestável do trabalhador ter acesso às ferramentas e métodos que otimizem seu bem-estar, sendo garantido pela ABNT NBR 9050.

 

ABNT NBR 9050: garantia de conforto e acessibilidade

Esta mesma lei é a responsável por garantir que todos os ambientes comerciais, públicos ou privados, sejam adaptados aos deficientes.

O documento se baseia nas medidas necessárias para que, seja qual for a condição da pessoa, haja a possibilidade dela se levantar, se movimentar e se deslocar de forma agradável. Para isso foram feitos experimentos que definiram os valores a serem postos em prática. Abaixo separamos alguns dos principais pontos a serem seguidos para que seu estabelecimento esteja de acordo com a ABNT NBR 9050.

 

Acessibilidade: conheça a norma NBR 9050 e como ela pode influenciar sua obra

 

1. Pessoa em pé

Seja para os casos que necessitam de muletas, bengalas ou cães guias, a ABNT NBR 9050 determina que os ambientes de passagem, portas ou corredores, tenham uma largura mínima. De maneira geral, é necessário que haja um vão de 1,20m para que todos possam se deslocar.

 

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Espaço para deslocamento de uma pessoa em pé (Foto: Instituto dos Arquitetos do Brasil / Reprodução)

 

2. Manobras de cadeirantes

As medidas necessárias para a manobra de cadeira de rodas sem deslocamento – ou seja, feitas somente com rotação – são as seguintes:

1. para rotação de 90° = 1,20 m x 1,20 m;

2. para rotação de 180° = 1,50 m x 1,20 m;

3. para rotação de 360° = diâmetro de 1,50 m.

 

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Área mínima de giro e deslocamento em cadeiras de roda (Foto: Instituto dos Arquitetos do Brasil / Reprodução)

 

3. Dimensões para alcance manual

Existe, também, na mesma norma, as dimensões máximas, mínimas e confortáveis para o alcance manual frontal. Este é um dado muito importante na hora de pensar na altura e profundidade da bancada do banheiro.

 

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Dimensões máximas para um alcance manual ergonômico (Foto: Instituto dos Arquitetos do Brasil / Reprodução)

 

A altura ideal para bancada do banheiro

Ao realizar a construção ou reforma de um banheiro, – ou lavabo – você tem a liberdade para definir as alturas das louças e móveis. No caso de lavabos – onde visitas de diversas alturas irão passar – a dica é utilizar um valor médio de distância entre o piso e o topo da cuba.

De maneira geral, considerando a altura média de um brasileiro, a altura padrão para instalação da bancada do banheiro é de 80 a 90 centímetros do chão. Só que essa medida pode variar conforme a necessidade de cada um.

O ideal – de maneira ergonômica – é que você saiba o quanto a pessoa que usará o banheiro tem de altura dos pés até um palmo abaixo do umbigo. Esse valor é excelente para a instalação.

É extremamente importante saber que, para o cálculo da altura mínima, deve-se considerar a borda da cuba! Isto é, a parte mais alta dela é que deve ficar em uma posição de fácil acesso e posicionada próxima ao umbigo do usuário.

 

 

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Dessa forma, para as cubas embutidas, a altura será aquela do chão ao topo da bancada e, no caso das cubas de apoio, essa deverá ser a medida do chão até o topo da cuba (altura do conjunto). Isso permitirá lavar as mãos sem se curvar para baixo e sem dobrar demais os braços.

Agora, caso o banheiro seja usado por uma única pessoa, – ou mais pessoas da mesma altura, você pode seguir as seguintes recomendações:

 

 

Profundidade da bancada do banheiro

A referência para a profundidade da bancada é de no mínimo 55 cm, sendo uma medida mais relacionada ao tamanho necessário para encaixar um sifão rígido, ligando o ralo da cuba à parede.

