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Saiba como escolher torneira para a pia da cozinha

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| Cozinha

 

Precisando de uma torneira nova para a cozinha mas está em dúvida de qual modelo comprar? Confira opções funcionais e modernas

 

Na cozinha, a torneira é um dos elementos principais a compor o ambiente. No momento da escolha de uma torneira nova para a pia, você deve levar em conta diversos fatores. O design, a funcionalidade, diferenciais e tamanho da torneira podem ser decisivos na hora da compra. Confira os principais aspectos a serem considerados na hora de escolher a torneira ideal para a pia da cozinha.

 

Confira no site da Telhanorte: Torneiras para Cozinha

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Torneira de mesa para cozinha articulada VTP362CWC Esteves (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

O que considerar na hora de comprar uma torneira?

A praticidade de uso é um fator muito importante no momento de decisão do modelo de torneira para a cozinha. Para isso é preciso considerar o espaço disponível para a instalação, o tamanho da cuba na qual a água escorrerá, além da frequência e intensidade que a torneira será utilizada.

 

1. Espaço disponível

Para ambientes pequenos, com espaço reduzido na bancada, é recomendado escolher uma torneira menor e mais simples. Outro fator importante a considerar no momento da compra é o investimento disponível. A depender da obra, uma torneira de valor mais econômico pode ser o ideal para você.

 

Torneira para Cozinha de Mesa bica alta Gali Docol

 

Já para bancadas e cubas maiores (ou mesmo cubas duplas), o indicado são torneiras mais sofisticadas, com maior alcance de jato, bica maleável e articulada. Há uma grande variedade de produtos com diferentes funcionalidades, a depender do que você procura para a cozinha e do investimento reservado para a torneira.

 

Torneira para cozinha de mesa DOC Chrome bica alta black Docol

 

2. Tipo de instalação

Além do tamanho da torneira, o modo de instalação também pode acabar influenciando na dinâmica do espaço. Para bancadas estreitas, o recomendado é que as torneiras sejam instaladas na parede. Quando a pia é mais ampla, podem ser instaladas diretamente na superfície da bancada.

 

Torneira para cozinha Realce Jr cromada Forusi e Torneira para cozinha bica móvel Link cromada Deca

 

3. Design

Um terceiro critério de escolha importante é considerar a decoração do ambiente. Os elementos da cozinha devem estar em harmonia com o estilo predominante, seja ele industrial, moderno, minimalista, rústico, vintage, entre outros. Assim, a cor, o material e o design da torneira devem ser escolhidos de acordo com o seu gosto e a proposta da cozinha.

 

Torneira de mesa para cozinha Flex black Lorenzetti e Torneira para cozinha com filtro Twin cromada Deca

 

4. Funcionalidades

Além das características anteriores, há alguns outros componentes que podem complementar a torneira da pia. A torneira elétrica multitemperatura Hydra, por exemplo, possui uma bica móvel e um arejador articulável. Além disso, possui um sistema multitemperatura, que permite um determinado número de opções para encontrar a temperatura certa da água. O mesmo vale para a torneira elétrica de bica reta Clima Frio Fame, que permite a escolha de três temperaturas: água quente, morna e fria.

 

 

Outra opção que você encontra no mercado são as torneiras com filtro de água já acoplados. Na Telhanorte, você encontra modelos como a torneira com filtro Esteves ou também a torneira com filtro Belle Epoque Forusi, que possui acabamento cromado e não é indicada para instalações com baixa pressão.

 

 

5. Misturadores monocomando ou bicomando

Os misturadores são torneiras capazes de misturar a água quente com a fria. Enquanto os bicomandos apresentam dois registros (um para a água fria e outro para a quente), o controle de temperatura nos monocomandos é feito por meio de um único registro. Para saber mais sobre os misturadores, leia nossa matéria O que é torneira misturador monocomando e como escolher uma?

 

Misturador para cozinha cromado Deca e Misturador monocomando bica alta Alterna

 

Gostou das dicas?

Na Telhanorte, você encontra diversos modelos e um setor inteiro de torneiras para cozinha e misturadores para cozinha. Acesse agora e não perca a oportunidade de deixar a sua casa ainda mais bonita! Na nossa loja virtual, você também encontra tudo o que precisa para sua cozinha e lavanderiabanheiroárea externa, além dos melhores materiais de construção e itens para as obras em geral.

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O que é torneira misturador monocomando e como escolher uma?

 

Por Vinicius Marques | Edição Stéphanie Durante

Reforma em UTI é inaugurada com apoio da Telhanorte

| Inspiração

 

Telhanorte e Leroy Merlin entregam juntas a reforma da UTI Pediátrica da Santa Casa de São Paulo

 

Na manhã de 25 de fevereiro, foi inaugurada a nova UTI Pediátrica do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. A área foi totalmente revitalizada, com estrutura e equipamentos de última geração e novos leitos.

As duas maiores redes de varejo da construção do Brasil, Leroy Merlin e Telhanorte, firmaram uma parceria em 2020 e apoiaram a reforma de 80 leitos. Na prática, as empresas doaram o material necessário para a revitalização dos cômodos e espaços dos leitos da entidade, que atende pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). Entre os milhares de produtos doados, estavam desde materiais básicos, como cimento e argamassas até itens de acabamento, como louças, tintas, entre outros.

 

 

“A inauguração da UTI é fundamental, dado o fato de estarmos atravessando uma nova e forte onda de casos de COVID-19. A Telhanorte Tumelero entende que o papel de grandes companhias nesse momento é de unir forças e buscar soluções que possam beneficiar a população, colocando a empatia e equilíbrio em primeiro lugar”, afirma Juliano Ohta, Diretor Geral da Telhanorte-Tumelero.

“Como empresa sabemos da responsabilidade social que temos e participar de ações como essas nos enchem de orgulho. A parceria entre Leroy Merlin e Telhanorte só foi possível, pois as duas companhias reconhecem que podem fazer mais pelo outro e que neste momento de pandemia precisavam acelerar a disponibilização dos leitos. Ver a concretização disso é emocionante”, destaca Ignacio Sánchez, Diretor-Geral Leroy Merlin Brasil.

 

 

Confira mais sobre a inauguração com apoio da Telhanorte no vídeo publicado pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

 

Como fazer planejamento de obra? 5 dicas fundamentais

Como fazer planejamento de obra

| Construção

 

Quer aprender o passo a passo de como fazer o planejamento de obra e evitar dores de cabeça? Veja dicas para comprar materiais, economizar e controlar prazos

 

Quando se pensa em construir, logo diversos problemas em potencial surgem. Afinal, o processo tende a ser longo e diversas variáveis podem aparecer durante a construção. Na hora de planejar a obra, existem diversos pontos que precisam ser levantados, anotados e catalogados de forma que você tenha na manga algumas soluções para problemas que possam surgir.

Para evitá-los, uma dica é se organizar e aprender como fazer um planejamento de obra. Neste artigo, traremos algumas dicas interessantes para te auxiliar nesse processo. O planejamento da obra tende a organizar tudo, desde a escolha de onde comprar o material e em que ordem comprar, passando por outras questões como: a escolha dos profissionais, como lidar com prazos e como fazer planilhas de planejamento de obra. Tudo isso precisa ser pensado antes de qualquer tijolo ser cimentado.

