como escolher | Blog Telhanorte

Como escolher aquecedor elétrico: guia completo para acertar

| Climatização

Veja nosso guia para comprar aquecedores: consumo de energia, modelos, transporte e outros fatores importantes de como escolher aquecedor elétrico

 

É muito comum ouvir pessoas falando que o brasileiro não está preparado para enfrentar o frio. Vivemos em um país conhecido pelo verão e pelas altas temperaturas, entretanto, alguns períodos do ano fazem sim nossos ossos gelarem, não é mesmo? Para esses períodos saber como escolher aquecedor elétrico vai ajudar você a se sentir melhor e mais confortável.

O aquecedor elétrico de ambiente torna os cômodos mais agradáveis durante as baixas temperaturas e podem, inclusive, permitir que você curta o friozinho em ambientes mais abertos, como sua varanda e área externa, sem congelar!

1. Sistema de aquecimento

O primeiro item a ser observado ao escolher o aquecedor elétrico para sua casa é o sistema de aquecimento. Entre as opções mais comuns estão:

 

Aquecedor elétrico preto pequeno (Foto: www.sweetesthome.com.br/Reprodução)

 

Termoventilador

O sistema de aquecimento por termoventilador é uma opção com ótimo custo benefício, sendo uma das opções com valor mais baixo entre os aquecedores

O termoventilador é composto por hélices e uma resistência, funcionando de maneira parecida com um ventilador comum. Entretanto, nesse modelo as hélices espalham o ar quente para o ambiente. Geralmente, é possível regular a potência para ajustá-la de acordo com o frio. 

Um ponto negativo é o barulho, que parece com o feito por ventiladores tradicionais. Pode ser usado na área externa, permitindo que você aproveite as noites frias em família, amigos ou para um jantar romântico. 

 

Aquecedor a óleo

Antes que você torça o nariz, saiba que no aquecedor a óleo, o óleo quente não fica exposto nem precisa ser trocado. Além disso, ele não resseca o ar. Você encontra modelos que aquecem espaços menores e até ambientes com maior m². 

O aparelho deve ser conectado à energia elétrica e funciona a partir de uma resistência que aquece o óleo. O calor gerado é proveniente da troca de temperatura entre o óleo que está dentro do aparelho e o ambiente. Você encontra modelos com e sem termostato. A opção com termostato permite regulagem automática da temperatura.

É silencioso, eficiente, aquece o ambiente por igual, entretanto, é um pouco mais caro que outras opções listadas aqui. Também não é indicado para ambientes com animais de estimação e crianças, pois as placas de calor ficar expostas e podem causar acidentes.

 

Halógeno

Assim como o aquecedor por óleo, o modelo halógeno funciona por troca de calor. Sua principal característica, e vantagem, é a velocidade com que aquece os ambientes, sendo muito rápido em seu serviço.

Pode ser carregado para diferentes cômodos conforme a sua necessidade. Deve ser usado em cômodos fechados como quartos e salas, e não é tão eficiente para ambientes abertos como áreas externas. 

Também distribui o ar seguindo a lógica de um ventilador, espalhando o ar quente em todo o espaço e com maior eficiência.

 

Aquecedor de cerâmica

A grade de proteção desse aquecedor é de cerâmica e isso faz com o calor seja propagado rápida e uniformemente pela ventoinha. Faz pouco barulho e pode ser portátil ou fixo na parede.

 

Aquecedor Halogeno Comfort Air Mondial 127V 800W cinza branco A09 (Foto: telhanorte.com.br/Reprodução)

 

2. Local de uso

Ao apresentar os modelos mais comuns de aquecedores elétricos demos alguns spoilers sobre o local ideal de uso para cada um deles, entretanto, ao fazer sua escolha tenha bastante atenção para esse requisito. Confira na embalagem e leia sobre o modelo que você deseja comprar.

Algumas opções são excelentes para áreas externas, como o termoventilador, enquanto outras devem ser usadas apenas em ambientes fechados, como o aquecedor halógeno.  

 

3.  Consumo aquecedor elétrico

O aquecedor a óleo, assim como o aquecedor cerâmico, consome menos energia do que o termoventilador, por exemplo.

No processo de como escolher aquecedor elétrico esse item não é o único a ser observado, mas deve estar entre suas preocupações. 

Um aquecedor pode consumir bastante energia elétrica e, por isso, algumas pessoas preferem às opções a gás, por exemplo. Entretanto, o trabalho e investimento para a instalação pode não valer a pena. 