Caso não seja possível utilizar uma bancada com essa profundidade, basta utilizar um sifão flexível ou então deixar a bancada menor do que a cuba. A medida do sóculo – o espaço livre embaixo do gabinete – deve ser de 6 cm a 18 cm (podendo ser mais), para que haja um bom posicionamento do pé ao lavar as mãos e seja fácil para limpar o piso. Uma dica de limpeza é sempre bem-vinda, não é?

 

Dica: o conjunto da cuba e a torneira

A distância final entre o bico da torneira e a cuba deve ser de, aproximadamente, 15 cm. Essa medida é o suficiente para o livre movimento das mãos em contato com a água, sem espirrar muita água.

Afastamentos muito superiores atrapalharão a lavagem eficiente e muito inferiores farão com que a água espirre mais facilmente, pois rebaterão na cuba muito mais rápido.

 

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Ilustração das medidas padrão para o conjunto pia-torneira (Foto: Blog Dicas de Arquitetura / Reprodução)

 

Levando isso em consideração, ao optar por cubas de embutir, é ideal utilizar torneiras ou misturadores de bica baixa e quando a cuba for de apoio ou de sobrepor, utilizar torneiras de bica alta ou semi-encaixe.

 

Monocomando de bica alta Middle Tigre e Torneira de bica alta Esteves

 

Bancada do banheiro para PCD: altura e profundidade

Já no caso das Pessoas com Deficiência (PCD), em especial os cadeirantes, é melhor que a instalação ocorra numa altura de 78 a 80 centímetros do piso – lembrando sempre de considerar a altura final até o topo da louça.

 

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Ilustração das medidas ergonômicas para um banheiro adaptado (Foto: Pinterest / Reprodução)

 

Em relação à distância até a torneira, esta deve ser de no máximo 50 cm e, de preferência, acionada por alavancas, sensor eletrônico ou dispositivos similares. Importante lembrar que o cadeirante precisa encaixar as pernas embaixo do lavatório quando for utilizá-lo, por isso não é permitido incluir armário sob a pia.

 

Sugestão de leitura: Se você está começando a obra agora ou está procurando dar uma cara nova para o banheiro, dê uma olhada em como escolher revestimento para banheiro e tire suas dúvidas de vez.

 

E aí, você já conhecia todas essas dicas?

Como dissemos, durante a obra, é necessário que você avalie cada um dos tópicos acima e decida qual profundidade e altura da bancada para banheiro atende melhor a sua necessidade. Para ter uma ideia do valor e dos atributos de cubas, gabinetes e outros itens para seu banheiro, acesse a loja virtual da Telhanorte.

Aqui na Telhanorte você encontra tudo para o seu banheiro, inclusive a opção perfeita para você! Você nem vai precisar sair de casa para isso. Selecione os produtos que você deseja, faça o pagamento e receba tudo no endereço indicado. Aproveite também para conferir as coleções de outros itens para banheiro, como:

Torneira e misturadores para banheiro;

– Móveis para banheiro;

– Acabamentos;

– Acessibilidade para banheiro.

 

Altura padrão do chuveiro: descubra qual é a correta

 

Por Murilo Bonício | Edição de Vinicius Marques

Acessibilidade: conheça a norma NBR 9050 e como ela pode influenciar sua obra

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| Reforma

 

Você já ouviu falar sobre a norma de acessibilidade da ABNT? Entenda mais sobre como ela funciona

 

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) foi reconhecida pela sociedade brasileira como o Foro Nacional de Normalização em setembro de 1940. Ela é uma entidade privada e sem fins lucrativos responsável por elaborar, editar e revisar as Normas Brasileiras (ABNT NBR), feitas por seus Comitês Brasileiros, Organismos de Normalização Setorial e Comissões de Estudo Especiais.