Outro ponto para ter em mente ao fazer o planejamento de obra é que ele deve ser um aliado e não um entrave! 

Muitas vezes coisas não previstas podem acontecer e mudanças podem e precisam ocorrer no plano inicial. Por isso, é necessário estabelecer margens de segurança e ser um pouco maleável para não acabar atrasando o serviço em vez de otimizá-lo.

 

Como fazer planejamento de obra?

Cada obra tem seu nível de complexidade, orçamento e prazos diferentes e tudo isso precisa ser levado em conta na hora de fazer um planejamento. Você nunca deve fazer o planejamento da obra pautado apenas no cenário ideal, onde tudo dá certo de primeira, em todas as etapas. Esse precisa ser apenas um dos cenários do plano, no caso, o mais otimista deles.

A partir disso, projete os cenários menos otimistas e até aqueles em que tudo dá errado! Pensar previamente num cenário catastrófico torna mais fácil, na prática, de perceber os possíveis erros se aproximando e, assim, mudar o curso da obra a tempo! O clima é talvez um dos maiores inimigos de uma obra real e funcional, já que sua imprevisão pode implicar em desperdício de matérias-primas, gastos extras com mão de obra e eventuais multas. É possível que você estabeleça um planejamento bem amarrado e as chuvas sejam intensas no período ou vários funcionários adoeçam e isso comprometa seus prazos. Nesses aspectos, seu planejamento precisa ser maleável e ter um plano de ação para cada caso que sai do previsto!

 

5 dica de como fazer planejamento de obra

1. Estude a viabilidade da obra

O primeiro passo a se fazer quando se pensa em planejar a obra é conhecer bem o local e estudar a viabilidade de uma obra ali – avaliando, por exemplo, quais tipos de construção o local suporta. Isso é fundamental para definir se é possível e viável, física e financeiramente falando, fazer o que você tem em mente. A partir desse estudo será possível estipular o seu gasto e comparar para ver se ele cabe no orçamento.

Caso você seja a empresa responsável pela construção, será necessário levar em consideração o fluxo de caixa do seu negócio para calcular as entradas e saídas da obra. Quanto mais você puder saber sobre a obra em si, mais preciso será o cálculo do custo total e real dela. Por isso, procure todos os documentos, materiais descritivos e tudo mais que você encontrar a cerca do terreno.

Algumas informações que podem ser úteis para a planilha de planejamento de obra são:

Custo de Projeto (Arquiteto, estruturas, instalações);

Equipamentos e ferramentas que precisam ser adquiridos;

Custo médio de cada etapa da obra (fundação, alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas e acabamentos);

Custo de mão de obra;

Custo de regulamentação e documentação.

 

Leia também: Lista de ferramentas para construção: 17 itens do kit básico

 

2. Criação do projeto arquitetônico

Outro ponto fundamental e que servirá, muitas vezes, como o guia da obra, é o projeto arquitetônico, que, assim como o planejamento, também precisará ter uma versatilidade para possíveis imprevistos.

Após fazer o levantamento médio dos custos, avaliando ser viável realizar a obra, você precisa contratar um arquiteto para realizar um projeto em cima das condições disponíveis no terreno e, claro, dos seus gostos pessoais. Além disso tudo, é preciso que o projeto respeite às leis para evitar multas e possíveis custos a mais. Algumas normas são regionais, mas no geral você precisa se preocupar com:

Estaqueamento de água;

Desempenho térmico;

Acústica e iluminação;

Saúde e Meio Ambiente;

Higiene e Saneamento Básico;

Qualidade do ar;

Funcionalidade e acessibilidade;

Conforto e Ergonomia.

 

Alguns pontos são obrigatórios apenas para construções feitas por empresa ou para revenda, por isso, consulte como se aplicam as normas no caso do seu terreno.

 

Leia também: Como construir uma casa sustentável: do tijolo à elétrica!

 

3. Legalização da Obra

Por falar em normas, não se pode deixar de lado a burocracia, quando se pensa em como fazer planejamento de obra. Após aprovar o projeto, é preciso se atentar a todas as taxas e licenças que precisam ser pagas antes e durante as obras, para que não haja multas. A execução da obra só pode ser iniciada após aprovação do projeto pela prefeitura e, por isso, é interessante escolher arquitetos experientes e acostumados com as normas e diretrizes regionais.

Esse processo, que começa antes de se iniciar a obra, continua durante o avanço de cada etapa, até o final dela. No caso de construções comerciais, é necessária uma vistoria prévia do corpo de bombeiros, por isso, fique atento!

 

4. Defina um orçamento para cada etapa

Você só poderá definir o custo total da obra após a conclusão. Não é possível prever e projetar algo tão complexo de maneira exata, por isso, a dica aqui é que se estabeleça um orçamento e um prazo estimados para cada etapa da obra. Desta forma, será possível fazer um cálculo aproximado do quanto será gasto, antes do final da construção! Além disso, fica mais fácil administrar a verba. Caso uma etapa gaste mais ou menos do que o previsto, você poderá enxugar ou expandir os recursos de outra!

Organize uma planilha de planejamento de obra para manter os valores controlados. Uma ferramenta interessante para isso é o SINAPI, o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção CivilPor meio dele é possível levantar custos e preços da obra com dados atualizados pela CAIXA!

 

5. Execute e acompanhe

Por fim, tão importante quanto planejar é garantir a boa execução do planejamento e acompanhar o andamento da obra de perto. Pode ser um processo cansativo, mas estar atento ao dia a dia do canteiro de obras vai te poupar muito tempo e dinheiro. Sempre tente entender como as coisas se desenvolvem, para compreender os problemas e buscar soluções rápidas quando (e se) eles surgirem.

 

Aprendeu como fazer o planejamento de obra?

Começar uma obra pode ser complicado se você não tiver os materiais e ferramentas certas, não é mesmo? Por isso a Telhanorte possui um vasto catálogo que pode te auxiliar neste processo. Em nossa loja virtual, você encontra tudo o que precisa para sua cozinha e lavanderia, banheiro, área externa, além dos melhores materiais de construção e itens para obras em geral. 

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Edição por Murilo Bonício | Vinicius Marques

Estilo escandinavo: tenha uma casa clean e aconchegante

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| Ambientes Internos

 

Gosta de uma casa minimalista, moderna e muito confortável? Então você vai se encantar com o estilo escandinavo. Confira!

 

A Escandinávia é uma região geográfica ao norte da Europa, representada, principalmente, pela Dinamarca, Suécia e Noruega. Lá o inverno dura boa parte do ano, com temperaturas rigorosas, por isso grande parte da população escandinava tem grande apreço pela estética e aconchego de seus lares, uma vez que preferem receber amigos em casa ao invés de saírem e enfrentarem o frio. Esses momentos de conforto e lazer são conhecidos em um termo local chamado Hygge, que faz parte da cultura dos povos escandinavos. Além disso, é também muito comum entre as casas nórdicas um certo minimalismo, mantendo à vista apenas aquilo que é necessário.