 

4. Potência

Ao comprar qualquer aparelho elétrico é importante que você avalie a potência do aparelho. Entre as melhores opções de aquecedor elétrico ambiente a potência geralmente varia entre:

 

5. Capacidade de Transporte

Você precisa de um aquecedor fixo ou que você possa transportar para diferentes cômodos e locais, como transportar para um sítio e de volta para sua casa?

Esse tipo de informação é fundamental no processo de como escolher aquecedor elétrico. Não adianta um aquecedor ser econômico se não atender às suas necessidades.

 

6. Variação de temperatura

Assim como o frio pode ser um friozinho ou congelante, alguns aquecedores permitem que você controle a quantidade de calor que eles irão compartilhar.

Alguns aquecedores permitem que você escolha se eles devem usar toda a potência das resistências ou apenas parte delas. Essa característica é importante para criar um ambiente com a temperatura ideal, nem muito quente nem muito frio. 

 

Leia também: Climatizador ou aquecedor? Saiba escolher o melhor

 

Onde comprar aquecedor elétrico para ambiente? Uma casa climatizada oferece conforto e qualidade de vida para moradores. Seja no frio ou no calor é importante considerar esse aspecto para garantir a saúde e a tranquilidade de quem convive nesses ambientes. 

Na loja virtual da Telhanorte você encontra um departamento completo de climatização com variadas soluções para tornar seus ambientes mais agradáveis e aconchegantes, seja no verão ou no inverno. 

Conheça nosso setor de aquecedores de ar, ar condicionado, ventiladores e opções para tratamento de ar.   

 

Edição por Veronicca Fernandes

Diferenças de brocas para furadeira: conheça os principais tipos

| Ferramentas

As brocas são usadas para perfurar superfícies de diversos materiais. Para chegar ao resultado desejado em tamanho e profundidade do furo, é importante saber as diferenças de brocas para furadeira, veja a seguir essas diferenças

 

Sem esse acessório de ferramentas, a furadeira não cumpre sua função. Por isso é importante saber a espessura, o tamanho e o encaixe que você precisa antes de comprar.

Outro detalhe fundamental é sobre o tipo de superfície que você vai furar. Pode ser madeira, concreto, alvenaria, vidro, metal, entre outras. Para cada uma existe um tipo e tamanho de brocas para furadeira recomendado.

Quem faz trabalhos profissionais compensa investir em um estojo de brocas para furadeira. Caso você utilize apenas pontualmente em serviços domésticos pode adquirir as brocas conforme a necessidade. 

Para não errar na compra entenda as diferenças de brocas para furadeira.

 

Quais os tipos de brocas para furadeira?

Para facilitar o entendimento das diferenças de brocas para furadeira listamos abaixo os principais tipos usados em trabalho profissionais e domésticos.

Em uma mesma “categoria” de broca podem existir diversos espessuras, tamanhos e encaixes. Por isso, não vamos detalhar a este ponto.

Com este pequeno guia, você vai conhecer quais os tipos de brocas para furadeira e para qual tipo de trabalho cada um é mais adequado. 

 

Broca para furadeira de três pontas 

broca-tres-pontas-furadeira

Esse é o tipo de broca específico para perfurar diversos tipos de madeiras como maciça, de demolição, mogno, MDF, assoalho, etc.

A broca para madeira de três pontas é fabricada com aço carbono, um material resistente ao calor. Como o processo de perfurar aquece a peça, essa resistência é muito importante.

Ao encaixá-la na furadeira, a ponto do meio mantém a direção correta do furo e as duas pontas laterais vão abrindo o espaço na parede na profundidade desejada. 

 

Broca para furadeira de aço rápido 

broca-aco-rapido

A broca de aço rápido é a que vai ser utilizada quando o propósito é perfurar uma superfície de metal como zinco, latão, alumínio, cobre, aço sem liga, dentre outros.

Essa broca tem o formato cilíndrico e a ponta parece uma hélice. Se o trabalho exigir maior resistência da peça, opte pelas brocas de aço rápido com cobertura de titânio.  

 

Broca para furadeira de widea

broca-de-widea-concreto

Já a broca para furadeira de widea é usada para perfurar três tipos de superfícies materiais:

1- concreto;

2- mármore;

3- alvenaria.

Os trabalho com a broca widea deve ser feito com a furadeira no modo martelete.

Uma particularidade da widea é que é a cabeça da broca que realiza a furação. O corpo em espiral da broca serve apenas para retirar a sujeira do furo.

O formato achatado da cabeça da broca permite vencer a resistência do concreto de forma correta e segura. 

 

Broca para furadeira serra copo 

broca-serra-copo

A broca serra copo é um dos tipos com mais variedade que muda de acordo com o tipo de material que vai ser furado.

