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Aprenda em 7 passos como projetar iluminação residencial

tema: Iluminação
#30 - 18 de junho de 2020

Por mais que algumas pessoas a vejam, de forma equivocada, como um mero detalhe, a iluminação é uma características que mais agrega valor a uma casa.

Fundamental para a experiência que você tem com o seu lar, uma boa iluminação gera conforto, segurança e praticidade. Ela é vital para que você consiga realizar todo tipo de atividade — como ler, estudar, cozinhar, comer etc.

Mas, mesmo reconhecendo que a luz traz todos esses benefícios, como projetar uma iluminação residencial que atenda ao seus objetivos da melhor forma?

Por ser uma dúvida bastante frequente, no texto de hoje, vamos falar justamente sobre como projetar iluminação residencial. Quer saber mais? Siga com a gente!

Como projetar iluminação residencial? Aprenda em 7 passos

Uma casa com iluminação bem projetada pode conferir, sem dúvidas, um conforto único para quem reside nela. Mas isso, ao mesmo tempo, requer alguns cuidados especiais já no momento do projeto de construção ou de reforma.

É por isso que vamos apresentar, a seguir, os 7 passos de como projetar iluminação residencial. Confira!

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Aprenda como projetar iluminação residencial. Crédito: Unsplash

1. Pense na iluminação desde o começo

Como adiantamos, é necessário que você pense na iluminação desde o início da reforma ou construção. Isso não só facilita a execução como ajuda a evitar gastos excessivos. Como os diferentes tipos de cômodo requerem vários tipos de iluminação, é importante levar a discussão à frente desde o começo.

Além disso, é vital que, durante esse momento, você também pense no objetivo que pretende cumprir com cada cômodo da sua casa. Estudar as dimensões de cada cômodo, e ter isso em mente com clareza, afeta diretamente no tipo de iluminação a ser escolhido.

2. Conheça os tipos de iluminação

Por falar em tipos de iluminação, você deve ter em mente que há 3 principais:

Direta

A direta é, como o próprio nome já diz, aquela que incide diretamente sobre algum ponto específico. Como quando um abajur ilumina parte da sua cama.

Indireta

A indireta, por sua vez, é aquela bastante comum em forros de gesso. Amplamente utilizada em ambientes mais intimistas, este tipo de luz reflete na superfície e se distribui pelo ambiente.

Difusa

Por fim, a luz difusa é o tipo de iluminação que distribui uniformemente a luz pelo ambiente. Opção equilibrada, ela é muito utilizada em banheiros, quartos e salas.

3. Escolha um tipo de lâmpada

Há 4 principais tipos de lâmpadas:

Incandescente

São as lâmpadas mais antigas. Apresentam um baixo custo unitário, mas também maior consumo de energia e vida útil não muito longa. A comercialização das lâmpadas incandescentes está proibida no Brasil desde 2016.

Halógena

São as lâmpadas incandescentes que sofreram a adição de gases halógenos, o que aumenta sua vida útil. Para gerar uma forte iluminação aos ambientes, as lâmpadas halógenas também consomem mais energia. Sua utilização mais frequente é em destaques, decorações, jardins e afins.

Fluorescente

Tendo o amplo período de vida útil como destaque, as lâmpadas fluorescentes podem levar até um minuto para ligar. Por isso, sua instalação deve ser priorizada em ambientes que precisam de iluminação por um longo período de tempo. Suas versões amarelas são recomendadas para quartos e salas, enquanto as brancas para ambientes como banheiros e cozinhas.

LED

Em função da economia de luz e de alguns outros fatores, a procura pelas lâmpadas de LED só tem aumentado. Além de ser esteticamente agradável, ela chega a ser até 80% mais econômica se comparado às lâmpadas incandescentes e halógenas. Muito em conta disso, grande parte dos arquitetos tem preferido esse tipo de lâmpada em seus projetos. Além, claro, dos refletores em lead, que são ótimas alternativas para a área externa da sua casa.

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4. Observe as especificações das luminárias

Cada luminária conta como características próprias. Dessa forma, ainda que não haja uma regra a ser seguida de forma rígida, você deve se atentar a essas especificações. E conferir se elas atendem ao tamanho do cômodo, à altura do pé direito e aos seus objetivos, em geral.

A iluminação feita com spots de LED, por exemplo, é ideal para lançar uma luz mais direcionada em algum ponto que você tem a intenção de destacar. Por outro lado, esse tipo de iluminação não é indicado para ambientes em que é necessário uma luz difusa. Você deve sempre estar atento a essas especificações.

5. Escolha uma cor de iluminação

Uma dúvida frequente é qual tonalidade de luz usar. As mais frequentes são branca ou amarela.

No momento dessa definição, é preciso que você tenha em mente quais sensações quer ter nos espaços da sua casa. Em geral, é importante saber que é mais comum optar por lâmpadas com temperatura de cor quente em áreas íntimas e sociais, como quartos e salas, enquanto lâmpadas com temperaturas frias são mais usadas na cozinha e em áreas de trabalho.

Evite sempre usar tonalidades de luz diferentes em ambientes integrados.

6. Respeite cada cômodo

Principalmente na hora da instalação, é importante respeitar as dimensões de cada cômodo e o que eles pedem. Quando for pendurar lustres, por exemplo, é importante ter cuidado com as alturas. O recomendado, por exemplo, é que a altura da lâmpada fique entre 75 cm e 80 cm da mesa de jantar.

Se opção for medir direto do piso, o ideal é que o lustre fique numa altura entre 1,60 m e 1,70 m.

Mas, em geral, cada área da casa pede um tipo de iluminação e, por conta disso, requer uma solução específica. Estude bem para o que irá fazer para ter o melhor conforto possível.

7. Não deixe de improvisar

Se, ainda depois da conclusão do seu projeto de iluminação residencial, você não chegou ao resultado esperado, não se acanhe em improvisar. Há diversas alternativas para agregar à sua construção ou reforma e aumentar ainda mais a sua satisfação.

Um exemplo são as fitas de LED. Bastante charmosas, elas podem ser instaladas atrás da cabeceira ou até mesmo no forro, agregando à iluminação da sua casa. Além disso, elas são muito comuns para decorar os banheiros, já que dão a impressão de que o espelho flutua sobre a parede. O visual fica mais leve e deixa o local com uma iluminação adequada.

Mesmo com todas as informações sobre como projetar iluminação residencial, você pôde entender que, no fim, a escolha é sua. Ainda assim, é sempre importante ter os 7 passos que apresentamos acima em mente, o que pode ajudar (e muito) na sua escolha.

Este material foi útil para que você entendesse como projetar iluminação residencial? Continue acompanhando os conteúdos do nosso blog para ter ainda mais segurança no que vai decidir para a sua casa. E lembre-se: independentemente da sua opção, escolha a Telhanorte para ajudar! Fazemos entregas em todo o Brasil e parcelamento em até 8x!