Por isso, o Estilo Escandinavo, que vem ganhando presença na decoração de casas brasileiras, é representado principalmente por esses elementos: aconchego,  cores neutras e um certo toque de minimalismo. Segundo a designer de interiores Carolina Bordonco esse estilo decorativo conta ainda com um toque natural, presente em peças de madeira e plantas, harmonizando com uma decoração clean e elementos mais clássicos. “O estilo escandinavo é composto também por cores sóbrias ou claras, como o cinza e o próprio branco, e linhas retas“, complementa.

 

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Ambiente claro e sóbrio contrapondo com o piso amadeirado e a bancada em ilha azul (Foto: Carolina Bordonco / Kadu Lopes / Divulgação)

 

Em um dos seus projetos, Carolina fez bastante uso do estilo para compor a decoração. No apartamento, a designer optou pela predominância da cor branca e usou de contraste a madeira natural no piso e em móveis, algumas plantas espalhadas pelo ambiente e tons mais claros de azul turquesa e salmão. No estilo escandinavo é muito comum que mesmo as cores utilizadas para quebrar os tons neutros sejam também claras e leves. “Nas paredes e em todo o ambiente [do projeto], temos um tom claro aconchegante à visão”, explica Carolina. “Utilizamos a tinta acetinada para evitar o excesso de brilho, que pode realmente ser desconfortável”.

Outro fato importante sobre o estilo escandinavo é que ele, muitas vezes, é misturado com outras composições decorativas em um mesmo projeto, como o estilo clássico e o minimalismo. No projeto de Carolina, ela combinou alguns elementos do estilo clássico com o escandinavo, que assim como o primeiro, também apresenta linhas retas. Os armários provençais brancos e os boiseries aplicados nas paredes são alguns dos componentes clássicos utilizados no projeto.

 

 

O estilo escandinavo também pode ser combinado com o Urban Jungle e mesmo com alguns elementos do estilo industrial. Na área externa do projeto, Carolina optou por um ambiente mais descontraído, utilizando plantas, vasos de barro e cores mais alegres. No piso, foram utilizadas peças de porcelanato no tom de cimento queimado, muito utilizado em decorações industriais.

 

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Os sofás, tapetes e almofadas de áreas externas devem ser impermeabilizados (Foto: Carolina Bordonco / Kadu Lopes / Divulgação)

 

Sugestão de matéria: Buscando mais estilos decorativos? Conheça o Estilo Industrial e o Urban Jungle!

 

No estilo escandinavo, um dos elementos mais importantes para trazer o aconchego característico é o uso dos tecidos. Cortinas, tapetes, almofadas, sofás e demais componentes devem ser pensados com cuidado para não destoar do ambiente e, ao mesmo tempo, deixá-lo ainda mais leve e confortável. “Eu gosto bastante dos tecidos sensoriais”, diz Carolina. “No projeto, temos variações do linho e tecidos clarinhos espalhados pelo espaço. No quarto, colocamos um voil, que imita o linho; na sala, um tapete mais fofinho”.

 

 

Para manter a iluminação em harmonia com o estilo escandinavo do projeto, foram utilizadas lâmpadas de luz branca quente que, diferentemente da luz branca fria (muito utilizada em banheiros e cozinhas), é visualmente mais agradável e relaxante. No teto, Carolina optou por instalar sancas com iluminação indireta, além de espalhar pendentes decorativos e luminárias quadradas pelos cômodos da casa.

 

Sugestão de matéria: Aprenda como iluminar sanca de gesso

 

Pelo fato do estilo escandinavo ser clean e mais minimalista que outros estilos, os elementos decorativos devem ser bem pensados, além de muitos serem funcionais. Na cozinha, foi instalada uma cuba farm sink e para o tampo da pia a escolha foi pelo mármore, uma pedra natural que harmoniza muito bem com a decoração escandinava. Esses e outros elementos, como a escolha de revestimentos decorativos nos banheiros, alguns quadros, vasos, espelhos, etc. quebram um pouco do minimalismo do projeto, mas sempre mantendo certa sutileza.

 

 

Na Telhanorte, você encontra um departamento inteiro de decoração, além de uma variedade de opções de pisos e revestimentos. Encontre tudo que você precisa para deixar a decoração da casa com a sua cara em nosso site, ou visite uma de nossas lojas físicas!

 

Conheça o estilo industrial e saiba como deixá-lo aconchegante

 

Por Vinicius Marques | Editado por Stéphanie Durante

Como construir uma casa sustentável

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| Construção

 

A preocupação com o meio ambiente é um debate cada vez mais atual e a necessidade de se comprometer com esse assunto também passa pela aprendizagem de como construir uma casa sustentável.

 

Construir uma casa, seja ela no campo ou na cidade, em um condomínio ou não, sempre acarreta em algumas intervenções na natureza.  Diante disso, pensar em como construir uma casa sustentável tem sido cada vez mais o desafio dos arquitetos e engenheiros na hora de planejar e executar uma obra que tenha o menor impacto ambiental e social possível.

 

O que é uma casa sustentável?

Para entender como construir uma casa sustentável, é preciso entender quais aspectos qualificam uma casa como sustentável ou não. Quando se pensa em uma casa sustentável é preciso ter em mente 2 pilares: 

– as intervenções ao meio ambiente durante a obra;

– o uso dos recursos naturais no dia a dia daquela casa. 

Se você não pensar nesses impactos antes de construir, o processo para administrar esses danos ambientais será mais caro e mais complexo.

 

Uma casa sustentável é construída com materiais sustentáveis, que agridem menos o meio ambiente. Durante a obra, é possível aplicar algumas atitudes para amenizar o impacto ambiental, como:

– Reduzir os resíduos das obras: se você aumenta a frequência com que esses resíduos são recolhidos, eles ficarão menos tempo agredindo o solo.

– Utilizar materiais recicláveis: hoje em dia, existem marcas que apostam em materiais recicláveis para construção, evitando que sua casa seja construída com novos materiais que irão poluir mais o meio ambiente.

– Fontes alternativas de energia: aqui, além de utilizar uma energia limpa como energia solar, a longo prazo, essa medida também irá representar uma economia para você.

 

Além das informações listadas acima, há selos que comprovam que uma casa pode ser considerada sustentável: o AQUA-HQE e o Green Building Council.

 

Sugestão de matéria: Aprenda como escolher aquecedor solar: tudo sobre essa fonte de energia alternativa!

 

No entanto, mesmo que ser 100% sustentável seja uma tarefa um pouco mais complexa, é possível minimizar os impactos que você e sua família geram no meio ambiente, a partir do uso das dependências da casa. Essa redução de impacto já representa uma diferença considerável para que a casa seja sustentável. Veja algumas dicas de sustentabilidade abaixo. 

 

3 dicas para ter uma casa sustentável

1. Pense bem na localização

A localização é um dos primeiros pontos a serem observados quando se lista os passos de como construir uma casa sustentável. Nossa dica é não construir a casa próximo a áreas de preservação. Dessa forma, você evita problemas futuros em relação à reserva ambiental.

Além disso, é interessante que a casa fique próximo a pontos de transporte público e lugares que você frequenta no dia a dia: farmácias, padarias, mercados de bairro… Dessa forma, você não precisará utilizar o seu próprio veículo para chegar nos lugares, diminuindo, assim, a emissão de gases poluentes na atmosfera. Caso não seja possível, a dica aqui fica por investir em hortas e preparar a casa para estocar alimentos, para que as compras sejam feitas da forma menos recorrente possível.