Ela é usada quando o objetivo é fazer furos com diâmetros maiores. Além da haste metálica, ela vem com uma “capa” externa dentada que serve para orientar e firmar o início da perfuração. 

 

Broca para furadeira SDS

Broca-Sds-Plus

A broca SDS também perfura concreto, alvenaria e mármore — como a broca de widea. Outros materiais indicados são: tijolo, granito e basalto.

A diferença de brocas para furadeira aqui é que a SDS é utilizada em trabalhos profissionais, pois proporciona mais segurança na perfuração.

Com um encaixe especial na base da furadeira, ela evita qualquer tipo de deslize ou escape durante a perfuração.

Você vai encontrar no mercado a broca SDS-Plus que é usada em martelos de classe até o limite de 4 kg e o SDS-Max para os martelos superiores a 4 kg.

 

Broca para furadeira serpentina

broca-serpentina-furadeira

A broca serpentina é indicada para os trabalho em madeira — desde as mais duras até as mais macias.

Com a ponta fina e a haste em espiral, ela faz furos precisos com acabamento excelente para os trabalho de alto padrão.

 

Broca para furadeira chata

broca-chata-madeira

A broca chata se destaca pelo ótimo poder de perfuração — pode chegar a mais de 20cm. Ela é usada em fibras, aglomerados e madeira, especialmente quando são chapas grossas.

A ponta da broca mantém a direção do furo e consegue abrir o espaço necessário com agilidade, porém o acabamento é mais grosseiro. 

 

Broca para furadeira de vidro

broca-furadeira-vidro

Sim, é possível furar vidro, basta ter a broca adequada para trabalhar com a delicadeza necessária.

Existem dois tipos principais: a broca com ponta arredondada que perfura até 1,27 cm de diâmetro e a oca para perfurar acima de 1,27 cm.

 

Broca para furadeira multiuso ou multiconstruction

Fechando a lista de diferenças de brocas para furadeira, temos a broca multiuso ou multiconstruction que também pode ser chamada de “broca faz tudo”.

Essa serve para perfurar diversos tipos de superfícies que citamos ao longo da lista. 

É o único modelo de broca que pode ser utilizado para a perfuração de todas as superfícies — concreto madeira, metal e até plástico.

 

Cuidados ao utilizar diferentes tamanhos de brocas para furadeira

O princípio para para o uso correto e seguro de qualquer ferramenta elétrica é utilizar todas as EPIs necessárias. Os equipamentos de proteção individual são essenciais para evitar acidentes nas mãos e nos olhos.

Para ficar seguro ao utilizar as diferentes brocas para furadeira use:

– uma luva para proteger as mãos e evitar o contato direto com a broca antes e depois de uso, principalmente quando ela estiver quente;

– um óculos para evitar que a poeira ou farpas dos materiais caiam dentro dos olhos;

– um protetor auricular para proteger os ouvidos do barulho.

 

Veja mais em: Como escolher a melhor furadeira

 

Entendeu as diferenças de brocas para furadeira? Agora que você já sabe as diferenças de brocas para furadeira vai conseguir comprar aquela que você precisa com muito mais facilidade.

Anote e leve até a loja o modelo da sua furadeira para garantir que o encaixe seja perfeito ou compare com as informações online.

Confira as seções de Ferramentas elétricas e Acessórios para ferramentas da Telhanorte e faça sua compra sem sair de casa pelo nosso site. 

 

Edição por Veronicca Fernandes

Como comprar grama sintética: Dicas para acertar em cheio

| Área Externa

Você quer aquela sensação gostosa de pisar na grama, mas sem ter o trabalho de plantar, deixar crescer, aparar e cuidar? Então venha aprender algumas dicas de como comprar grama sintética

 

Além de dar menos trabalho que a grama natural, a grama sintética é mais fácil de instalar, tem um baixo custo de compra, manutenção e dura bem mais. 

A grama sintética é uma grama “fake”, mas escolhendo uma marca de qualidade e que oferece um bom produto, ninguém vai dizer que o jardim da sua casa é de grama artificial. 

Como a escolha é um fator determinante para ter sucesso em como usar grama sintética, reunimos as principais dicas para acertar na hora da compra.

 

Qual o melhor tipo de grama sintética?

Essa é uma pergunta comum quando pensamos em como comprar grama sintética ou qualquer outro tipo de produto. Nesse caso, você quer que a sua grama seja mais verde, certo? 

Então saiba que a grama sintética é feita de dois materiais plásticos principais: o polietileno (PE) e polipropileno (PP). O melhor tipo de grama sintética vai depender do local onde você deseja aplicá-la e o que varia é a sua espessura do produto.