Já a ABNT NBR 9050 é uma norma reguladora que estabelece critérios e parâmetros técnicos de acessibilidade a obras, reformas, instalações e demais construções de espaços físicos nos meios urbanos e rurais. Para sua elaboração, foram consideradas diversas condições de mobilidade e percepção sensorial, com ou sem a necessidade de aparelhos específicos como cadeira de rodas, bengalas, aparelhos auditivos, entre outros. Desta maneira, para um espaço ser considerado acessível, tem de atender aos critérios dispostos nesta norma.

Confira agora um breve guia indicando o que você encontra em cada parte da norma e como utilizar seu conteúdo. Também separamos uma parte do nosso texto para explicar como a fiscalização desta norma é feita e como ela pode contribuir para a obra!

 

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Saiba como navegar pela ABNT NBR 9050 (Foto: Freepik / Reprodução)

 

Como navegar pela ABNT NBR 9050?

A ABNT NBR 9050 teve seu início em 1985, passando por revisões nos anos de 1994, 2004 e 2015. Em 2020, apenas sua primeira emenda foi revisada, mantendo assim o restante do documento conforme a versão de 2015.

Caso você precise consultar algum parâmetro de acessibilidade, é simples. Primeiro tenha certeza de que você está visualizando a versão atualizada da norma.  Logo no começo do documento, na página iii, você encontra o sumário, com a relação de todas as seções e subseções, onde você pode escolher sobre qual tema você quer ler.

Confira agora a lista completa de todas as seções, onde indicamos as respectivas páginas e uma breve explicação do que você encontra em cada uma delas:

 

Prefácio e 1. Escopo (págs xiii – 1)

Aqui é onde a norma é apresentada. Nessas duas primeiras partes, você encontra informações gerais sobre esta versão do documento como: quem organizou, objetivos da norma, etc.

 

2. Referências Normativas e 3. Termos, Definições e Abreviaturas (págs 1 – 6)

Em Referências Normativas, são listadas todas as outras normas da ABNT necessárias para a aplicação da 9050. Logo em seguida, há um glossário com a definição adotada pelo Comitê para cada termo e abreviação utilizados no documento. São apresentadas as definições de diversos termos básicos como “acessível”, “calçada”, e “uso público”.

 

4. Parâmetros Antropométricos (págs 6 – 30)

Nesta seção, a norma estabelece todas as dimensões utilizadas como referência para a elaboração dos seus parâmetros. Assim, são determinadas grandezas referenciais, como as de uma pessoa em pé ou sentada, alturas padrões para diversos objetos – como telefones, tomadas e interruptores – e mesmo parâmetros auditivos e visuais. Essas medidas são feitas levando em consideração diversas variáveis como: o uso de cadeira de rodas e bengala.

Você também encontra nesta seção todas as medidas que possibilitem a circulação do cadeirante, dimensões de assentos necessárias para pessoas obesas, entre outras.

 

5. Informação e Sinalização (págs. 30 – 53)

Aqui se concentram todos os critérios necessários para o uso de placas, sinalizadores e peças informativas, de maneira que seus conteúdos sejam acessíveis a todas as pessoas. Altura ideal para placas, uso do braille e avisos sonoros são alguns dos parâmetros encontrados aqui.

 

6. Acessos e Circulação (págs. 53 – 83)

Nesta seção você encontra as medidas adequadas para uma circulação acessível, quer seja em vias públicas, como ruas, estacionamentos e calçadas, ou espaços internos e privados, como corredores, cômodos, escadarias e elevadores.

 

7. Sanitários, banheiros e vestiários (págs. 83 – 113)

Este é um capítulo reservado exclusivamente a todos os critérios de acessibilidade referentes a banheiros e vestiários, uma vez que há uma variedade muito extensa de medidas e condições necessárias para a plena adequação desses espaços.

 

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Use barras de apoio de acordo com a NBR (Foto: Alugamed / Reprodução)

 

8. Mobiliário Urbano e 9. Mobiliário (págs. 113 – 121)

Aqui são apresentadas as medidas indicadas e os desenhos universais (concepções de produtos de modo a não precisar de adaptações) de objetos como semáforos, telefones públicos e assentos (no caso do Mobiliário Urbano) e de mesas de trabalho, balcões e caixas eletrônicos (em Mobiliário).