 

2. Consumo consciente

Ao pensar em como construir uma casa sustentável, reflita nas formas de economia de luz e água. Como já mencionamos, os painéis solares são um investimento com retorno a longo prazo, mas que diminui consideravelmente o impacto ambiental. Optar por janelas grandes é uma ótima medida também – quanto mais luz entrar nos ambientes, menor a probabilidade de você precisar de uma luz artificial, como as lâmpadas. Dessa forma, o consumo de energia elétrica irá diminuir.

Para a água, a instalação de cisternas que captam a água da chuva também é uma ação sustentável, uma vez que essa água pode ser muito útil para lavar carros, regar plantas, lavar o chão e outras tarefas que não necessitem que ela seja potável. 

 

Leia mais em: Como instalar calha de chuva: aprenda o passo a passo

 

3. Materiais de construção que evitam desperdícios

Na hora de botar a mão na massa,  é preciso tomar algumas precauções para que não haja desperdício de materiais. Durante uma obra, se não houver essa preocupação, é normal ocorrer o desperdício de recursos como água, terra, argamassa, entre outros.

Casas sustentáveis precisam se preocupar com o tipo de material utilizado dentro de suas obras. Confira abaixo alguns tipos sustentáveis que podem ser usados:

 

– Tijolo ecológico: esse material é o melhor tipo de tijolo para construção em obras sustentáveis. Esse modelo tem um processo de fabricação diferente dos tijolos convencionais, já que não passa por um forno e, por isso, não consome madeira ou emite gases poluentes durante sua fabricação. Além disso, ele consome menos insumos como argamassa, concreto e aço, contribuindo para a diminuição da formação de entulho.

– Madeira: é possível utilizar madeira de forma sustentável, desde que ela tenha a certificação de que sua origem seja de locais com práticas florestais dentro da lei. Além disso, alguns materiais com menor impacto como bambu e madeira plástica (reciclável) são ótimas opções para manter a casa sustentável.

– Containers: utilizar esse material como parte da casa ou do projeto é uma excelente forma de reciclar esse material que já foi fabricado com outra finalidade e que, posteriormente, viraria entulho. 

– Cerâmica: pisos e revestimentos de cerâmica são mais ecologicamente corretos em comparação ao mármore. Afinal, as jazidas de argila se recuperam com facilidade, enquanto as de mármore não.

 

Conheça mais em: Revestimento de cerâmica: dicas para a cozinha

 

Agora é só tirar o projeto do papel!

Com as nossas dicas, ter sua casa sustentável tornou-se mais possível, né?! Porém, fazer intervenções, como as citadas acima, podem ser complicadas se você não tiver em mãos os materiais e ferramentas adequados. É aí que a gente entra: a Telhanorte possui um catálogo enorme que pode te auxiliar nesse processo.

Na loja virtual, você encontra tudo o que precisa para sua cozinha e lavanderia, banheiro, área externa, além das melhores marcas de materiais de construção e itens para obras em geral. Acesse nossa sessão Outlet e economize comprando com o cartão da Telhanorte!

 

Conheça os principais tipos de blocos de construção

 

Edição de João Victor Quintino e Vinicius Marques

Telha de fibrocimento: tudo o que você precisa saber

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| Área Externa

 

Confira algumas vantagens e desvantagens da telha de fibrocimento, o modelo mais vendido no Brasil! Saiba analisar se o uso desse material condiz com suas necessidades.

 

Pode ser que você já tenha ouvido falar da famosa telha de fibrocimento a partir de seus outros nomes: Brasilit ou Eternit. Antigamente, essas telhas eram associadas ao amianto (material que fazia parte da composição das telhas), mas desde novembro de 2017, com a proibição do composto, surgiram novas alternativas e modelos de fibrocimento à base de outros materiais.

Se você vai começar uma obra, – seja para construir ou reformar – vale a pena dar uma olhada nas características dessa telha, considerada a número 1 em compras no país!

Veja mais a seguir.

 

Telhado de fibrocimento: como surgiu?

Depois da proibição do amianto em mais de 50 países – no Brasil, o uso para a fabricação produtos a base do composto foi proibido em 2017 – por seu alto risco à saúde, o fibrocimento virou a principal opção para quem quer gastar pouco.

A aspiração ou ingestão da fibra de amianto, como no caso de trabalhadores da indústria do ramo ou de mineradoras, que estão expostos a concentrações mais altas em um período longo de tempo, pode desenvolver asbestose (as fibras de amianto se adentram no pulmão e não saem mais, causando algumas feridas).

Contudo, mesmo que caixas d’água e telhados antigos ainda tenham em sua composição fibras de amianto, muitas casas ainda não foram reformadas! A seguir falaremos sobre a substituição adequada desses materiais. Continue a leitura e aprenda.

 

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(Foto: Telhas e Cia / Reprodução).

 

Meu telhado é a base de amianto, o que devo fazer?

Se esse é o seu caso, saiba que você não deve remover o material sozinho e sem os devidos cuidados!

O mais recomendável e seguro é solicitar o auxílio de profissionais que saibam fazer a retirada e o descarte adequado, uma  vez que o amianto não é reciclável por se tratar de um material altamente resistente a efeitos corrosivos, tempo e temperatura.

Busque uma composição de fibrocimento alternativa. Na fabricação de telhas, o amianto crisotila já foi completamente substituído por misturas de celulose e fibras sintéticas, como o PVA e o PP (polipropileno).

 

Quais as vantagens da telha de fibrocimento sem amianto?

Além de mais barato dos que as outras opções no mercado (cerâmica, concreto, galvanizadas, etc.), o material também é mais resistente e leve, o que significa um gasto menor com reforço de estrutura.

Ao mesmo tempo, suas dimensões são maiores e, dessa forma, faz-se necessário menos telhas para cobrir uma casa. Sua instalação se torna mais prática, assim como sua limpeza e manutenção – essa telha possui poucas reentrâncias.

Outras vantagens da telha de fibrocimento sem amianto são:

– Proporcionam um excelente isolamento térmico;

– Podem ser pintadas com tinta acrílica: seguindo as recomendações, elas podem ser pintadas mais de uma vez, sem perderem a qualidade;

– São resistentes a atmosferas agressivas e à corrosão por efeito do tempo;

– Têm um alto desempenho acústico;

– Podem ser instaladas em cobertura de pouca inclinação;

– Baixo custo.

 

Entre as desvantagens, pode-se citar:

– Demandam maior cuidado na fixação e acabamento: para evitar problemas com ventanias e chuvas fortes;

– Absorvem calor com mais facilidade e podem deixar o ambiente mais quente. Contudo, vale notar que alguns fabricantes dizem que sua capacidade de adequação térmica é a mesma das telhas cerâmicas e que, seguindo as instruções de montagem corretamente, não é preciso ter laje ou forro que isole o calor absorvido.

– Há quem diga que sua aparência não é tão esteticamente agradável. No entanto, o mercado já dispõe de diversos modelos e versões que podem complementar diversos estilos arquitetônicos e decorações. Confira abaixo alguns dos modelos mais conhecidos.