Os principais tipos de grama sintética e seus usos são:

– Grama sintética 30mm: é a melhor para usar em áreas de jardins e quintais;

– Grama sintética 20mm: é a melhor para decorar espaços internos e externos;

– Grama sintética 15mm: é a melhor para cobrir áreas onde serão praticadas atividades esportivas como futebol;

– Grama sintética 12mm: é a melhor para usar como tapete na decoração ou cobrir espaços para animais de estimação;

– Grama sintética 10mm: é a melhor para aplicar em áreas de playground de condomínios, casas e escolas infantis. 

Então tenha claro na hora de comprar grama sintética onde você quer instalá-la para que o vendedor possa te ajudar com precisão.

 

Qual a durabilidade da grama sintética?

A durabilidade é uma das vantagens que leva as pessoas a aprenderem como comprar grama sintética. Em média, a grama sintética dura cinco anos.

Para usufruir desse benefício é importante ter alguns cuidados no dia a dia:

– use a vassoura comum para varrer sujeiras maiores como folhas de plantas, papel, dentre outras fáceis de retirar;

– quando tiver sujeiras menores e mais difíceis de remover, lave a grama com água e sabão (sim, pode molhar grama sintética! Ela não impermeabiliza a superfície e a trama do material permite a passagem, escoamento e absorção da água).

 

Veja também: Como colocar grama sintética no quintal: passo a passo e inspirações de projetos reais

 

Para que seu jardim aberto fique bonito por mais tempo e conserve o aspecto de novo, basta evitar o acúmulo de sujeira. Outro fator importante e que influencia na durabilidade de grama sintética é a instalação. Quando mal colocada, o uso acaba desgastando os acabamentos ou as fibras do material. 

Por isso, escolha uma marca de qualidade e contrate um profissional qualificado para fazer a instalação. Por último, para melhorar a maciez do piso e, consequentemente, o conforto do toque da grama sintética, use uma base que funciona como amortecedor de impacto. Essa base que amortece o impacto pode ser aplicada em concreto, cerâmica, pisos de pedras, dentre outros.

 

Quanto é o metro da grama sintética?

A grama sintética é vendida por metro quadrado (m²), geralmente em rolo, e custa a partir de R$80, em média.

Os valores variam bastante de acordo com a marca e também o tipo de grama.

Para fazer orçamentos precisos de quanto você vai gastar no seu projeto, meça a área a ser coberta para fazer a conta do valor do investimento.

 

Grama sintética intalada na área externa (Foto: www.elo7.com.br/Reprodução)

 

Onde encontrar grama sintética?

Você pode encontrar grama sintética e de qualidade em lojas de materiais de construção física e online (como a Telhanorte) ou em lojas especializadas em gramas sintéticas.

Empresas de paisagismo e arquitetos são profissionais que podem indicar bons fornecedores, caso você esteja fazendo um projeto com essa assessoria.

 

Como usar 

Agora que você já sabe como comprar grama sintética, vamos falar das formas como ela pode ser usada. Como é uma cobertura durável, segura, tem uma manutenção fácil e barata, pode ser aplicada em diversos pisos, criando diversos tipos de ambientes como jardim externo, de inverno, varanda de apartamento, entre outros.

A grama sintética valoriza as áreas abertas — ela pode ser exposta ao sol e a chuva — deixando-as não só mais bonitas visualmente, mas também trazendo conforto. Nos jardins de inverno, a grama sintética é mais recomendada que a grama natural por causa da baixa incidência de luz que prejudica o crescimento da grama de verdade. 

Nas varandas de apartamentos, a grama sintética podem ser usadas em faixas para contornar o desenho da sacada ou criar um cantinho de jardim. Mesmo em um prédio você pode criar espaços verdes em casa.

 

Veja mais em: 5 espécies de árvores frutíferas para ter em casa

 

Playgrounds de condomínio, escolas e creches

Segurança é fundamental quando se fala em espaços para crianças brincarem. Por isso, a grama sintética é uma escolha certeira para esse espaço.

Para ficar ainda mais confortável para os pequenos brincarem, pode ser colocada a base anti impacto e depois a grama.

 

Quadras de futebol e de tênis

Este é um projeto mais específico e um pouco mais caro, mas se você quiser criar um espaço de lazer em casa para os filhos ou fazer um upgrade no condomínio onde mora, a grama sintética é a escolha certa.

Como os esportes sempre tem algum impacto, colocar a base também contribui para amenizar tombos, etc.

 

Grama sintética aplicada em playground ao ar livre (Foto: magicgramas.com.br/Reprodução)

 

Gostou das dicas de como comprar grama sintética? Depois dessas dicas de como comprar grama sintética você pode começar a planejar seu projeto, escolher o tipo mais adequado e começar seus orçamentos.