 

10. Equipamentos Urbanos (págs. 121 – 138)

Nesta última seção, há mais desenhos universais e parâmetros para objetos e espaços diversos de acesso público, como cinemas, arquibancadas, restaurantes, exposições, hotéis, hospitais, praças, escolas, bibliotecas, lojas e praias públicas.

 

Anexos Informativos (págs. 138 – 147)

No final da norma, há a colocação de quatro anexos informativos, com o objetivo de explicar e apresentar de maneira mais detalhada os seguintes temas: desenhos universais e seus princípios; fatores relevantes de projeto; detalhamento de barras de apoio e sanitário para uso de pessoa ostomizada.

 

Dessa maneira, se você procura por medidas simples para obras em sua residência familiar, você precisa considerar parâmetros como: largura de portas, corredores e cômodos, altura de armários, janelas, mesas, maçanetas e interruptores e banheiros acessíveis. Assim, sugerimos que você consulte as seguintes seções: 4. Parâmetros Antropométricos, 7. Sanitários, Banheiros e Vestiários e os anexos informativos C e D (Detalhamento de Barras de Apoio e Sanitário para Uso de Pessoa Ostomizada).

 

Caso a sua obra seja voltada para o uso coletivo e público, como lojas, restaurantes e escolas, você precisará considerar, além de todos os parâmetros indicados acima: altura de caixas eletrônicos, balcões e produtos em estantes, distância considerável entre assentos, bancadas e mesas e sinalizações adequadas, como peças em braille, placas, recursos auditivos e táteis. Indicamos que você leia, além dos itens já citados, as seções 5. Informação e Sinalização, 6. Acessos e Circulação, 9. Mobiliário e 10. Equipamentos Urbanos.

 

Fiscalização e obrigatoriedade

Em dezembro de 2004, o Governo promulgou o decreto n.º 5296, que, entre outros objetivos, determina obrigatória a adoção das referências de acessibilidade da ABNT para todo projeto arquitetônico voltado para o uso público e coletivo.

 

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Vestiário acessível (Foto: Getty Images / Reprodrução)

 

Dessa maneira, é obrigação de todo estabelecimento público ou privado, ao realizar a construção ou reforma de seus espaços, atender aos parâmetros apresentados por essa norma. Devem também obedecer a esse decreto os espaços de uso comum de edificações privadas multifamiliar (como condomínios residenciais, pensões e etc.)

No caso das áreas internas de residências unifamiliares, a adoção desses parâmetros não é obrigatória. Ainda assim, a norma serve como referência e padrão para a instalação de objetos como tomadas, maçanetas e interruptores, além de ser necessária caso haja algum membro da família que necessite de cômodos acessíveis.

O principal responsável por fiscalizar a acessibilidade dos projetos arquitetônicos é o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), por meio do controle da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de cada projeto. Há também outros setores municipais e órgãos públicos que podem realizar essa fiscalização, por isso é essencial que toda obra obtenha o Certificado de Acessibilidade, concedido pela Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA).

 

Agora que você já sabe como consultar a ABNT NBR 9050, é só sentar com seu arquiteto, planejar e calcular cada etapa da obra, comprar os materiais necessários em no site da Telhanorte ou em uma de nossas lojas. #BoraFazer!

Ainda não sabe por onde começar? Recomendamos então que você consulte os serviços do nosso Arquiteto de Bolso. Qualquer dúvida, é só nos chamar!

 

Por Vinicius Marques | Edição de Stéphanie Durante

Altura padrão do chuveiro: descubra qual é a correta

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| Banheiro

Você certamente já se perguntou qual a altura correta que seu chuveiro deve ter, não é? Por isso, não deixe de conferir a matéria que preparamos a seguir!