 

Tipos de telha de fibrocimento

Existem diversos modelos de telhas de fibrocimento, que variam em tamanho e espessura, e podem se integrar muito bem a projetos residenciais, comerciais e industriais. Escolha aquele que melhor se adeque ao seu projeto, seja em termos estruturais ou estéticos.

 

1. Telha de fibrocimento ondulada

Contendo CRFS (Cimento reforçado com fibra sintética), as telhas de fibrocimento onduladas são resistentes e duráveis, já que contém cimento reforçado com fibra sintética (CRFS) em sua composição. Além disso, ela oferece maior rapidez em sua montagem e fixação, pois exigem uma estrutura simplificada de apoio.

Ela é versátil e pode ser aplicada em praticamente todos os tipos de coberturas, sendo mais indicada para a cobertura de galpões de porte médio e pequeno. Em telhados embutidos, nos quais as telhas exercem um papel essencialmente funcional, as telhas onduladas são excelentes alternativas!

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Telha ondulada de fibrocimento 153x110cm 5mm Residencial cinza Brasilit (Foto: Acervo Telhanorte).

 

2. Telha de fibrocimento tropical

Essas telhas são uma vertente da telha ondulada, da marca Eternit. Dessa forma, possuem alta resistência estrutural. Ao mesmo tempo, são leves e práticas para o manuseio, o que torna seu apoio extremamente econômico. São altamente recomendadas para coberturas comerciais e depósitos e edificações rurais de pequeno porte. Associadas a um ótimo custo-benefício.

 

3. Telha de fibrocimento estrutural Kalheta

Com linhas suaves e design arrojado, a telha estrutural Kalheta, da Brasilit, tem grande versatilidade e pode ser usada tanto em projetos residências quanto nos industriais. O produto sempre adicionará muito estilo ao projeto e é uma ótima aposta para os amantes do estilo industrial.

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Telha kalheta de fibrocimento 600×47,2cm 8mm Normal cinza Brasilit (Foto: Acervo Telhanorte).

 

4. Telha de fibrocimento colonial

A versão colonial, também da Brasilit, se destaca pela capacidade de aliar estética, praticidade e economia em um único produto. Ela consegue cobrir vãos maiores no telhado e tem encaixes perfeitos, evitando vazamentos e a entrada de resíduos pelo telhado. Seu processo de instalação demanda menos madeiramento na estrutura, gerando uma economia de até 25%. Como o próprio nome já indica, seu uso é perfeito para o estilo colonial, no qual os telhados têm cobertura exposta e telhas configuradas em meia água, duas águas, três águas, etc.

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Telha colonial de fibrocimento 81,6×61,8cm 6mm cinza Brasilit (Acervo Telhanorte).

 

Limpeza e manutenção das telhas de fibrocimento

Os cuidados com a limpeza das telhas de fibrocimento irão prolongar a vida útil delas e do madeiramento utilizado na estrutura do telhado – especialmente em caso de surgimento de limo, que deixa a telha frágil e instável.

Para a limpeza das telhas, use cerca de 2 litros de água sanitária para cada 10 litros de água e nunca faça uso de escovas ou palhas de aço!

Telhas de fibrocimento costumam ser mais duráveis, mas, como qualquer outro tipo de material – especialmente os de uso externo – podem vir a se deteriorar com o tempo. Saiba o que fazer em cada caso:

 

Furos e trincas

Ainda não existe no mercado um produto capaz de recuperar o fibrocimento fisicamente danificado. Diante disso, este problema deve ser resolvido com a troca das telhas.

Ao realizar a instalação, certifique-se que o vão livre esteja correto e que não haja aperto excessivo da fixação ou falta corte de canto. Geralmente, essas são as causas mais comuns de furos e trincos nas telhas de fibrocimento.

Cada tipo de telha exige um procedimento de instalação e fixação diferente, então sempre consulte o catálogo do fabricante!

 

Umidade ou gotejamento

Quanto a umidificação da telha ou gotejamento, o ideal é fazer uso de tintas impermeabilizantes de base acrílica. Desta forma, evitará a absorção de água e aumentará a vida útil da telha. Priorize as cores claras para diminuir a absorção de calor e lembre-se de pintar a face externa e interna.

 

E aí, gostou de aprender mais sobre as telhas de fibrocimento? Não é a toa que essa telha é a mais vendida e usada nas construções brasileiras, certo?

Agora, se você quer adquirir uma telha de fibrocimento, saiba que a Telhanorte tem um site recheado de opções! Acesse nossa seção de Telhas e confira o que há de melhor disponível no mercado!

Cheque também outros materiais de construção e itens de decoração. Dessa forma, você garante que sua casa fique maravilhosa por fora e por dentro!

Você já sabe, né? A Telhanorte faz tudo para te ajudar!

 

Escrito por Murilo Bonício

Cromoterapia: como aplicar no quarto

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| Ambientes Internos

 

Entenda o que é e aprenda como aplicar a cromoterapia na decoração do quarto, utilizando o significado das cores para obter benefícios para o corpo e a mente.

 

A cromoterapia é considerada um método terapêutico complementar que utiliza as cores e suas diferentes intensidades para o tratamento de questões físicas e emocionais. Em 1976, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a cromoterapia como uma das principais terapias para complementar tratamentos de saúde. 

A sua aplicação utiliza instrumentos médicos e é feita por especialistas. No entanto, muitos arquitetos têm utilizado os conceitos da cromoterapia para trabalharem com as cores e iluminação dentro de cada cômodo.

 

Cromoterapia no quarto

O quarto é um lugar de descanso, onde reabastecemos nossas energias. Por isso, a cromoterapia no quarto é uma forma de usar as cores para que o ambiente seja agradável, convidativo ao descanso e bonito, contribuindo assim para uma maior qualidade de sono.

Isso pode ser feito usando:

– A pintura das paredes;

– As lâmpadas de LED coloridas;

– Detalhes como cortinas, roupa de cama e almofadas.

 

Sugestão de matéria: Planejando pintar as paredes da casa? Saiba como escolher a cor de parede para cada cômodo e quais os principais tipos de tinta

 

Os principais benefícios da cromoterapia no quarto são:

– Aliviar sintomas de doenças usando cores específicas;

– Diminuir o cansaço físico;

– Estimular a sensação de bem-estar mental;

– Auxiliar no tratamento de transtornos do sono;

– Complementar o tratamento de enxaqueca;

– Estimular o sistema nervoso central.

 

Significados e psicologia das cores

Cada espectro de cor expressa um significado e eles podem ser explorados para criar uma decoração que inspira tranquilidade, frescor ou energia. Conheça a psicologia das cores dos principais tons usados na cromoterapia.

 

Azul

O azul transmite a sensação de calma, relaxamento e tranquilidade, ajudando a melhorar a qualidade do sono e combater a insônia. Além das tintas de parede nessa cor, os tons de azul podem ser colocados nas cortinas, almofadas e roupas de cama, iluminação do abajur, entre outros.

 

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Quarto com tons azuis, cores claras e boa iluminação (Foto: Evelyn Muller / Constance Zahn / Reprodução)

 

Verde

O verde funciona na cromoterapia para trazer harmonia e alívio de estresse. Também é a cor símbolo da esperança, criando uma atmosfera mais positiva. A vantagem é que o verde combina com várias outras cores, ajudando a criar uma decoração mais versátil.