Para facilitar sua pesquisa confira a seção especial da Telhanorte com opções de Grama Sintética. Aproveite e veja também tudo para criar um Jardim perfeito na sua casa.

O melhor é que você pesquisa, confere os preços, faz sua compra e recebe em casa.

 

Edição por Veronicca Fernandes

Como escolher adega de vinho? 7 dicas para acertar

adega-armazenamento-vinhos

| Decoração

Você é um apreciador de vinhos? Que tal montar sua própria adega em casa ou no escritório? Com essas dicas incríveis você vai poder escolher uma e impressionar amigos e clientes

 

É muito comum que pessoas que estejam começando a sua coleção de vinhos fiquem em dúvida sobre como escolher uma adega.

Ela é um instrumento importante, não apenas para guardar as garrafas de vinho, mas, principalmente, para preservar o aroma e sabor do vinho. Elas também ajudam a preservar vinhos de guarda – aqueles que melhoram com o passar dos anos.

Se você é um apaixonado por vinhos e gosta de armazenar suas garrafas para ocasiões especiais – seja para tomá-los sozinho, enquanto aprecia um bom livro, ou em um jantar entre amigos – esse artigo é para você! Aqui, reunimos algumas dicas importantes para quem está pensando em comprar uma adega.

Existem adegas construídas que ocupam porões ou quartos escuros de uma casa, entretanto, devido ao trabalho de construção e também ao espaço que podem ocupar, atualmente as adegas climatizadas são as melhores opções.

 

1. Modelo da adega

As adegas climatizadas usam a eletricidade para garantir a umidade adequada e o resfriamento ideal de seu interior.

Existem dois tipos de adega: 

 

Veja também: Como montar um bar em casa

 

As adegas termoelétricas usam a eletricidade para realizar a troca de calor entre o interior e o exterior da adega. Isso acontece por meio de uma placa de cerâmica que envia o calor de dentro da adega para seu exterior. Geralmente, esse processo é capaz de conseguir uma temperatura interna de 10°C mais baixa do que a externa.

O ponto positivo é que o consumo de energia da adega de vinho é baixo. O ponto negativo é que esse tipo de adega é indicada apenas para regiões e cidades que, geralmente, não ultrapassem os 25°C.

Já a adega com compressor usa a eletricidade para efetivamente definir qual é a temperatura que deseja-se para o interior da adega. 

O ponto fraco deste modelo é que o consumo de energia da adega de vinho é mais alto, entretanto, ele ainda é a opção mais segura e eficiente para regiões que chegam a temperaturas mais altas durante o ano (o que é bem comum para o Brasil).

Atenção: Se você estiver considerando colocar seus vinhos em uma geladeira comum, avisamos que não é uma boa ideia! As geladeiras possuem variações de temperatura a cada vez que são abertas, além de a iluminação e o cheiro dos alimentos em seu interior prejudicarem o processo de armazenamento dos vinhos. Por essas razões, uma adega é o mais recomendado.

 

2. Considere o tamanho da adega

Aprender como escolher uma adega envolve uma certa matemática.

Existem adegas com capacidade de de 4 a 300 vinhos (algumas com até mais do que isso). Com uma adega é provável que seu volume de compras aumente, então tente fazer algumas projeções de futuro. Modelos de adegas que armazenam 4 ou 8 garrafas possuem bons preços, mas nem sempre são suficientes para quem ama vinho!

Logo, é importante que você faça alguns cálculos para saber qual é o tamanho ideal para sua necessidade. 

Considere algumas variáveis como:

Aplique a fórmula: 

(Compra mensal – consumo mensal) x 12 meses

 

Adega de vinho preta (Foto: www.bondfaro.com.br/Reprodução)

 

Se você consome 2 garrafas por semana e compra 12 por mês, ao final de um ano será necessário ter capacidade para armazenar 48 garrafas. Nesse ritmo, ao final de 2 anos esteja preparado para ter quase 100 garrafas em sua coleção.

3. Local e uso da adega

Acima, falamos sobre o tamanho da adega. Algo também muito importante a ser considerado é qual será o uso da adega e o local em que ela será instalada.

Uma adega de vinho para apartamento, geralmente, tem uma necessidade de armazenar mais vinhos, enquanto uma adega para escritório pode ter um tamanho reduzido, já que, geralmente, serve para armazenar garrafas já abertas para comemorar bons contratos.

Fique atento também ao tipo de vinho. Se a adega também for usada para armazenar vinhos de guarda, a tendência é que ela tenha as prateleiras ocupadas por um longo período de tempo. Logo, será preciso investir em uma adega maior.