 

O banheiro é aquele espaço da casa que independente do tamanho deve ser aconchegante, arejado e fácil de limpar. Além da parte estética, o projeto hidráulico deve ser cuidadosamente planejado para evitar qualquer problema estrutural no futuro. E você sabe qual altura padrão de um chuveiro? E do registro?

Esses dois componentes da parte do box precisam estar na altura correta para que o posicionamento do chuveiro atenda a todos os moradores da casa. A posição correta do chuveiro e do registro permite que a água chegue na pressão adequada. Para isso, é importante saber também onde colocar a caixa d’água para que a água seja distribuída corretamente por toda a casa. 

Quer saber qual a altura padrão de um chuveiro e o posicionamento ideal do registro? Continue lendo e entenda como deve ser feito.

 

Guia de obra: qual a altura padrão de um chuveiro?

Para responder a pergunta de qual a altura padrão de um chuveiro, primeiro, é preciso entender que a medida pode variar. Dependendo de como é sua casa ou apartamento, pode haver alguns centímetros de diferença em relação ao imóvel de um amigo, por exemplo. Mas a variação acontece dentro de uma margem determinada e o responsável pelo projeto hidráulico – ou um engenheiro – pode orientá-lo sobre a escolha ideal.

Uma maneira de acertar qual altura padrão de um chuveiro ou ducha na sua casa é tomar como base a pessoa mais alta que virá a tomar banho.  Assim, é possível fazer um cálculo tendo um parâmetro para adequar o chuveiro.

A altura vai variar entre 2,10 m e 2,20 m. Em alguns casos, pode chegar a 2 m, se a média de altura das pessoas da casa não for muito alta e se essa descida não interferir na pressão da água do chuveiro. Além do conforto em relação ao caimento da água, em alguns modelos de chuveiros a troca de temperatura é manual. Então se a peça for instalada muito no alto, no dia a dia, o uso se torna demasiadamente complicado e pouco funcional!

 

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Exemplo de posicionamento do chuveiro e registro em relação a uma pessoa de 1,80 m (Foto: Hansgrohe / Reprodução)

 

Veja também: Chuveiro ou ducha: qual o melhor, afinal?

Qual altura ideal para o registro de chuveiro?

O posicionamento do chuveiro na parede também vai influenciar no resultado final. A posição da torneira pode variar dos projetos convencionais para aqueles com questões de acessibilidadeDessa forma, a altura ideal para o registro de chuveiro pode ser: 

 

Projetos para banheiros especiais

Além da acessibilidade, outros fatores, como a média de altura da família ou um projeto especial para o banheiro podem gerar adaptações nessas medidas padrão.

Com a modernização das propostas de arquitetura, alguns chuveiros são instalados no teto, por exemplo, criando um ambiente completamente diferente do convencional. Nesse caso, toda a parte hidráulica vai precisar de adaptação para que o chuveiro funcione corretamente! O engenheiro do seu projeto pode ajudar a planejar o seu banheiro da maneira correta, adaptando sua proposta para que ela tenha a melhor funcionalidade. 

 

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Banheiro (Foto: Arkpad / Reprodução)

 

Construa seu banheiro com os melhores materiais

Depois de definir qual altura padrão de um chuveiro no seu projeto e a altura ideal do registro, chega o momento de escolher as peças que vão compor o ambiente. Móveis para banheiro, pias, duchas, vasos sanitários, organizadores, dentre outros itens são essenciais para criar um espaço prático e bem organizado para toda família.

Acesse o site da Telhanorte e confira todas as opções disponíveis para montar seu banheiro e aproveite as ofertas de materiais de construção para a casa toda. Da fundação ao acabamento, temos tudo que você precisa! Faça sua compra online e receba em casa ou retire em uma loja próxima, consultando as opções para sua região.

 

Edição de Álvaro Oliveira e Murilo Bonício