 

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Quarto moderno decorado com detalhes em amarelo (Foto: Sua Casa / 1stDibs / Reprodução)

 

Branco

Na cromoterapia, o branco traz leveza e deixa o ambiente mais agradável, além de dar a sensação de amplitude ao espaço. Por ser uma cor neutra, combina facilmente com outras cores e estampas de diversos formatos como florais, formas geométricas, entre outros. 

 

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Espalhe vasos de diferentes tamanhos pelo quarto e deixe a natureza mais perto de você (Foto: Revista Evoke / Reprodução)

 

Rosa

O rosa também é uma opção de cor de tinta com resultado visual muito bonito na decoração. A cor é associada à tranquilidade, afeto e aconchego. A paleta de cores, mesmo os tons mais delicados, é considerada vibrante. Então, é importante equilibrar a aplicação e combinar com outras cores mais frias.

 

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O azulejo pintado em rosa bebê dá um destaque diferente à parede da cabeceira do quarto (Foto: Decortiles / Reprodução)

 

Cromoterapia no quarto com lâmpadas

 

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Philips hue starter kit e27 220v (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Se não estiver nos seus planos uma reforma para mexer na pintura da parede, outra maneira de fazer cromoterapia no quarto é utilizando lâmpadas. Os principais modelos são as lâmpadas de LED coloridas, controladas por controle remoto que vem junto com o produto. Esse tipo de lâmpada é ideal para ser colocado em luminárias, mas também pode ser colocado no teto.

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Lâmpada Led Taschibra Bulbo E27 Autovolt 9w Rgb Ir Smart Colors (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Gostou das dicas de cromoterapia no quarto?

A pintura e a iluminação do quarto podem ser mais que detalhes estéticos decorativos, a cromoterapia no quarto é uma forma de criar um ambiente com propósito e focado no bem estar da família. Confira as opções completas das categorias de Tintas e Iluminação que a Telhanorte tem para você!

 

Edição por: Vinicius Marques e Murilo Bonício

Cooktop na cozinha: dicas de instalação

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| Cozinha

 

Aprenda a instalar um cooktop na cozinha e confira dicas para cada um dos modelos disponíveis: a gás, elétrico e indução.

 

O cooktop é um modelo de fogão que possui apenas a base, ou seja, os queimadores, as bocas e os acendedores, sem a parte do forno. É uma opção mais versátil e prática, mas muita gente tem dúvida sobre como instalar um cooktop na cozinha.

O passo a passo de instalação não é difícil, mas dependendo do modelo — a gás, elétrico ou indução — existem algumas especificações que precisam ser seguidas.

Importante: Para instalar o cooktop de maneira correta, verifique o Manual de Instruções específico do produto adquirido. Com isso, diminui-se as chances de errar as medidas de corte e as conexões necessárias. Recomendamos também que você contrate o serviço de um profissional qualificado, para não danificar o produto, a bancada e causar prejuízos.

 

Sugestão de matéria: Quer conhecer mais sobre os diferentes modelos de cooktop? Saiba como escolher o cooktop ideal para a cozinha.

 

Vai comprar um cooktop e quer saber o que precisará ser feito para instalá-lo? Continue lendo e confira!

 

Passo a passo: como instalar um cooktop na cozinha

 

1. Faça um corte na bancada

O primeiro passo para instalar um cooktop é fazer o corte na bancada. Como o cooktop não tem forno, ele precisa ser apoiado em uma superfície que, geralmente, é a bancada da cozinha. Ao escolher o modelo de cooktop da sua casa, veja o tamanho específico solicitado para o corte e as sobras necessárias para o encaixe. 

 

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Pia de cozinha em aço inox (Foto: Casa e Arquitetura / Reprodução).

 

Em relação à bancada, é recomendado que ela tenha entre 30 e 60 mm de espessuraOutro detalhe importante é o material da bancada, que deve ser resistente ao calor e à umidade. As melhores opções são: granito, mármore, porcelanato e madeira. A madeira para bancada deve ser preparada de forma que também resista à gordura e água, podendo ser higienizada. Por isso, é necessário fazer a impermeabilização correta do material, para garantir a segurança e a durabilidade. 

 

2. Encaixe o fogão no nicho aberto

O próximo passo é encaixar o fogão no nicho da abertura. Para garantir o melhor ajuste, é recomendado colocar a fita de vedação (que vem com o produto) ao redor de toda a borda do cooktop. A fita é dupla face, então ela vai aderir na superfície do fogão e da bancada, encaixando o cooktop na posição certa.

 

3. Faça a instalação do cooktop

Nesta parte, o passo a passo vai ser dividido em três, para explicarmos como o cooktop a gás, o elétrico e o de indução são instalados.

 

Como instalar cooktop a gás

1. Com o fogão encaixado na bancada e a saída de gás desligada, plugue o fio do cooktop a gás na tomada;

2. Encaixe a mangueira do gás na entrada indicada do cooktop. Para garantir a fixação e evitar o escape de gás, coloque uma abraçadeira e aperte bem com a ajuda de uma chave de fenda;

3. Religue o gás e teste os acendedores e todas as bocas, para ter certeza de que estão funcionando.

Dica: Para verificar se há vazamento de gás, passe uma esponja com detergente na conexão da mangueira com o botijão. Caso o gás esteja escapando, o detergente irá formar bolhas. Caso contrário, você está pronto para usar seu novo cooktop.

O botijão de gás deve ficar a, no mínimo, 1 metro de distância do cooktop. E se o gás for encanado, é preciso ter um registro exclusivo para o fogão.

 

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Cooktop a gás de sobrepor Glass Brasil 70x45cm preto Tramontina (Foto: Acervo / Telhanorte).

 

Como instalar cooktop elétrico

O cooktop elétrico, como o próprio nome diz, funciona conectado à energia elétrica. Então, será necessário ter uma tomada próxima, assim como o modelo a gás. Nesse caso, não é necessário ter botijão, nem registro de gás exclusivo.  O design do cooktop elétrico é plano e não possui trempes altas, apenas a marcação de cada boca na estrutura. Para instalá-lo:

1. Desligue a corrente elétrica da cozinha no registro geral antes de começar;

2. Encaixe o cooktop elétrico conforme as instruções do fabricante;

3. Plugue o fio do cooktop na tomada e faça o teste de acendimento, para conferir se todas as bocas estão funcionando.

Um cuidado importante com o fogão elétrico é que exista uma tomada exclusiva para o fogão. Por isso, não use adaptadores de tomada ou extensão para plugar nenhum outro aparelho ou eletrodoméstico.

 

Como instalar cooktop de indução

O cooktop de indução é o modelo que exige mais trabalho na instalação e é necessário contar com uma mão de obra especializada. Assim como o elétrico, a versão de indução funciona conectado à eletricidade. A diferença é que é necessário fazer a ligação do fogão direto na rede elétrica. Para instalá-lo:

1. Com o cooktop encaixado no corte da bancada, faça a conexão dos fios na rede elétrica corretamente na parte interna da bancada, vedando os encaixes com cuidado;

2. Teste o modo de acendimento do fogão, para assegurar que a ligação está funcionando e aquecendo a estrutura. 

O design do cooktop de indução também é plano, apenas com o desenho das bocas marcadas. O acendimento dos modelos mais modernos é totalmente digital, com regulagem de temperatura e intensidade de calor.