Ao escolher o local para a adega considere o tamanho do espaço que você tem para armazená-la. Uma opção bastante atual é optar por uma adega de vinho para cozinha.

 

4. Mostrador de temperatura

Parece um pequeno detalhe, mas quando falamos sobre vinhos, a temperatura é um elemento delicado, importante e que precisa ser medido e acompanhado. 

Alguns modelos de adega possuem um mostrador de temperatura do lado de fora para que você possa acompanhar a qualidade da armazenagem sem precisar abrir a adega sempre que precisar dessa informação. Além de ser um importante sinal para alertar sobre possíveis avarias na adega.  

A temperatura ideal para armazenagem do vinho tinto é entre 14 e 18 ºC.

 

Veja mais em: Varandas Gourmet: uma seleção de espaços para você se inspirar

 

5. Material da porta da adega

É muito comum que você encontre adegas com portas de vidro. Esse material torna as adegas muito elegantes e são excelentes peças de decoração, entretanto, é fundamental que você observe se os vidros são adequados para a manutenção da temperatura do local. 

Se você está pensando em comprar uma adega de vinho para cozinha ou sala de estar, por exemplo, os vidros da adega devem ser capazes de proteger seus vinhos dos raios UV. 

Além do vidro você também encontra adegas com portas de inox, madeira e outros materiais que protegem dos raios solares.

 

6. Atenção ao espaço das prateleiras

Ao optar por comprar uma adega, fique atento ao espaço oferecido entre as prateleiras e garanta que elas aceitam diferentes formatos de garrafa, inclusive de espumante, por exemplo.

 

7. Estilo decorativo da adega

Atualmente as melhores adegas de vinho aliam funcionalidade e estética. As adegas de vinho se tornaram peças de decoração e por isso devem estar inseridas no estilo proposto para o ambiente.

Entre os diferentes modelos de adega de vinho, você vai, certamente, encontrar um que esteja alinhado ao seu estilo. Modernas, com estilo retrô, embutidas em armários ou como parte da organização da cozinha e da sala de estar, sua única preocupação deve ser aliar a beleza da peça à sua funcionalidade.

 

adega-em-casa-armazenamento-vinhos

Adega em casa para armazenar vinhos (Foto: La Ville / Reprodução)

 

Agora que você já sabe como escolher uma adega, é hora de encontrar o modelo que melhor se adapte a sua realidade, de acordo com os critérios que listamos acima e com o melhor custo do mercado!

 

Edição de Camila Alexandrino e Murilo Bonício

Como escolher um refletor de LED em 4 etapas e acertar na iluminação

Como escolher um refletor de LED

| Área Externa

Atualmente é possível encontrar até refletor de LED que funcione via energia solar! Leia a matéria que preparamos a seguir e escolha o refletor de LED ideal para você

 

A tecnologia LED já se provou a forma mais econômica e sustentável de melhorar a iluminação de ambientes espaços e áreas externas. Mas você sabe como escolher um refletor de LED para atender suas necessidades?

Se você ainda ilumina sua área externa com refletores convencionais, sabia que o LED possui uma vida útil bem mais longa. Além disso, você vai gastar menos com manutenção, uma vez que não precisará trocar lâmpadas.

Você também vai sentir a economia na conta de luz, já que as lâmpadas de LED consomem menos energia elétrica. Sem falar que são ecologicamente corretas por não possuírem mercúrio ou qualquer outro tipo de metal na sua composição.

Atualmente é possível encontrar até refletor de LED que funcione via energia solar, o que elimina totalmente o consumo de eletricidade e proporciona ainda mais benefícios ambientais.

Se as vantagens desse tipo de iluminação parecem incontestáveis, vamos mostrar agora quais critérios você deve levar em conta para decidir qual o melhor refletor de LED para sua casa.

 

Como escolher um refletor de LED em 4 passos

Para saber qual refletor de LED atende melhor às suas necessidades, você precisará analisar quatro critérios básicos. Confira!

 

1 – Potência

Há refletores de LED com variadas potências disponíveis no mercado, desde 10 até mais de 1000 watts. Escolher a opção mais adequada, para um leigo, pode ser complicado.

Os modelos mais populares para áreas residenciais são os de 50 watts, com os quais é possível iluminar quintais e jardins maiores. Mas, no caso de áreas externas com até 10m², um refletor de 10 watts cumpre bem o papel.

Para espaços mais extensos, como um estacionamento, considere os refletores com potência entre 100 e 200 watts. Por sua vez, os refletores com mais de 300 watts já necessitam ser instalados em postes para abranger uma área ainda maior, como um campo de futebol.

 

2 – Cor da luz

Um dos diferenciais dos refletores LED é a possibilidade de optar por luzes de variadas cores. Além da luz branca, há opções como vermelho, verde, azul e amarelo.

Alguns modelos tem uma cor fixa, enquanto outros permitem a troca das cores, às vezes até por controle remoto. Esses são especialmente indicados para quem quer inovar na iluminação ou busca refletores que possam ser usadas em festas.

Mesmo quem preferir o refletor de luz branca terá opções. A luz branca fria costuma ser a mais procurada por oferecer luminosidade mais clara e intensa, mas, se a ideia é criar um ambiente mais aconchegante, a melhor escolha será a luz branca quente.

 

Confira também: Iluminação para ambientes: tipos e modelos para casa

 

 

Refletor-Ultrafino-LED-10W-6500k-Preto-Gaya-1776525

Refletor Ultrafino LED (Foto: Telhanorte / Reprodução)

 

3 – Segurança

Por oferecerem uma iluminação superior, os refletores de LED já são os mais requisitados pelos que querem aprimorar a proteção residencial. Então, se a segurança é um critério indispensável para você, invista em um refletor de LED com sensor de presença.

Por acender automaticamente ao detectar movimentos, o refletor de LED é uma ferramenta interessante para assustar possíveis intrusos. Esse modelo costuma ser especialmente eficaz em garagens e locais de passagem.

O refletor de LED com sensor de presença também é o melhor aliado das câmeras de monitoramento. E, além do incremento na segurança, ajuda a poupar o consumo de energia por ficar desligado enquanto não detectar deslocamentos.

 

4 – Durabilidade

Por serem usados para iluminação externa, os refletores de LED ficam expostos a uma série de fatores naturais. E não estamos falando apenas de sol, chuva e vento. Até seu animal de estimação pode representar um risco.

Por isso, na hora de escolher seu refletor, verifique se o modelo é resistente a ações da natureza e possui outras proteções especiais.

Já em relação à expectativa de vida do LED, um bom refletor costuma garantir uma iluminação de qualidade por um período de uso que varia entre 25.000 e 30.000 horas. Desconfie dos produtos que oferecem menos ou mais do que isso.

 

Como usar refletor de LED?

Agora que você já como escolher um refletor de LED, deve estar se perguntando como testá-lo para saber qual modelo é melhor pra você. Podemos ajudar com dicas sobre como usar o refletor de LED em cada situação.

Espaços de convivência com cadeiras, sofás e redes são iluminados de forma mais eficaz com refletores de luz branca. Nesse caso, a potência não precisa ser uma preocupação, mas sim o posicionamento da luz para valorizar a mobília e não travar a passagem.

 

Veja também: Como calcular quantidade de lâmpadas por metro quadrado

 

Agora, se você busca um refletor de LED para jardim, deve comprar um modelo com potência entre 10 e 50 watts. Aqui também vale a pena fugir da luz branca e apostar em tons verdes para valorizar a folhagem.

Já para saber como configurar o refletor de LED para piscina, sua prioridade devem ser as áreas de risco, como degraus. A próxima etapa é planejar a iluminação para as bordas e o espaço de passagem dos banhistas. Em todos os casos, um bom refletor de LED para piscina deve ter entre 20 e 40 watts. Quem quiser brincar com as cores, pode usar painéis de LED com tons de azul e verde.

E como calcular o refletor de LED necessário para áreas mais extensas como quadras e estacionamentos? A luminosidade dos refletores com mais de 100 watts chegam a até dez metros e são as mais indicadas para esses casos. Para os que querem “profissionalizar” a pelada de final de semana, um bom refletor de LED para um campo de futebol seria o modelo de 300 watts.

Painel- LED-de-sobrepor

Painel LED de Sobrepor (Foto: Telhanorte / Reprodução)

 

Onde comprar refletor de LED?

Já decidiu qual é o melhor refletor de LED para sua casa? Então agora pode contar com a Telhanorte para encontrar produtos que aliam variedade, qualidade e preço baixo.

Além dos refletores, na nossa seção de LED, você encontrará painéis e projetores para incrementar a iluminação da sua área externa. Além disso, na seção de Iluminação, você terá vários tipos de luminárias para iluminar sua casa de forma inteligente.

Acesse nossa loja virtual, escolha seus produtos e faça sua encomenda utilizando o WhatsApp, por exemplo!