Um detalhe importante que você deve saber antes de escolher o modelo de indução é que será necessário mudar o tipo de panela que você usa. As panelas devem ter revestimento de ferro fundido, que ajuda no cozimento e preparo dos alimentos. As panelas de barro, cobre, vidro e alumínio não podem ser usadas no cooktop de indução. 

 

Dicas para fazer a instalação correta do cooktop

Planeje a instalação do cooktop: como ele vai ficar em cima da bancada, certifique-se de que ela tenha as dimensões corretas para fazer o nicho e ainda sobrar espaço — na frente e nas laterais — para trabalhar e apoiar os acessórios de cozinha;

Evite colocar o cooktop perto de cortinas e persianas: o vento e o calor podem ser perigosos, podendo gerar graves consequências;

Coloque o cooktop distante da pia: os respingos de água podem atrapalhar o funcionamento do cooktop, impedindo que você lave alguma coisa enquanto cozinha;

Evite colocar papel de parede para revestir aquela que fica perto do cooktop, para garantir a segurança, já que esse material pega fogo facilmente;

Instale uma coifa para evitar que a gordura e a umidade se espalhem pelo ambiente, especialmente se a cozinha for interligada com a sala ou estiver na área gourmet da casa/apartamento.

 

Gostou de aprender como instalar um cooktop?

O cooktop na cozinha vai ser um diferencial e tanto na decoração desse espaço tão importante na casa.

Quer pesquisar os melhores preços deste produto sem precisar sair de casa? Confira as ofertas de Cooktop no site da Telhanorte, na seção de Fogão, Forno e Coifa.

Consulte as condições de entrega para sua região e aproveite para fazer sua compra online!

 

Edição por: Vinicius Marques e Murilo Bonício

Parede de chapisco: como pintar?

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| Área Externa

 

Entenda como pintar uma parede de chapisco usando dois métodos diferentes e confira dicas para organizar o serviços antes, durante e depois da pintura.

 

Acabamento em chapisco não é sinônimo de parede mal acabada. Por isso é importante aprender como pintar parede de chapisco da melhor forma, levando em consideração alguns detalhes, tanto para agilizar o serviço, quanto para fazê-lo da forma correta. 

O chapisco é uma argamassa feita geralmente de cimento e areia e é aplicado direto na alvenaria, formando uma camada irregular sobre a parede.

Sua função é dar mais aderência ao reboco, mas ele também funciona como acabamento final para paredes em áreas externas, como muros. Costuma-se também aplicar um impermeabilizante na argamassa do chapisco, a fim de evitar infiltrações, uma vez que os muros ficam expostos no ambiente. A maioria das pessoas prefere pintar o chapisco, para dar um acabamento mais bonito e harmonioso.

Apesar da superfície irregular do chapisco ser mais trabalhosa de pintar, a tinta adere sem dificuldades. Assim, confira agora nossas dicas para realizar a pintura de superfícies de chapisco.

Boa leitura!

 

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Parede chapiscada (Foto: Deposit Photos / Reprodução)

 

Guia de como pintar parede de chapisco

 

1. Forre o chão próximo à parede

Pintar paredes sempre gera uma bagunça. Assim, como em qualquer outro processo de pintura, forre o chão próximo à parede de chapisco com uma lona preta ou folhas de jornal. Além de proteger o piso dos respingos de tinta, você ganha uma superfície para trabalhar e poder apoiar os outros materiais.

 

2. Escolha uma tinta para parede externa

Para prolongar a vida útil da pintura e manter a cor viva e bem acabada por mais tempo, use uma tinta própria para parede externa. Caso seja um muro, as cores escuras são mais recomendadas, como alguns tons de cinza. Mas você também deve considerar o ambiente como um todo, para escolher a cor que melhor harmonize com o conjunto da obra.

 

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Muro de chapisco pintado de cinza (Foto: Chácara Justo / Reprodução)

 

Sugestão de matéria: Confira em nosso blog Quais os Principais Tipos de Tinta para Parede e aprenda Como Escolher a Cor para Parede de Cada Cômodo

 

3. Faça a diluição da tinta

Para render a aplicação, o recomendado é diluir a tinta, ao pintar a parede de chapisco. As tintas à base de água são diluídas em água e as tintas a óleo são diluídas em aguarrás.

Dependendo do método de pintura escolhido para fazer a pintura, a proporção de diluente necessária varia. Para pintura com trincha ou broxa, a proporção do diluidor varia entre 10 e 20%. Para pintura com pistola compressora, a tinta precisa estar mais diluída, para passar pelo canal da ferramenta. Então a proporção de diluentes é entre 20 e 30%

Atenção: É muito importante que você confira as orientações na embalagem da tinta escolhida, para poder fazer a diluição de maneira correta!

 

4. Escolha o método de pintura

As duas formas mais eficientes de fazer a pintura de chapisco são utilizando:

– Trincha ou broxa;

– Pistola com compressor.

Atenção: Pintar a parede chapiscada apenas com um rolo não traz bons resultados, porque a tinta não adere nas reentrâncias da parede e o acabamento não fica uniforme.

 

Confira em nossa loja: Acessórios para Pintura

 

5. Aplique a tinta 

O processo de pintar a parede de chapisco com trincha ou broxa vai exigir força no braço, mas o resultado é uma pintura homogênea com apenas uma demão. Escolha uma trincha ou uma broxa grande, para ter mais eficiência no preenchimento de toda a parede. Use uma bandeja de pintura para manusear a tinta com maior facilidade. 

Apesar de não recomendarmos o uso exclusivo do rolo para a pintura, uma boa dica é utilizar ele como um auxiliar para a aplicação com a broxa, evitando que a tinta escorra pela parede. O processo é simples: primeiro você espalha a tinta utilizando-se da broxa e, antes que ela seque, você passa o rolo na área pintada, fazendo com que o excesso de tinta se espalhe ou seja absorvido pelo rolo.

Já no caso da pistola compressora, além da também ficar uniforme, a pintura por meio dela é mais rápida. No entanto, são necessárias geralmente duas demãos. Além disso, vale dizer que o preço de uma pistola compressora é mais elevado que o de uma trincha ou da broxa.

 

6. Aguarde a secagem

Depois de aplicar a tinta em toda a superfície da parede, é só aguardar o tempo de secagem necessário para conferir o resultado da pintura.