 

Edição de Alvaro Oliveira

Ventilador de teto: 5 dicas para escolher o ideal

ventilador-teto-preto-madeira-luminaria-pas

| Climatização

O clima quente do Brasil pede soluções para amenizar o calor em nossas casas, né? Por isso, separamos 5 dicas para você escolher o melhor modelo de ventilador de teto no mercado

 

Os ventiladores de teto são opções mais baratas do que o ar condicionado, seja na compra do equipamento, na instalação ou mesmo em relação ao consumo de energia elétrica. Além do baixo custo, seguindo algumas dicas, o item vai contribuir para manter os ambientes, tanto da casa como do trabalho, mais frescos.

Mas afinal, como escolher um bom ventilador de teto? Quais as principais dicas? Veja 5 dicas para escolher o ventilador de teto ideal!

Ventilador-de-teto-127V-Iceberg-branco-Aliseu

Ventilador de teto 127V Iceberg branco Aliseu (Foto: Acervo / Telhanorte)

1. Relação entre tamanho do ambiente e vazão de ar

É importante que o ventilador que você irá comprar garanta uma vazão de ar suficiente para manter o cômodo fresco. A vazão se dá pela quantidade de vento que o ventilador é capaz de gerar por segundo.

De acordo com o INMETRO,

 

Mas qual é a vazão de ar ideal?

Isso varia de acordo com o tamanho do ambiente. Por isso, antes de comprar um ventilador de teto, tenha em mãos as medidas do local que irá recebê-lo.

 

As marcas que comercializam ventiladores costumam colocar na caixa a medida em m² que é atendida pelo produto que, em geral, é dividido em opções para 16, 20, 28 e acima de 28m².

 

2. Confira a nota da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia e PROCEL

Avaliar qual a potência de um ventilador bom é outro critério a ser levado em consideração na lista de dicas para comprar o melhor ventilador de teto. Você deve buscar por uma opção que dê uma boa vazão de ar (como explicamos acima), ao mesmo tempo que tenha um gasto de energia controlado.

Para saber se a sua escolha é econômica em relação ao consumo de energia, confira o selo Procel que, em geral, vem nas caixas dos ventiladores.

 

selo-procel-economia-energia-cemirim

(Imagem: CEMIRIM/Reprodução)

 

3. Nível de ruído

Um outro elemento bastante importante na hora da escolha do ventilador é seu nível de ruído. Afinal, você não quer que ele atrapalhe sua noite de sono ou quando você está assistindo televisão, né?!

Mas como ter certeza de que o ventilador não irá fazer barulho?

Não existem informações oficiais que comprovem se um ventilador apresenta ou não ruídos durante seu funcionamento. Porém, antes de comprá-lo, pesquise marcas e a reputação de seus produtos – desta forma, você terá uma ideia parcial se o ventilador fará barulho. Outra dica é: caso você tenha oportunidade, visite uma de nossas lojas físicas da Telhanorte e peça para um vendedor te auxiliar e mostrar o modelo do ventilador ligado.

 

4. Como acionar

Atualmente, existem variações de como acionar o ventilador. Para certas pessoas, basta o interruptor que está tudo certo, mas outras adorariam poder ligar o equipamento por meio de um controle remoto ou um aplicativo no celular – e, hoje em dia, isso já é possível! Porém, os ventiladores com as tecnologias mais recentes tendem a ser mais caros.

Entre as formas atuais de acionar um ventilador de teto, estão:

 

5. Estética

Pensar na estética do ambiente em que o ventilador será instalado é crucial caso você queira manter uma linha de decoração do cômodo. Atualmente, os modelos de ventilador de teto decorativo variam em relação:

Ao decidir qual ventilador irá comprar, alinhe sua escolha ao restante da decoração para criar um ambiente harmônico.

 

Dúvidas comuns ao escolher um ventilador

A resposta é não. Se você observar os pontos que listamos acima, como a medida do espaço e a vazão de ar, o número de pás não é relevante para o resultado que você vai obter do uso do equipamento.

 

Também não. Assim como o número de pás, o material do ventilador não influencia na quantidade de vento que o mesmo fornece. Atualmente, tanto as opções de plástico como de madeira são muito resistentes e oferecem os mesmos benefícios.

 

É recomendado que o ventilador seja instalado a uma distância mínima de 2,2m do piso e a uma distância mínima de 50cm das paredes do cômodo. É importante também que o mesmo fique no centro do ambiente, para potencializar a climatização do local.

 

Está procurando um modelo de ventilador de teto?

Para encontrar o ventilador de teto ideal, te convidamos a conhecer a loja virtual da Telhanorte.

Além de encontrar diversos modelos de ventiladores de teto, você também pode escolher entre ventiladores de coluna, mesa e parede. Também oferecemos um departamento completo de Climatização, com ar condicionado, climatizadores e umidificadores.

 

Edição de João Victor Quintino e Vinicius Marques