 

Dicas para pintar parede chapiscada

– Como se trata de uma pintura externa, escolha um dia de tempo firme e ensolarado para fazer a pintura do muro. Assim, você evita a chuva e outras intempéries que podem prejudicar o resultado;

– Se você usar a pistola compressora, mantenha a mesma distância (de 20 a 25 cm) da parede durante a pintura, para garantir um acabamento homogêneo na aplicação da tinta;

– Use luvas de proteção para manipular a tinta e fazer a diluição sem sujar as mãos. É importante especialmente se for utilizada tinta à base de óleo, que é diluída com aguarrás e pode sensibilizar a pele;

– Coloque também um colete de proteção, ou uma roupa velha, para evitar que os respingos manchem as roupas;

– Para evitar que partículas invisíveis entupam o bico da pistola compressora, é recomendado filtrar a tinta com um filtro adequado, seguindo as orientações do manual de instrução do objeto;

– Coloque o bico da pistola compressora na posição vertical para ter mais agilidade na aplicação da tinta durante a pintura da parede;

– Limpe todos os acessórios ao final do trabalho. A tinta à base de água é mais fácil de ser removida dos acessórios. A tinta a óleo pode ser removida com aguarrás;

– Deixe os pincéis secarem ao ar livre antes de serem guardados, para evitar o surgimento de mofo.

 

Gostou das dicas?

Se você tem uma parede chapiscada em casa e quer dar um acabamento diferente para ela, siga o passo a passo e as dicas acima para acertar na pintura!

Confira no site da Telhanorte as opções de Tintas e Corantes e também de Acessórios para Pintura para ter produtos de qualidade no acabamento da sua casa!

 

Edição por: Vinicius Marques e Murilo Bonício

Rodapé: confira os modelos e aprenda como embutir

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| Ambientes Internos

 

Conheça os principais tipos de rodapé e para que servem. Confira como instalar o rodapé embutido e quais as vantagens e desvantagens

 

Há quem opte por não usar o rodapé na construção ou reforma da casa. A escolha é realmente sua, mas, para quem gosta, o rodapé oferece suavidade no arremate do piso com a parede. Além de proporcionar um acabamento de qualidade e ser esteticamente bonito, sua principal função é a de proteção da base da parede contra impactos e produtos que possam danificá-la, como vassouras, rodos, aspirador de pó, cadeiras, móveis, água e produtos de limpeza.

Hoje em dia, há uma enorme variedade de modelos de rodapé no mercado, dos mais discretos aos mais sofisticados, com diferentes tipos de materiais, formatos, tamanhos, texturas, cores. 

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Rodapé de 10cm Moderna 2,4 metros branco Santa Luzia (Foto: Acervo / Telhanorte)

 

Além disso, dependendo do material que será usado, o rodapé tem outra função importante: ele é usado para embutir, proteger e esconder fiação e cabos – fazendo com que o ambiente se torne mais clean.

As três principais formas de instalação são:

Rodapé Convencional ou Sobreposto: é o tipo de rodapé mais comum e utilizado – e de menor custo também. É colocado de forma sobreposta à parede, marcando um certo relevo em sua base.

Rodapé Invertido: é conhecido por esse nome justamente pelo fato de sua instalação ser ao contrário daquela de um rodapé convencional. Ou seja, ao invés das peças ficarem em relevo para fora da parede, o rodapé é instalado dentro de uma cava feita na base, demarcando um recuo interno da parede. Esta instalação faz com que a parede pareça estar “flutuando”, sem tocar o chão.

Rodapé Embutido: é colocado de forma que o rodapé fique no mesmo nível da parede, sem nenhum relevo ou recuo considerável. Suas peças acompanham o alinhamento da parede. Logo abaixo veremos como é feita a sua instalação.

 

Confira em nossa loja virtual: Rodapés

 

 

Como instalar um rodapé embutido?

Esse tipo de rodapé necessita um pouco mais de cuidado do que o rodapé convencional na hora da instalação. Por ser alinhado à parede, o profissional responsável pela instalação deverá deixar a parte debaixo da parede sem reboco, encaixar o rodapé nesse espaço e só então finalizar o acabamento.  Dessa forma, não ficará visível nenhuma borda do rodapé.

Vale lembrar o quanto é importante escolher materiais de qualidade e profissionais qualificados para desenvolver todo o trabalho de construção ou reforma da casa, escritório ou estabelecimento comercial. 

O processo para colocar o rodapé embutido pode seguir as seguintes etapas: 

1. Defina o piso que será colocado, de acordo com o projeto estabelecido; 

2. Defina qual a altura do rodapé que você deseja colocar;

3. Meça toda a extensão, para verificar a metragem de rodapé que será necessária;

4. Definido esses três passos anteriores, compre o rodapé da sua escolha

5. Caso seja possível, solicite o corte do rodapé em uma marmoraria (no caso de rodapés de mármore, cerâmica ou porcelanato), pois assim o corte ficará mais preciso, evitando o desperdício de peças.

 

Depois de comprar o seu rodapé e definir o que será feito, recomendamos que o profissional escolhido siga os passos abaixo:

1. Prepare a parede normalmente, rebocando-a;

2. Deixe um espaço no final da parede sem reboco, perto do piso, para que você possa encaixar o rodapé, de forma a ficar embutido na parede;

3. Faça uma impermeabilização do alicerce da parede e do lado externo do rodapé;

4. Utilize uma massa de cimento, ou argamassa, ou até mesmo colas especiais com alto poder de fixação;

5. Preencha toda a estrutura do rodapé, a fim de evitar quebras posteriores;

6. Use espaçadores como base entre o chão e a parte inferior do rodapé para criar espaços que deverão ser preenchidos com o rejunte;

7. Termine o reboco da parede, não se esquecendo de proteger o rodapé já colocado;

8. Aplique então o rejunte, unindo e finalizando todas as peças;

9. Aguarde a completa secagem (cura);

10. Depois do rodapé estar instalado e a parede rebocada e preparada, já pode seguir para a pintura!

 

No caso de uma obra finalizada, com as paredes prontas, para embutir um novo modelo, o profissional deverá criar um espaço na parede para o rodapéSerá preciso “descascá-la”, tirando todo o reboco exatamente no local em que será embutido o rodapé. O restante do processo é o mesmo, já descrito acima. 

 

Vantagens no uso do rodapé embutido

Entre as vantagens de usar o rodapé embutido, podemos citar: 

1. Permite uma melhor ocupação dos espaços, uma vez que os móveis podem ser bem encostados na parede;

2. Protege a parede dos impactos na hora da limpeza;

3. Protege contra umidades;

4. A depender do modelo, pode impedir o acúmulo de poeira, uma vez que suas bordas estão embutidas na parede, facilitando assim a limpeza;

5. Disfarça possíveis imperfeições;

6. Proporciona uma sensação de continuidade entre parede e acabamento;

7. Pode ser usado também como elemento decorativo, ajudando a emoldurar o ambiente;

8. Transmite a sensação de modernidade e amplitude do ambiente.

 

Desvantagens no uso do rodapé embutido

1. É preciso bastante cuidado com os móveis rentes à parede, para que a mesma não sofra nenhum desgaste e seja danificada;

2. Por ser um processo mais trabalhoso, a instalação do rodapé embutido acaba por gerar um gasto maior com a mão de obra;

3. Por exigir uma maior preparação na instalação do rodapé embutido, o tempo gasto na instalação também aumenta. 

 

Gostou das dicas?

Esperamos que tenhamos conseguido esclarecer suas dúvidas sobre os diferentes modos de instalação do rodapé e sobre como colocar o rodapé embutido. Na loja virtual da Telhanorte, você encontra um setor de acabamentos para piso com rodapés e soleiras de porta, além dos departamentos de pisos e revestimentos, tintas e muito mais. 

 

Edição por Vinicius Marques e Murilo Bonício